<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364</id><updated>2011-11-06T10:51:27.103-08:00</updated><category term='Interdisciplinas: Literatura'/><category term='seminario integrador VII'/><category term='Escola Cultura e Sociedade'/><category term='DIDÁTICA'/><category term='Escola'/><category term='Portifólio-Ludicidade e Educação'/><category term='Seminário Integrador IV'/><category term='Portifólio -Literatura'/><category term='Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais'/><category term='QUESTÕES ÉTNICO-RACIAIS NA EDUCAÇÃO: SOCIOLOGIA E HISTÓRIA'/><category term='Projeto pedagógico e Currículo'/><category term='Organização e Gestão da Educação'/><category term='Portifólio-Teatro'/><category term='Música'/><category term='Psicologia da vida adulta'/><category term='Educação e Tecnologia da Comunicação e Informação'/><category term='•&#x9;Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação'/><category term='Lingua Brasileira de Sinais-Libras'/><category term='Seminário Integrador e Educaçãoe Tecnologias da Informação e Comunicação'/><category term='Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da psicologia II'/><category term='Ludicidade'/><category term='Representação do Mundo pelos Estudos Sociais'/><category term='Organização do Ensino Fundamental'/><category term='seminário integrador'/><category term='Representação do Mundo pelas Ciências Naturais'/><category term='Seminário Integrador V'/><category term='Seminário Integrador VI'/><category term='Filosofia da Educação'/><category term='Educação de Jovens e Adultos no Brasil'/><category term='Representação do Mundo pela Matemática'/><category term='Intedisciplica de Artes e Interdisciplina de Música'/><category term='Eixo 9'/><category term='PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO'/><category term='Portífolio- Artes'/><category term='Portifólio Música'/><category term='LINGUAGEM E EDUCAÇÃO'/><category term='Portifólio: Escola'/><category term='Avaliação do Eixo III'/><title type='text'>Ceres Hartz / TCC 2010</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>142</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-4462846090499192254</id><published>2010-12-10T02:58:00.001-08:00</published><updated>2010-12-10T03:02:06.562-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eixo 9'/><title type='text'>20ªpostagem:TCC “DESAFIOS DO USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO/ANOS INICIAIS”</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/TQIIddwJT5I/AAAAAAAAAtM/U5bApgYr6Bo/s1600/Pesquisa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/TQIIddwJT5I/AAAAAAAAAtM/U5bApgYr6Bo/s400/Pesquisa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5549006993169665938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;QUAL  A  CONTRIBUIÇÃO  DO USO DO COMPUTADOR NA ROTINA DE SALA DE AULA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALUNOS PESQUISADORES E AUTÔNOMOS&lt;br /&gt;As novas tecnologias não substituem o professor dos anos iniciais, mas modificam algumas de suas funções. Ele transforma-se agora no estimulador da curiosidade do aluno por querer conhecer, por pesquisar, por buscar as informações. &lt;br /&gt; Ele coordena o processo de apresentação dos resultados pelos alunos, questionando os dados apresentados, contextualizando os resultados, adaptando-os para a realidade dos alunos, o educador pode estar mais próximo dos alunos.&lt;br /&gt; Assim sendo, o processo de ensino-aprendizagem ganha um dinamismo, inovação e poder de comunicação até agora pouco utilizados. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/TQIIH3Rbu_I/AAAAAAAAAtE/AgvLsL9JJSs/s1600/Uso%2Bdo%2Bcomputador2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 191px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/TQIIH3Rbu_I/AAAAAAAAAtE/AgvLsL9JJSs/s400/Uso%2Bdo%2Bcomputador2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5549006622063049714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-4462846090499192254?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/4462846090499192254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=4462846090499192254' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4462846090499192254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4462846090499192254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/12/20postagemtcc-desafios-do-uso-de.html' title='20ªpostagem:TCC “DESAFIOS DO USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO/ANOS INICIAIS”'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/TQIIddwJT5I/AAAAAAAAAtM/U5bApgYr6Bo/s72-c/Pesquisa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1509815677938407377</id><published>2010-12-10T02:48:00.000-08:00</published><updated>2010-12-10T02:57:49.318-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eixo 9'/><title type='text'>19ª postagem:Tcc- “DESAFIOS DO USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO/ANOS INICIAIS”</title><content type='html'>O presente trabalho aborda sobre o tema desafios do uso de tecnologias digitais na educação nas séries iniciais. Atualmente, a maioria das crianças está em contato com as tecnologias, mudando seus modos de comunicação e de interação. Percebe-se, dessa forma, que o processo de ensino e aprendizagem necessita de inovações e mediações para realmente atingir seus objetivos dentro de uma sociedade em constante mudança.&lt;br /&gt;Nesta perspectiva foi realizado um estudo que enfatiza a utilização da Informática na escola e como esta pode provocar uma revolução educacional, além de fazer com que as instituições de ensino se atualizem adequando-se as exigências destes tempos para não se tornarem obsoletas e em atraso tecnológico.