sábado, 17 de abril de 2010

Horta Escolar


Iniciou no mês de março de 2010, em minha escola o Programa Mais Educação que foi implementado com apoio dos Ministérios da Educação, Esporte, Cultura e Desenvolvimento Social. As atividades têm como foco a melhoria do rendimento do aluno e do aproveitamento do tempo escolar e serão realizadas no contra turno. Com a idéia, pretende-se reduzir evasão, reprovação e distorções de idade-série. São ações educativas, artísticas, culturais, esportivas e de lazer atendem alunos no contra turno. Neste ano contamos com a Horta escolar tendo como monitoras (Maria Helena Hartz e Ketlyn Ferreira)e temos como parceiros a UPAN (União Protetora do Ambiente Natural, o Lions Clube Imigrante, a Escola Técnica Visconde de São Leopoldo da Feitoria (cursos: Agropecuária e Técnico em Florestamento). A Upan foi fundada em 1971 e atua em projetos do meio ambiente com seu lema: “pensar globalmente e agir localmente”; o Lions Imigrante fundado em 1980 atua na área da saúde, meio ambiente e educação. Os objetivos do projeto horta escolar: proporcionar conhecimento sobre educação ambiental, preparação dos canteiros e manejo de hortaliças, plantas medicinais e árvores nativas.
Penso que quando conseguimos trazer para nosssos alunos conhecimentos e experiencias que podem ser uteis para o seu dia-a-dia, como nos trás a reportagem do jornal VS em que um de nossos alunos encentivou ao pai para fazerem uma horta em sua casa, mais do que fazer a horta o aluno passou a ter conhecimento dos benefícios de uma refeição saudável com hortaliças que ele mesmo pode cultivar.

domingo, 11 de abril de 2010

Educação transformadora




Nesta segunda-feira 12/04 irei iniciar como estagiaria da turma, estou com bastante espectativas com a turma, é uma turminha bastante falante, que gosta de participar e contribuir isso facilitará bastante pois todos nós estaremos constrUindo juntos nossos conhecimentos. Paulo Freire , é para nós educadores uma fonte inspiradora.Quando iniciamos a ler suas trajetórias na educação o quanto foi criticado, quando delineou uma pedagogia da libertação, das classes oprimidas e não privelegiadas, na tentativa de elucidá-las e conscientizá-las politicamente, onde a alfabetização não se embasava em um sistema tradicional como o uso da cartilha. Sabemos que muitos educadores ainda estão enraizados nesse processo de ensino.
O método de alfabetização proposto por Freire, é relacionar o aluno com o objeto de estudo, é o trabalho com a compreensão da sua realidade, pelo compromisso social com a mudança, adotando como mecanismo de intervenção o conhecimento. Isso implica uma relação horizontal entre professor e aluno, uma vez que, de acordo com Freire, além de o homem situar-se num espaço-tempo, é inerente a ele a “vocação de ser sujeito” (p. 34). Por isso, o processo educativo escolar necessita auxiliar o ser humano a tornar-se sujeito, estabelecendo contrapontos com os fatos diários que lhe permitam ler e reler o contexto social em que está inserido.
O processo de mudança da realidade, certamente, passa pelo processo de conscientização do ser humano, possibilitando-lhe desmistificar a compreensão do mundo, que, muitas vezes, lhe é passada como algo dado, estático, acabado, fatalista. A educação, enquanto “ação política como prática da liberdade”, não pode ser desenvolvida descolada da realidade dos sujeitos que a constituem, tampouco, por meio de práticas narrativas, práticas da “educação bancária”, que reforçam as contradições na sociedade de classes. De outro modo, Freire refere a “educação problematizadora” como contraponto à “educação bancária”, que se refaz continuamente pela práxis, isto é, parte da relação homem-mundo em que “o diálogo impõe-se como o caminho pelo qual os homens encontram seu significado enquanto homens; o diálogo é, pois, uma necessidade existencial” (p.82-83). Precisamos nos libertar de ser conteúdistas, é fácil dar o que está pronto, porém será que é só isso que nossos alunos precisam, é preciso uma avaliação e seleção do que é realmente importante para seu desenvolvimento cognitivo.
Há alguns anos alcançamos uma clara consciência política, em que percebemos o poder que tínhamos em mãos e o quanto um currículo, determinado pelo poder público, podia manipular a formação da sociedade.Uma coisa é termos um currículo manipulador, determinista, que desenvolve cidadãos acríticos e passivos diante dos ditames da política e do poder capitalista, outra é termos um currículo que pode e deve formar o cidadão critico, mas que se molde e desenvolva as competências necessárias para poder competir e sair-se bem no mercado de trabalho, conquistando assim um emprego que lhe permitirá um digno sustento.
Trabalhar os conteúdos de forma procedimentar parece ser uma das alternativas de auxiliar os alunos no desenvolvimento das múltiplas competências, que hoje é tão exigidas pela sociedade, além é claro de ser a forma de desenvolver atitudes e mudanças de comportamentos nos alunos. É preciso selecionar o que pode ser descartado na lista de conteúdos, pois muitas vezes é repetido ano após ano sem trazer nenhum significado para o aluno.
O professor sem dúvida nenhuma tem uma grande missão, uma grande responsabilidade em suas mãos, já que ele precisa primeiramente ter um comprometimento com o que faz, sendo que ele instiga a consciência de seu aluno, fazendo-o despertar para que se torne um sujeito crítico, que consiga refletir sobre o meio em que vive, buscando melhorá-lo, encontrando suas necessidades a serem supridas, avançando para um futuro mais justo e consciente.
referêcias Bibliográficas :
FREIRE, Paulo : uma presença, uma experiência
SARTORI, Jerônimo e KRAHE: Conscientização com base em Paulo Freire
GIROUX, HENRY: Professores como intelectuais transformadores.

