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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

17ª Reflexão: Didática e planejamento

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http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/planejamento.html

http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/projetos-de-estudos.html
http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/temas-geradores.html
http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/avaliar.html
O educador tem um papel muito importante na formação do aluno como agente na sociedade. Estarei eu contribuindo para a formação plena dando cópias de livros, trazendo folhas prontas, há todo um contexto por trás do verdadeiro ensinar. Não preenchendo linhas ou até mesmo realizando cópias faz com que o aluno esteja realmente aprendendo, mas fazendo com que realmente participe das atividades tanto na construção como na execução. A aula terá um verdadeiro significado.O professor precisa ser criativo em avaliar, pois é através dos resultados da avaliação que ele faz um diagnóstico das aulas, bem como ajustes nos conteúdos e estratégias a serem planejadas. Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos, Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria das escolas (isto é escolas burguesas) que ele qualificou de educação bancária, nela, o professor age como quem deposita conhecimento num aluno apenas receptivo e dócil, sua tônica fundamentalmente reside em mudar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador a criatividade. Seu método não visa apenas tornar mais rápida e acessível aprendizado, mas pretende habilitar o educando a ler o mundo trata-se de aprender a ler a realidade, conhecê-la para em seguida poder reescrever essa realidade transformá-la. Nosso papel como educadores não é falar sobre a nossa visão do mundo, ou tentar a impôr, mas dialogar com ele sobre a sua e a nossa. Temos de estar convencidos de que a sua visão do mundo é aquela que se manifesta de forma natural ao ambiente onde o mesmo está inserido. Planejar não é um ato mecânico que se respondem os tais questionamentos “para quê” e “como”, selecionando ferramentas, técnicas para atingir determinado objetivo. O fazer planejamento implica em etapas, sendo fundamental o conhecer os envolvidos na prática, professor e aluno, bem como seu contexto social, possibilidades, vivências. A partir de algumas destas reflexões as ações serão organizadas, executadas e revistas para sempre que necessário sejam reconstruídas. Ao planejar fazermos escolhas, anotações, elencamos prioridades e pesquisamos, por se tratar de algo trabalhoso quando bem fundamentada, encontra-se cada vez mais abandonada ou detendo-se apenas no como fazer. Quando se fala aqui em planejamento espera-se romper com aquele fazer burocrático cheio de planilhas a serem preenchidas com datas, objetivos, estratégias e metas dissociados de um verdadeiro pensar e agir em educação. Só assim se cumprirá o objetivo de planejar tornando este momento um decidir e construir um futuro melhor.

domingo, 29 de novembro de 2009

Avaliar

A avaliação classificatória é aquela em que o professor avalia seus alunos através de testes e notas ela determina se os educandos avançam ou não para a série posterior, penso que este método de avaliação não é eficaz pois como descreve o texto, não sabemos como meu aluno esta emocionalmente, eles muitas vezes sabem o assunto em que fora estudado mais na hora de descreverem o que sabem ficam nervosos e erram. A avaliação mediadora é aquela que irá partir do que meus alunos já sabem, seus avanços na aprendizagem , suas dificuldades o professor poderá auxiliar os educandos em avançar em seus conhecimentos, penso que a avaliação é compreendida como um procedimento pedagógico pelo qual se verifica continuamente o desenvolvimento da aprendizagem e se decide, caso necessário, sobre os meios alternativos de estudos de recuperação ou reforço. A avaliação precisa ser contínua e qualitativa e deve ser capaz de colocar à disposição do professor informações mais precisas sobre os processos de aprendizagem, crescimento do aluno. É preciso avaliar o educando sob diferentes aspectos: cognitivo, relacional e social. Esse tipo de avaliação permite também que um problema de aprendizagem seja prontamente percebido, de modo que possamos tomar as providencias necessárias para superá-lo, na medida do possível.
  Na maioria das escolas, o professor ainda ocupa papel de destaque na dinâmica do processo ensino aprendizagem, que se efetiva em um espaço privilegiado, instituído pela sociedade - a escola. É nesse espaço que o professor concretiza sua prática pedagógica determinada pela sua experiência, seus valores, seu comprometimento, seu contexto social e onde vivência múltiplas interações. Com base nas abordagens cognitivista e humanista, expressas em Mizukami (1986), o professor é aquele que: • assume o papel de orientador. Ele conduz e orienta o processo, cria condições para que o aluno analise seu contexto e produza cultura, conduz o processo de forma participativa, através do diálogo e da cooperação. Trata o aluno como pessoa concreta, determinada pelo seu contexto histórico e que o torna um ser individual; • assume o papel de facilitador da aprendizagem. Não é meramente um transmissor de conhecimentos. Referindo-se à função diagnóstica de avaliação. Mediano, citado por Candau (1988, p. 137), diz que a avaliação tem "como principal objetivo diagnosticar as dificuldades do processo de transmissão/aquisição do conhecimento, buscar as falhas tanto na transmissão, como na aquisição, para tomar decisões acerca da próxima etapa do processo".
Como trabalho com turma de Educação Infantil não utilizamos notas e conceitos fazemos de forma descritiva sempre abordando o que foi trabalhado no semestre bem como os avanços na aprendizagem, tando nos aspectos cognitivos, relacionais, participação.
Avalio continuamente minha turma, quando estão realizando alguma tarefa, trabalhos em grupos, pracinha observo a laterialidade, motricidade fina e ampla, para planejar atividades diferenciadas para trabalhar estas habilidades.
Como utilizo parecer descritivo fica difícil por exemplo relatar atitudes com colegas agressividade, falta de limites, atitudes, mordidas, egocentrismo.
Utilizo os resultados da avaliação para fazer um diagnóstico de meu planejamento se estou alcançando os objetivos, o que preciso rever estratégias para chegar se os educandos estão desenvolvendo habilidades. Acredito que estamos sempre aprendendo sobre como avaliar, posso aperfeiçoar minha prática pedagógica em relação avaliação realizando constantemente uma auto avaliação das minhas aulas, se estou conseguindo transmitir conhecimentos ao educando de forma eficaz.
De acordo com a abordagem humanista, o professor desenvolverá suas próprias estratégias de ensino e usará sua capacidade e criatividade para a avaliação. Rogers (1985) nos diz que o educador eficiente desenvolverá seu estilo próprio para facilitar a aprendizagem dos seus alunos e por inferência acrescentamos, para facilitar o processo de avaliação. Ainda que seja em uma postura tradicional, quando se exacerba o uso do instrumento prova, segundo Carvalho (1987, p.347) "o bom senso do professor o levará, então a optar por este ou por aquele meio de verificar a aprendizagem, e sua criatividade irá impulsioná-lo a imaginar novos meios, ou a conjugar, em uma prova, dois ou mais recursos".
O professor precisa ser criativo em avaliar, pois é através dos resultados da avaliação que ele faz um diagnóstico das aulas, bem como ajustes nos conteúdos e estratégias a serem planejadas.