&lt;br /&gt;PROFESSOR DOS ANOS INICIAIS  X TECNOLOGIA DIGITAL&lt;br /&gt;Sabemos que estas ferramentas, se bem exploradas terão papel crucial no sucesso de uma revolução educacional que se faz necessária em um mundo de tantas revoluções conceituais seja na tecnologia, assim como no formato das relações institucionais. &lt;br /&gt;O Primeiro ponto de mudança e grande desafio é o aparelhamento das escolas, como salas de informática com disponibilidade de banda larga, equipamentos suficientes para que todos os alunos  possam exercitar e aprender os novos conhecimentos, onde poderão entender que a tecnologia  existente vai muito além do lúdico, sendo uma arma de eficácia incontestável na busca do saber. &lt;br /&gt;O segundo ponto de mudança e desafio encontra-se na prática educativa, a postura do professor dos anos iniciais, seu posicionamento frente à tecnologia digital em uso na educação. Essas são questões que determinam a eficácia do processo de construção do conhecimento. Processo este em que a interação entre sujeito e objeto se constitui de forma dialética, assim sendo, o que ensina também o aprende. O papel do professor é o mediador para que ocorra a aprendizagem.&lt;br /&gt;O terceiro ponto de mudança ou desafio está ligado diretamente à cultura da comunidade escolar, ao aprender a utilizar os equipamentos que venham a ser disponibilizados com zelo e responsabilidade. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;QUAL  A  CONTRIBUIÇÃO  DO USO DO COMPUTADOR NA ROTINA DE SALA DE AULA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa junto aos professores dos anos iniciais&lt;br /&gt;Conforme a delimitação do tema e os objetivos definidos no início deste estudo, os professores entrevistados foram escolhidos por trabalharem com os anos iniciais.&lt;br /&gt; Depois de realizada a coleta de dados através de entrevistas individuais, as respostas foram analisadas. Após a análise o estudo foi dividido em quatro enfoques. &lt;br /&gt; O primeiro aborda se os professores realizaram alguma especialização ou curso de informática. &lt;br /&gt; Para os cinco professores entrevistados, um relatou não ter feito curso, um realizou quatro, um dois, um seis e o último professor um curso. Percebe-se que vem crescendo o número de professores que procuraram atualizar-se e apropriar-se de conhecimentos no que diz respeito à tecnologia educacional.&lt;br /&gt; O segundo aponta o tipo e a quantidade de equipamento estão disponíveis na escola em que atua. &lt;br /&gt; Através das respostas pode-se perceber em todas as escolas dos entrevistados possuem equipamento de informática.&lt;br /&gt; O terceiro aborda qual a motivação por trabalhar com equipamentos de informática no exercício de sua função pedagógica. &lt;br /&gt; Através das respostas percebe-se que duas professoras entrevistadas não se sentem motivadas e não gostam de trabalhar com informática, e três entrevistas gostam e acreditam que a utilização da informática auxilia na prática educativa.&lt;br /&gt;O quarto trás a opinião dos professores sobre a ferramenta educacional (uso da informática) contribui para uma melhora no desempenho  do ensino e aprendizagem dos seus alunos.&lt;br /&gt; Com as respostas obtidas percebe-se que quatro responderam que sim a utilização da informática contribui para o ensino aprendizagem dos alunos e somente uma das professoras entrevistas respondeu que não, ela vê como perda de tempo.&lt;br /&gt; De acordo com as respostas dos professores, ficou evidenciado que alguns professores sentem-se preparados e gostam de trabalhar informática com seus alunos. Porém ainda há alguns professores que se sentem despreparados, a falta de experiência com as tecnologias digitais e a dificuldade de manejo do computador enquanto motivadores para a resistência apresentada em trabalhar com os alunos em laboratórios de informática.  &lt;br /&gt;Na escola em que foi realizada a pesquisa para levantamento de dados há uma coordenadora que atende os alunos, o professor titular não precisa ficar junto. Conforme o relato de uma das entrevistadas não há uma extensão de sala de aula, observam-se práticas em que há apropriação equivocada dos artefatos tecnológicos, utilizando-os como ferramentas para confirmar métodos que não oferecem possibilidade aos alunos de construir conhecimentos significativos, como, por exemplo, usar o computador para copiar textos da internet, sem refletir sobre eles, jogam jogos sem terem objetivos de aprendizagem. &lt;br /&gt; As instituições de ensino precisam pensar em estar instrumentalizando estes educadores para que possam ter mais confiança no momento em que precisarem se valer das tecnologias digitais. Oferecer aos professores dos anos iniciais uma formação de qualidade na área das tecnologias digitais, para que estes possam apropriar-se de informações e aplicá-las com seus alunos.&lt;br /&gt;Conforme Moran (2000), ensinar com as novas mídias será uma revolução se mudarmos simultaneamente os paradigmas convencionais do ensino, que mantêm distantes professores e alunos. Caso contrário, conseguiremos dar um verniz de modernidade, sem mexer no essencial.&lt;br /&gt; A escola precisa superar suas dificuldades e o poder de transformação está na ação de seus profissionais, no sentido de produzir uma educação de qualidade e isso inclui instrução, desenvolvimento de conhecimento e habilidades e formação da cidadania. &lt;br /&gt;Proponho pensar as tecnologias da informática, na escola, em termos de desafios que temos a enfrentar hoje em Educação e como possibilidade de repensarmos as práticas pedagógicas e outros modos de ensinar e aprender conhecimentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1509815677938407377?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1509815677938407377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1509815677938407377' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1509815677938407377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1509815677938407377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/12/19-postagemtcc-desafios-do-uso-de.html' title='19ª postagem:Tcc- “DESAFIOS DO USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO/ANOS INICIAIS”'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1732234049324470698</id><published>2010-11-01T15:39:00.000-07:00</published><updated>2010-11-25T13:46:54.922-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lingua Brasileira de Sinais-Libras'/><title type='text'>18ª Libras</title><content type='html'>&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/surdos.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/surdos.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/seu-nome-e-jonas.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/seu-nome-e-jonas.