domingo, 4 de abril de 2010

Melhorar a leitura e escrita dos educandos























As histórias estão presentes em nossa cultura há muito tempo e o hábito de contá-las e ouvi-las tem inúmeros significados. Está relacionado ao cuidado afetivo, à construção da identidade, ao desenvolvimento da imaginação, à capacidade de ouvir o outro e à de se expressar. Além disso, a leitura de histórias aproxima a criança do universo letrado e colabora para a democratização de um de nossos mais valiosos patrimônios culturais: a escrita.
Por isso, é importante favorecermos a familiaridade das crianças com as histórias e a ampliação de seu repertório. Isso só é possível por meio do contato regular dos educandos com os textos, desde cedo, e de sua participação freqüente em situações diversas de conto e leitura. Sabe-se que os professores são os principais agentes na promoção dessa prática e a escola, o principal espaço para isso.
Pensando em melhorar a pratica de leitura e escrita da turma na qual irei realizar meu estagio, estive esta semana leventando algumas questões que nortearão meu planejamento futuro.
Como criar espaços convidativos para a leitura; convidar a familia a participar da leitura junto com os educandos; trabalhar junto com a professora da biblioteca; o que esta pratica ira contribuir na formação do educando.

sábado, 27 de março de 2010

Continuação observação de turma

A maioria possui dificuldades na leitura, escrita e construção do número.Elaborei algumas perguntas, quem possuia computador em casa( nenhum), Quem recebia jornal: 03 alunos, Quem costuma fazer leitura em casa: Liam os livros retirados da biblioteca. Para melhorar a leitura dos alunos pensei em criar um projeto de leitura com eles onde a família também poderá participar (sacolas para leitura), cantinho de leitura na sala. Será disponibilizado mais um horário no Laboratório de informática, irá facilitar a construção das nossas PROPOSTAS DE ARQUITETURAS PEDAGÓGICAS. Estou com bastante espectativas em dar início ao meu estágio.

domingo, 21 de março de 2010

Minha turma de estagio

Observação da turma de estagio


Esta é minha escola Clodomir Vianna Moog, esta situada no bairro Scharlau em são Leopoldo, trabalho desde o ano de 1999.
Nesta semana fui observar a turma ao qual irei realizar meu estagio é um terceiro ano, turno tarde, composta por 23 alunos, eles sentam-se em duplas a sala é ventilada, eles tem acesso ao armário de materiais, tem um cantinho de jogos. É uma turma bastante falante. Conversando com a professora regente ela descreveu que muitos possuem muitas dificuldades na aprendizagem. A professora regente estava trabalhando com escrita de texto, ela trouxe imagens de uma história onde ela iria questionando com a turma o que estava acontecendo nas cenas, após eles ganharam uma folha onde escreveram a data, nome e a história. Sentei ao lado de uma menina, ela esta escrevendo palavras conhecidas por ela, ela esta bastante insegura na escrita terei que partir do principio da alfabetização sílabas, palavras... Depois olhando as produções fiquei encantada pois a havia sequencia as histórias, deu para fazer uma boa avaliação do ponto em que terei que partir com a turma. Nosso laboratório de informática recebeu mais computadores, e também será ligado a internet, isso irá contribuir bastante para a construção das PROPOSTAS DE ARQUITETURAS PEDAGÓGICAS, falei com minha supervisora e ela tentará encaixar mais um dia no laboratorio, isso será muito bom pois terei que ensina-los as funções dos teclados, como pesquisar... Mas tenho certeza que iremos aprender muito juntos. Estou com bastante espectativas.

Minha regencia




No ano de 2010 estou coordenando o Programa Mais Educação que visa ampliar o tempo e o espaço educativo dos alunos da rede pública. O programa foi implementado com apoio dos Ministérios da Educação, Esporte, Cultura e Desenvolvimento Social. As atividades têm como foco a melhoria do rendimento do aluno e do aproveitamento do tempo escolar e serão realizadas no contra turno. Com a idéia, pretende-se reduzir evasão, reprovação e distorções de idade-série. São ações educativas, artísticas, culturais, esportivas e de lazer.
ATIVIDADES REALIZADAS: Acompanhamento pedagógico( Matemática e Letramento), Esporte e Lazer( Recreação e Tênis de Mesa), Cultura e Artes (Leitura, Dança e Pintura), Saúde Alimentação.
As crianças recebem 3 refeições diárias: Lanche da Manhã, almoço e lanche da Tarde, quando a merenda da escola for lanche, será feito almoço especialmente para as crianças do Mais Educação.
Quando a merenda da escola for comida salgada, as crianças do Mais Educação repetirão o cardápio no horário almoço, com alguma complementação, e receberão um lanche no turno que estão no programa.
Durante o horário do almoço as crianças serão acompanhadas pela Monitora de Alimentação e Saúde, que além de ajudar ao servir, terá a função de realizar atividades que orientem as crianças para uma alimentação correta e higiene.
As crianças serão, servim-se sozinhas, desenvolvendo a noção de autonomia e de consciência do não desperdício.
– Turmas atendidas: TURNO MANHÃ:
– 2A1, 2A2, 3A1 e 4A1
– TURNO TARDE:
– 3A2 e 4A2
Realizei junto com as monitoras um acompanhamento dos alunos desde o ano passado, percebemos uma melhora significativa na aprendizagem. No inicio do Programa fiquei preocupada pelo o fato dos educandos demonstrarem cansaço, mas aos poucos eles foram adaptando-se a nova rotina. Não poderei largar o Programa mais Educação,terei que fazer meu estagio a tarde sem intervalo ao meio dia, isso irá ser cansativo pelo fato de almoçar junto com as crianças .