domingo, 8 de novembro de 2009

Temas geradores

Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos, Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria das escolas (isto é escolas burguesas) que ele qualificou de educação bancária . Nela segundo Freire o professor age como quem deposita conhecimento num aluno apenas receptivo, dócil, sua tônica fundamentalmente reside em mudar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador a criatividade. Enquanto a escola conservadora procura acomodar os alunos ao mundo existente a educação que defendia tinha a intenção de inquieta-los.
Diante dos alunos, o professor mostrará lado a lado a palavra e a representação visual do objeto que ela designa. Os mecanismos de linguagem serão estudados depois do deslocamento em sílabas das palavras geradoras.
O conjunto das geradoras deve conter as diferentes possibilidades silábicas e permitir o estudo de todas as situações que possam ocorrer durante a leitura e escrita.
O método Paulo Freire não visa apenas tornar mais rápida e acessível aprendizado, mas pretende habilitar o educando a ler o mundo trata-se de aprender a ler a realidade, conhecê-la para em seguida poder reescrever essa realidade transformá-la.
Nosso papel como educador não é falar sobre a nossa visão do mundo, ou tentar impôr-la a ele, mas dialogar com ele sobre a sua e a nossa. Temos de estar convencidos de que a sua visão do mundo, se que manisfesta nas várias formas de sua ação, reflete a sua situação no mundo em que se constitui. Segundo Freire o tema gerador, é o universo mínimo temático, uma proposta metodológica que tem como base a teoria lógica do conhecimento. O tema gerador permite elaborar idéias de diversos pontos de vista. Assim sendo, podemos dizer que o educando deve estar diante de situações de conflitos desafios para que passe pelos estados de reconstrução, desconstrução e construção provisórias, criação e recriação para que assim desenvolva seu pensamento critico e o na busca pelo novo conhecimento, fazendo uma leitura e releitura de mundo, a qual permite uma nova leitura.
Utilizar o diálogo, e também a troca de saberes possibilita ao educando aprender com o outro , a aprendizagem é mais rápida e eficaz. O Trabalho com temas geradores possibilita ao educando interagir com o meio ao qual esta inserido, estando o tema gerador dentro de sua realidade ficará a aprendizagem significativa resultando em uma alfabetização bem mais rápida e educandos mais participativos nas aulas.