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como esclarecem Quadros e Karnopp (2004) ao afirmarem que as línguas de sinais são tão complexas quanto outras línguas orais. Muitas vezes as pessoas acham que sabem a língua de sinais porque sinalizam alguns gestos e sinais. Também sobre a importância da inserção do surdo em uma comunidade surda que se dá em razão do convívio e das relações dentro de um mesmo objetivo, Padden e Humphires (2000, p. n5) “... uma comunidade é um sistema social geral, no qual um grupo de pessoas vivem juntas, compartilham metas comuns e partilham certas responsabilidades umas com as outras.” As raizes da história de educação dos surdos  é marcada por vários fatores. Eles eram rejeitados pela sociedade, os surdos não podiam casar, eram considerados inferiores e eram isolados em asilos, para que pudessem ser protegidos, eles eram vistos como “anormais” ou “doentes”, poucos reconheciam os sujeitos surdos como cidadãos. Estamos inseridos em uma sociedade onde a cultura baseia-se na comunicação verbal. Não há uma adequação suficiente em instituições de ensino, são poucas ainda as que existem com especialização e mesmo assim não conseguem atender a todos que precisam e às vezes possuem custos muito altos, os professores, nem todos tem formação adequada em todas às áreas a serem contempladas, muitas pessoas buscam e esperam por mais apoio, mais aceitação dentro desta sociedade que procura um modelo de pessoa que não existe, pois cada pessoa é única, possui limitações, interesses próprios, necessidades e personalidade própria. A própria legislação já vem modificando nossos costumes, a inclusão de alunos com necessidades especiais nas escolas,  foi um grande passo para isso, a obrigatoriedade na melhor formação dos professores será outro avanço. É importante conhecer a Cultura dos mesmos, através da participação e vivência na comunidade Surda, aceitação da diferença e paciência para integração nela.  A escola é um lugar onde uma rede complexa de significados e comportamentos são compartilhados na convivência entre todos. Todos ganharemos com a inclusão, aprenderemos a respeitar, a conviver com as diferenças, aprenderemos a sermos mais afetuosos, deixando de lado um pouco o excesso de individualidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1732234049324470698?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1732234049324470698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1732234049324470698' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1732234049324470698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1732234049324470698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/11/18-libras.html' title='18ª Libras'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-305521612078911622</id><published>2010-11-01T15:36:00.000-07:00</published><updated>2010-11-25T13:43:52.526-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DIDÁTICA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO'/><title type='text'>17ª Reflexão: Didática e planejamento</title><content type='html'>&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/contribuicoes-para-didatica.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/contribuicoes-para-didatica.html&lt;/a&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/planejamento.html"&gt;&lt;br /&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/planejamento.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/projetos-de-estudos.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/projetos-de-estudos.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/temas-geradores.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/temas-geradores.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/avaliar.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/avaliar.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O educador tem um papel muito importante na formação do aluno como agente na sociedade. Estarei eu contribuindo para a formação plena dando cópias de livros, trazendo folhas prontas, há todo um contexto por trás do verdadeiro ensinar. Não preenchendo linhas ou até mesmo realizando cópias faz com que o aluno esteja realmente aprendendo, mas fazendo com que realmente participe das atividades tanto na construção como na execução. A aula terá um verdadeiro significado.O professor precisa ser criativo em avaliar, pois é através dos resultados da avaliação que ele faz um diagnóstico das aulas, bem como  ajustes nos conteúdos e estratégias a serem planejadas. Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos, Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria das escolas (isto é escolas burguesas) que ele qualificou de educação bancária, nela,  o professor age como quem deposita conhecimento num aluno apenas receptivo e dócil, sua tônica fundamentalmente reside em mudar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador a criatividade. Seu método não visa apenas tornar mais rápida e acessível aprendizado, mas pretende habilitar o educando a ler o mundo trata-se de aprender a ler a realidade, conhecê-la para em seguida poder reescrever essa realidade transformá-la. Nosso papel como educadores não é falar  sobre a nossa visão do mundo, ou tentar a impôr, mas dialogar com ele sobre a sua e a nossa. Temos de estar convencidos de que a sua visão do mundo é aquela que se manifesta de forma natural ao ambiente onde o mesmo está inserido. Planejar não é um ato mecânico que se respondem os tais questionamentos “para quê” e “como”, selecionando ferramentas, técnicas para atingir determinado objetivo. O fazer planejamento implica em etapas, sendo fundamental o conhecer os envolvidos na prática, professor e aluno, bem como seu contexto social, possibilidades, vivências. A partir de algumas destas reflexões as ações serão organizadas, executadas e revistas para sempre que necessário  sejam reconstruídas. Ao planejar fazermos escolhas, anotações, elencamos prioridades e pesquisamos, por se tratar de algo trabalhoso quando bem fundamentada, encontra-se cada vez mais abandonada ou detendo-se apenas no como fazer. Quando se fala aqui em planejamento espera-se romper com aquele fazer burocrático cheio de planilhas a serem preenchidas com datas, objetivos, estratégias e metas dissociados de um verdadeiro pensar e agir em educação. Só assim se cumprirá o objetivo de planejar tornando este momento um decidir e construir um futuro melhor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-305521612078911622?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/305521612078911622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=305521612078911622' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/305521612078911622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/305521612078911622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/11/17-reflexao-didatica-e-planejamento.html' title='17ª Reflexão: Didática e planejamento'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-2076626207665952621</id><published>2010-11-01T15:35:00.000-07:00</published><updated>2010-11-25T13:37:16.153-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LINGUAGEM E EDUCAÇÃO'/><title type='text'>16ª Reflexão: Alfabetização e o letramento</title><content type='html'>&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/leitura-escrita-e-oralidade-como.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/leitura-escrita-e-oralidade-como.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/leitura.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/leitura.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alfabetização e  o letramento não acontece com o ingresso das crianças na escola, como diz Freire “o ato de aprender a ler e escrever deve começar a partir de uma compreensão muito abrangente do ato de ler o mundo”. Na atualidade nas classes mais populares, há uma grande quantidade de material escrito, anos atrás isso não acontecia, sendo o livro didático  escolar muitas vezes um dos primeiros contatos com a escrita. O educador deve sempre levar em consideração o conhecimento prévio de cada indivíduo, desta forma partir do que cada um sabe e oferecer oportunidade de reflexão e prática até chegar a um nível de leitura, escrita e interpretação que nivele a turma, para só então partir para searas mais avançados do saber. Desta forma, é essencial o contato com textos dos mais diferentes tipos e o incentivo à escrita. Isto tudo mediado pelos temas trabalhados e suportado por materiais auxiliares.  A leitura, a escrita e a oralidade como artefatos culturais segundo  o texto de Trindade ( 2005 ) Fala-se/escreve-se/lê-se sempre do mesmo jeito? Que diferenciações podem ocorrer em relação à fala ou à escrita? Pensamos sobre a aquisição da linguagem e seus usos através de vários sistemas representacionais e reconhecemos alguns desses sistemas como "verdadeiros" ou "mais verdadeiros" em determinadas épocas e contextos culturais. Assim, as representações de leitura, escrita e oralidade são construídas a partir de determinadas práticas culturais e estruturas sociais e de acordo com as demandas e necessidades da escola. Para o autor, a representação é produção de sentido através da linguagem, sendo que a linguagem não trabalha como espelho, por não existir uma simples relação de reflexo, imitação ou correspondência um-a-um entre linguagem e mundo cotidiano. Como as representações são noções que se estabelecem discursivamente, instituindo significados, interessa examinar como os discursos são construídos em meio ao uso diário e vivência, por uma política de representação na escola, na vida social, na vida familiar e na vida profissional. Os conceitos presentes no texto, refletidas através da história pedagógica do nosso país, suas bases e pensadores, levam as autoras em linha reta aos questionamentos quanto ao que é verdade em falar/escrever/ler.  As inovações diante do que provavelmente seriam positivas para determinado tempo histórico - social.  Em uma sociedade marcada pelas diferenças, pela desigualdade e pela complexidade das relações sociais não é tarefa fácil promover interações culturalmente positivas nas salas de aula&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-2076626207665952621?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/2076626207665952621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=2076626207665952621' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2076626207665952621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2076626207665952621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/11/16-reflexao-alfabetizacao-e-o.html' title='16ª Reflexão: Alfabetização e o letramento'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-3125524744457199102</id><published>2010-11-01T15:33:00.000-07:00</published><updated>2010-11-25T13:34:05.303-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Jovens e Adultos no Brasil'/><title type='text'>15ª Educação de jovens e adultos</title><content type='html'>&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/alfabetizacao-e-pedagogia-do.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/alfabetizacao-e-pedagogia-do.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/alunos-do-eja.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/alunos-do-eja.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/saida-de-campo.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/saida-de-campo.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O tema “educação de jovens e adultos” nos remete primordialmente a uma questão de especificidade cultural. O primeiro traço cultural relevante para esses jovens e adultos é a sua condição de excluídos da escola regular. Um segundo ponto a ser mencionado é o fato de que a escola funciona com base em regras específicas e com uma linguagem particular que deve ser conhecida por aqueles que nela estão envolvidos. Por fim, o último elemento diz respeito às possíveis relações entre a cultura e a produção de diferentes modos de funcionamento intelectual, o que se organiza a partir de três formas de compreensão: a que afirma a existência da diferença entre membros de diferentes grupos culturais, a que busca negar a importância da diferença e a que recupera a idéia da diferença em outro plano. (OLIVEIRA, Marta Kohl de. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. Revista Brasileira de Educação, Set./Out./Nove./ Dez. 1999, n. 12, p. 59-73.)   &lt;br /&gt;O trabalho com  EJA, sem dúvida é uma conquista social e cidadã, onde pessoas encontram a dignidade, o direito a educação, mesmo que for a do tempo tido como o correto em tenras idades, nunca é tarde para se aprender. O ser humano vive em constante aprendizado, com ideais diferenciados, desde aprimorar conhecimentos a melhorar sua condição profissional, assim como a busca pelo reconhecimento social e a confiança de viver em um mundo supostamente igual a todos. Educadores como Paulo Freire, acreditavam na educação cidadã, mesmo que houvesse grande descrença de muitos, porém nos dias de hoje, já percebemos que este tipo de educação é uma realidade. Podemos verificar que educar e aprender é um processo constante, onde se deve considerar todas as necessidades e variáveis possíveis, inclusive que nossas experiências cotidianas são elementos e ferramentas de sublime utilidade em nosso processo de aprendizagem. Aprendemos que se não considerar o cotidiano e cultura do ambiente onde o educando está inserido não será um aprendizado completo e eficaz. A alfabetização hoje além de um direito cidadão é uma forma de conquistar a dignidade como ser humano, de interagir na sociedade, não considerar esse direito fundamental é como desconsiderar a vida em sociedade e a busca pela justiça social e igualdade entre todos. Em dado momento de nossa história, a alfabetização era utilizada como capital cultural privilegiado, mantendo a grande maioria alijada das decisões e da vida econômica da sociedade, criando os grupos subalternos. Atualmente há o entendimento de que todos têm o direito fundamental à educação, conquistando sua fatia na distribuição desse tipo de moeda cultural e a inclusão na vida econômica da sociedade onde está inserido. Não somente a educação de Jovens e Adultos, como a educação como um todo, representa uma possibilidade que pode contribuir para efetivar um caminho e desenvolvimento a todas as pessoas, sem distinção de idade, raça ou condição social. Planejar esse processo é uma grande responsabilidade social e educacional, cabendo ao professor no seu papel de mediar o conhecimento, ter uma base sólida de formação. Não basta somente capacitação dos alunos para futuras habilitações nas especializações tradicionais. Trata-se de ter em vista a formação destes para o desenvolvimento amplo do ser humano, tanto para o mercado de trabalho, assim como para o viver em sociedade. Na educação de jovens e adultos precisamos contar com profissionais abertos à troca de experiências, abertos a composição de disciplinas, uma vez que no cotidiano elas se apresentam em conjunto. Integrar os alunos à vida escolar, utilizando as experiências deles em sala, fazendo com que possam interagir, respeitando as diferenças sociais, culturais e religiosas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-3125524744457199102?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/3125524744457199102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3125524744457199102' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3125524744457199102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3125524744457199102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/11/15-educacao-de-jovens-e-adultos.html' title='15ª Educação de jovens e adultos'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8116182531648918159</id><published>2010-11-01T15:30:00.000-07:00</published><updated>2010-11-25T13:29:41.410-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='QUESTÕES ÉTNICO-RACIAIS NA EDUCAÇÃO: SOCIOLOGIA E HISTÓRIA'/><title type='text'>14ª Questões Étnico-Raciais na educação</title><content type='html'>&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/etnias-e-racas.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/etnias-e-racas.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/05/os-indios-no-brasil-quem-sao-e-quantos.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/05/os-indios-no-brasil-quem-sao-e-quantos.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/06/verdadeira-realidade-dos-indios.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/06/verdadeira-realidade-dos-indios.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Questões Étnico-Raciais na educação: Sociologia e História:Trabalhar sobre a discriminação racial nas Séries Inicias é ao mesmo tempo um tema indispensável e complexo. Indispensável porque é neste momento que a criança está em formação física, cognitiva e moral, sendo assim, a intervenção pedagógica poderá contribuir para que ela venha conviver nesta sociedade, de múltiplas configurações étnicas, religiosas, culturais, compreendendo essas diferenças e como são produzidas na sociedade.Complexo, pois envolve não somente os preconceitos dos alunos/as, mas também dos próprios professores. Em função disso muitas vezes este tema ou é tratado de forma superficial, enfatizando só o sentimento de consideração por ter o negro contribuído para a construção da ‘nação brasileira’, ou é simplesmente ignorado. Sei que trabalhar com a discriminação é uma tarefa para ser construída todos os dias, pois ela é bem presente e vem sendo construída na sociedade e é nosso papel instruir nossos alunos a respeitarem raças, etnias e culturas diferentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8116182531648918159?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8116182531648918159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8116182531648918159' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8116182531648918159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8116182531648918159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/11/14-questoes-etnico-raciais-na-educacao.html' title='14ª Questões Étnico-Raciais na educação'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-5781846750839292014</id><published>2010-11-01T15:28:00.001-07:00</published><updated>2010-11-25T13:23:49.460-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia da Educação'/><title type='text'>13ª Aprendendo a argumentar</title><content type='html'>&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/premissas-e-conclusao.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/premissas-e-conclusao.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um argumento é a justificação de uma idéia, opinião, concepção, tese. Argumentar é dar razões para se pensar algo ou agir de um determinado modo. Quando argumentamos nós queremos convencer alguém de que nossas idéias ou nossa forma de agir são corretas, ou que as idéias e as formas de agir de outra pessoa são ou não corretas.