domingo, 25 de outubro de 2009

Projetos de Estudos

Na interdisciplina do Seminário Integrador VII, aprendemos uma forma que ainda não conhecia de elaborar um Projeto de Estudos, que parte de um assunto em que o educando tenha interesse em aprender e depois levantamos certezas e dúvidas provisórias. Assim o projeto de estudos ganha mais informações iniciais e com isso posso partir do que meus educandos já conhecem. Em minha escola não é adotado Projetos de Estudos, fica a critério de cada professor em sala de aula elaborar ou não. Eu adoto esta prática, o planejamento fica mais rico, os educandos participam mais deste planejamento e também a aprendizagem torna-se mais concreta e significativa pois um assunto liga ao outro posso facilmente trabalhar todas as áreas do conhecimento. Parto de um assunto levantado por eles em média dura entre três semanas a um mês e meio, dependendo do interesse da turma. Os estudos são realizados seguindo um ritmo para curiosidades e necessidades dos educandos, sempre proponho o diálogo.
O Trabalho com Projetos de Estudos possibilita ao professor trabalhar partindo do que o educando já sabe e o que deseja aprender, proporcionando a ele que participe na elaboração e construção do conhecimento, tornando as aulas agradáveis e produtivas, há um elo, é possível trabalhar com a interdisciplinariedade envolvendo várias áreas do conhecimento.

domingo, 13 de setembro de 2009

Planejamento

Acredito na importancia do Planejamento prévio dos conteúdos a serem trabalhados bem como os Projetos de Aprendizagem, para uma melhor organização e estruturação do currículo a ser trabalhado.O trabalho terá uma sequência e continuidade os assuntos não ficarão soltos. Sem um planejamento não sei o que já ensinei bem como o que é faltante ser trabalhado.
Considero importante alguns questionamentos para fundamentar meu planejamento:
1) Quais são os assuntos que meus alunos querem aprender?
2) Quais são os conteúdos que meus alunos encontram mais dificuldades? Como fazer (metodologia) mais eficaz para que eles possam aprender de uma forma mais facilitada.
3) Como ensinar a matemática de forma mais significativa para meu aluno?
4) Como desenvolver o hábito e o gosto pela leitura em meus alunos?
5) Quais os conteúdos realmente importantes para serem ensinados?
A organização e o estudo prévio dos assuntos a serem trabalhados facilita a aprendizagem do meu aluno e também facilita e qualifica meu trabalho como educadora.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Contribuições para a Didática

Comênio, revolucionou a forma de ensinar. Da mesma forma os princípios gerais da didática exprimem o espírito conservador e renovador do momento, ou seja, enquanto por um lado, na exposição docente do conteúdo, na passividade do aluno a quem cabe apenas ouvir, destaca-se, por outra parte, como nova forma de ensino, a imitação da natureza, a observação e experimentação, os processos das artes mecânicas, os métodos da nova forma de trabalho e da ciência. Na pedagogias tradicional, o aluno, suas necessidades e suas capacidades não são consideradas, o enfoque da pedagogia se concentra no professor e nos conteúdos a serem trabalhados. Ao contrário disso, Comênio chama a atenção para respeitar a capacidade de compreensão do aluno (cap. 162), não sobrecarregar as aulas, progredir do fácil para o difícil, cuidar da motivação dos alunos (cap. 17), animar os alunos a ensinarem uns aos outros (cap. 18) e alterar o trabalho com descanso através de conversa, brincadeira ou música (cap. 15). O realismo do ensino: A aprendizagem deve começar, segundo Comênio, a partir dos sentidos, da percepção, da experiência do aluno, e não a partir de teorias abstratas. Neste sentido, Comênio acusa as escolas de formarem alunos que normalmente só conseguem repetir nomes e conceitos sem compreenderam do que estão falando. Contra isso, ele propõe que os alunos façam experiências por conta própria e aprendam a partir das próprias observações e não somente repetindo o que outras pessoas disseram (cap. 18).Esta forma de ensino faz com que o aluno interaja e compreenda o que esta aprendendo e não ficando na memorização de informações.Acredito que o professor tem um papel muito importante na formação do aluno como agente na sociedade. Estarei eu contribuindo para a formação plena dando cópias de livros, trazendo folhas prontas, trabalhando como por exemplo separação silábica ela por ela só. Há todo um contexto por trás do verdadeiro ensinar. Não enchendo linhas ou até mesmo realizando cópias faz com que meu aluno esteja realmente aprendendo, mas fazewndo com que realmente participe das atividades tanto na construção como na execução.A aula terá um verdadeiro significado.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

“O menininho”, de Helen Buckley

Lendo o texto O memininho de Helen Buckley,pude recordar minha infancia escolar, a cópia e reprodução era bem marcante... Desenho pronto para pintar, linhas para preencher, e não eram poucas, quanta criatividade perdida, erámos tolidos em criar, montar, construir algo novo... No mural eram desenhos totalmente iguais uns aos outros, pois a professora deixava um modelo a seguir colado com uma fita no gradro negro.Ficávamos presos a a reprodução, se ficava igual o da professora era melhor ainda.
Penso que meu trabalho é bem mais que apresentar e moldar meus alunos a fazerem todos do mesmo jeito, desta forma de ensinar como irei tornar meu aluno letrado? O aluno precisa ser livre para fazer como ele gostaria que fosse, valorizando sua produção e o incentivando.
Isso também se aplica para outras áreas do conhecimento, não quero que meu aluno se torne mero reprodutor de algo, quero que ele mesmo produza e construa suas próprias conclusões.