É preciso distinguir o argumento da mera explicação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-5781846750839292014?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/5781846750839292014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=5781846750839292014' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5781846750839292014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5781846750839292014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/11/13-aprendendo-argumentar.html' title='13ª Aprendendo a argumentar'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-5289744387043248214</id><published>2010-11-01T15:27:00.000-07:00</published><updated>2010-11-25T13:19:49.686-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais'/><title type='text'>12ª Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais</title><content type='html'>&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/03/historia-deficiencia-e-educacao.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/03/historia-deficiencia-e-educacao.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/inclusao-e-educacao-especial.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/inclusao-e-educacao-especial.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/inclusao.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/inclusao.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/05/alunos-com-nee.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/05/alunos-com-nee.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/07/inclusao.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/07/inclusao.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizando um Dossiê ( Inclusão) pude compreender melhor o quanto é importante nos apropriarmos de informações diversas sobre vários tipos de Necessidades Especiais bem como a importância de termos um olhar diferenciado sobre o aluno(a) procurando oferecer a ele(a) meios , recursos, para que ele possa progressivamente apropriar-se de saberes, e que através de trocas suas relações afetivas venham a ampliar-se e que esta interação com o outro venha contribuir para o seu desenvolvimento cognitivo. Todos ganham com a inclusão, aprendemos a respeitar, a conviver com as diferenças, aprendemos ser mais afetuosos, esquecemos da individualidade.&lt;br /&gt;Aceitar e valorizar a diversidade de classes sociais, de culturas, de estilos individuais de aprender, de habilidades, de línguas, de religiões e etc, é o primeiro passo para a criação de uma escola de qualidade para todos.Todos os indivíduos portadores de necessidades especiais devem ter garantido o seu direito de acesso e permanência no ensino regular, possibilitando, assim, uma vida independente e uma postura critica perante os fatos ocorridos no cotidiano. Em contrapartida o aluno que não é portador de necessidade especial terá a oportunidade, desde cedo, de conviver com as diferenças e desta maneira aceitá-las e, sobretudo respeitá-las. O conceito de deficiência não pode ser confundido com o de incapacidade, cada sujeito tem o seu ritmo próprio de aprendizagem. Não se pode aceitar que uma criança com deficiência seja simplesmente colocada no mesmo espaço que as demais, sem que a escola se preocupe em atender suas necessidades educacionais especiais. Ao mesmo tempo em que freqüentam a classe comum, os alunos têm direito a um apoio pedagógico especializado, em outro horário. Têm direito, também, aos recursos materiais e pedagógicos para facilitar e garantir o aprendizado do currículo escolar.&lt;br /&gt;Um exemplo de que é possível incluir um aluno com AEE, temos uma aluna com DM, ela era copista, não produzia nada sozinha, aos poucos foi criando autonomia, agora lê e escreve pequenas frases, isso foi um grande avanço, penso que incluir um aluno de Inclusão é isso, é fazer com que ele se torne atuante em sala de aula, é cobrar, é fazer com que toda a turma aprenda com as diferenças, o professor tem um papel fundamental neste processo de aprendizagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-5289744387043248214?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/5289744387043248214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=5289744387043248214' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5289744387043248214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5289744387043248214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/11/12-educacao-de-pessoas-com-necessidades.html' title='12ª Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-250720314707783426</id><published>2010-11-01T15:20:00.000-07:00</published><updated>2010-11-25T13:13:40.309-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola Cultura e Sociedade'/><title type='text'>11ª Escola cultura e sociedade</title><content type='html'>&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/08/enfoque-temtico-ser-professora-e-suas.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/08/enfoque-temtico-ser-professora-e-suas.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/enfoque-temtico-construo-de-concepes-de.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/enfoque-temtico-construo-de-concepes-de.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/os-trs-tipos-puros-de-dominao-legtima1.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/os-trs-tipos-puros-de-dominao-legtima1.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/enfoque-temtico-construo-de-concepes-de_26.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/enfoque-temtico-construo-de-concepes-de_26.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/10/enfoque-temtico-construo-de-concepes-de.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/10/enfoque-temtico-construo-de-concepes-de.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/semana-11-e-12-enfoque-temtico-trabalho.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/semana-11-e-12-enfoque-temtico-trabalho.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/semana-13-e-14-enfoque-temtico-educao.html&lt;br /&gt;Sei que não há uma valorização do Magistério, e também que a profissão docente não é nada fácil. Entrei para o curso de Pedagogia pois esta profissão sempre me fascinou. O poder que o professor exerce em sua turma, o fascínio, o carinho, a admiração que os alunos demonstram por seu mestre. Estou trabalhando com educação aproximadamente dez anos, a cada ano me deparo com novos desafios, cabeças diferentes, objetivos e metas a serem traçados.&lt;br /&gt; Na medida em que um dos objetivos do professor é criar condições que possibilitem a aprendizagem de conhecimentos pelos alunos, num contexto de interação com eles, a gestão da matéria torna-se um verdadeiro desafio pedagógico. ( TARDIF,  2003 ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Concordo, é um desafio planejar e traçar objetivos para uma mesma turma em etapas e desenvolvimento cognitivo diferente, como fazer com que todos aprendam de forma significativa? Como envolve-los pelo o assunto trabalhado e que tenham mais autonomia? O professor precisa motivar a turma antes de abordar o assunto, pois a motivação desperta a curiosidade o interesse sobre o tema, procurar despertar neles a curiosidade em aprender. Quando o assunto for abordado eles olharão com outros olhos. Precisamos dominar bem a matéria a ser trabalhada, adapta-la conforme a realidade dos alunos para que eles possam ter uma boa compreensão.&lt;br /&gt;  O problema principal do trabalho docente consiste em interagir com alunos que são todos diferentes uns dos outros e, ao mesmo tempo, em atingir objetivos próprios a uma organização de massa baseada em padrões gerais. Embora trabalhe em grupos, o professor deve agir sobre os indivíduos (Messeing et alli, 1995, TARDIF, Maurice 2003).&lt;br /&gt; Um profissional do ensino, guiado por uma ética do trabalho é confrontado diariamente com problemas para os quais não existem receitas prontas. Trabalhamos com vidas, o que diferencia das outras profissões, aumentando ainda mais nossa responsabilidade em educar com seriedade, preparando este para atuar em uma sociedade competitiva, onde possa exercer seu direito como cidadão atuante e crítico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-250720314707783426?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/250720314707783426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=250720314707783426' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/250720314707783426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/250720314707783426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/11/11-escola-cultura-e-sociedade.html' title='11ª Escola cultura e sociedade'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-6686675711445318410</id><published>2010-11-01T15:13:00.000-07:00</published><updated>2010-11-25T13:05:39.930-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia da vida adulta'/><title type='text'>10ª Desafios na relação professor-aluno</title><content type='html'>&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/transformaes-na-convivncia-segundo.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/transformaes-na-convivncia-segundo.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/aula-6-aprendizagem-na-vida-adulta.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/aula-6-aprendizagem-na-vida-adulta.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/projeto-de-psicologia-tema-adulto-jovem.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/projeto-de-psicologia-tema-adulto-jovem.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Erickson, desenvolver relacionamentos íntimos é uma tarefa crucial para um adulto jovem, onde, tradicionalmente é neste período que as pessoas formam relacionamentos que podem se estender pela maior parte de suas vidas, baseados em amizade, amor, sexualidade e intimidade. Nesta fase é comum uma necessidade de se pertencer, firmar um relacionamento estável, íntimo e amoroso, motivando o comportamento humano, a qual afeta a mente, o corpo e o estado de espírito.&lt;br /&gt; O que também acarretou muito esta mudança desenfreada de personalidade do adulto jovem foi a mídia. Ela impõe padrões, desperta desejo e busca desde a adolescência uma “cultuação” com o corpo, consumismo e preconceitos baseados em moldes sociais, que refletem muito na personalidade de nossos jovens. Adolescentes que a cada dia amadurecem mais cedo serão, aqueles adultos jovens, que não concluirão por inteiro suas etapas em sua fase. Jovens bulêmicas, que apenas pensam em satisfazer uma aquisição de um padrão estético perfeito, jovens que começam a trabalhar desde cedo, sem preocupação de adquirir uma posição na sociedade, mas apenas ter condições de financiar uma estética, padrão de beleza e de moda. Outro fator que tem mostrado muitos aspectos que desencadearam mudanças bruscas na personalidade dos adultos jovens é o uso de drogas, álcool e direção perigosa. O desejo de mostrar uma posição de força e capacidade incondicional, que levam apenas a uma triste realidade, muitas vezes sem volta. O fato é que sem rumo em sua vida, sem conseguir suprir seus desejos íntimos de estabilidade emocional, afetivo e sexual, o jovem transfere impulsos para outros mecanismos, como uma forma de defesa e de estornar estes desejos reprimidos.&lt;br /&gt; Não é que o jovem de hoje, não possua mais aquela personalidade de necessitar de intimidade e estabilidade emocional, mas sim a sociedade colocou obstáculos para que ele consiga suprir suas necessidades. As cobranças são variáveis, desde da parte econômica, onde o jovem precisa trabalhar para ajudar os pais e não consegue adquirir sua própria independência, devido a falta de condições e estabilidades sociais em que vivemos, ou trabalha desde cedo, mas apenas consegue manter o padrão imposto pela sociedade capitalista e consumista a qual estamos submetidos, não conseguindo estabilizar-se entre a independência e a responsabilidade econômica, precisando ainda do apoio da família para ampará-lo materialmente.&lt;br /&gt; O fato é que o jovem de hoje, é um reflexo da nossa sociedade. Ele está reprimindo seus desejos, para atender os padrões sociais. Os adolescentes estão amadurecendo mais cedo, mas nossos adultos estão amadurecendo mais tarde, como uma forma de resgate das fases que foram deixadas de lado na adolescência. O jovem tem deixado de lado o desejo de intimidade e de estabilidade de relação emocional, não por não querer, mas pelo não conseguir, devido às cobranças impostas pela sociedade. O reflexo disso tem desencadeado muitos transtornos em sua personalidade, em sua conduta, criando uma postura diferenciada do que de fato ele deveria possuir conforme a fase em que está estabelecido.&lt;br /&gt;  A escola tem um papel importante na educação do jovem adulto pois o trabalho com a diversidade de informações como uso de drogas, gravidez, doenças entre outros assuntos,  são importantes como base na tomada de decisões. Sabemos que em muitas famílias não são falados esses assuntos por vergonha ou tabu. Ficando o jovem sem informações  necessárias para a tomada de decisões,  e também fica mais vulnerável em tomar caminhos errados seguindo influencias negativas. Minha escola está implantando a sétima-série, este ano recebemos um aluno de outra escola ( ele havia aprontado horrores lá, desde desrespeito e agressão ao uso de drogas), a mãe esteve em nossa escola para explicar toda situação, a mãe toma anti-depressivos fortíssimos, o pai consome álcool e agride a mãe, o aluno não tem um referencial( família), como pode os professores ajuda-lo? É bastante difícil, ele quando conversa com a gente parece que está entendendo tudo, que irá mudar de comportamento. Transformações da convivência, é constantemente aprender com elas,  aceitar e conviver com as diferenças, pois é muitas vezes por elas que temos maiores aprendizagens. Também há conflitos típicos nas reuniões em minha escola, para decidirmos algo o grupo entra em atritos,  geralmente são coisas simples de resolver e é complicada pela maioria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-6686675711445318410?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/6686675711445318410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=6686675711445318410' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6686675711445318410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6686675711445318410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/11/10-desafios-na-relacao-professor-aluno.html' title='10ª Desafios na relação professor-aluno'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-7732763915009475337</id><published>2010-11-01T15:09:00.000-07:00</published><updated>2010-11-25T13:00:53.724-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Organização e Gestão da Educação'/><title type='text'>9ª Reflexão: Gestão escolar</title><content type='html'>&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/08/estado-educao-e-polticas-educacionais.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/08/estado-educao-e-polticas-educacionais.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/temtica-competncias-das-esferas-de.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/temtica-competncias-das-esferas-de.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/educao-bsica-no-brasil-mdulo-3.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/educao-bsica-no-brasil-mdulo-3.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/10/mdulo-4-financiamento-da-educao.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/10/mdulo-4-financiamento-da-educao.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/temtica-diretrizes-curriculares.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/temtica-diretrizes-curriculares.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Democracia onde consiste em uma forma de organização da vida em sociedade que pressupõe participação e autonomia na educação com poderes reconhecidos na tomada de decisões onde professores, juntamente com os pais e funcionários vem construindo a gestão democrática na escola.&lt;br /&gt; Na atualidade os processos de descentralização da gestão escolar representa uma das mais importantes tendencias dos recursos educacionais, processos que estão contribuindo para construção de uma escola democrática.&lt;br /&gt;  A gestão democrática exige a compreensão em profundidade dos problemas postos pela prática pedagógica, e visa romper com a separação entre concepção e execução, entre o pensar e o fazer, entre teoria e prática. Busca resgatar o controle do processo e do produto do trabalho dos educadores. (VIEGA, 1997, p. 18).&lt;br /&gt; Diante da idéia de Viega (1997) podemos entender gestão democrática como um processo político através do qual as pessoas na escola discutem, deliberam e planejam, solucionam problemas e os encaminham, acompanham, controlam e avaliam o conjunto das ações voltadas ao desenvolvimento da própria escola. Este processo, sustentado no diálogo e na alteridade, tem como base a participação efetiva de todos os segmentos da comunidade escolar, o respeito a normas coletivamente construídas para os processos de tomada de decisões. Outro fator importante para a sustentabilidade da escola é que a relação entre as pessoas é uma relação horizontal, ou seja, uma relação entre iguais.&lt;br /&gt; É importante saber que, numa gestão democrática, é preciso lidar com conflitos e opiniões diferentes. O conflito faz parte da vida. Mas precisa-se dialogar com os que pensam diferentes, e juntos, negociar. Para NAVARRO (2004, p.13) a gestão democrática implica a efetivação de novos processos de organização e gestão baseados numa dinâmica que favoreça os processos coletivos e participativos de decisão.&lt;br /&gt; A consciência e a prática democrática precisam ser exercidas dentro da Escola, a fim de que toda sociedade possa saber colocar em prática sua cidadania de forma consciente, intervindo na realidade em que se vive, e assim transformá-la. A gestão democrática da educação formal está associada ao estabelecimento de mecanismos legais e institucionais e à organização de ações que desencadeiem a participação social: na formulação de políticas educacionais; no planejamento; na tomada de decisões; na definição do uso de recursos e necessidades de investimento; na execução das deliberações coletivas; nos momentos de avaliação da escola e da política educacional.&lt;br /&gt; É importante que as escolas implementem alguns mecanismos de participação, tais como: conselhos de classe participativos, grêmios estudantis e conselhos escolares, o que vai ao encontro do que foi estabelecido no Eixo III da I Conferência Municipal de Educação. Pois, todos estes instauram uma dinâmica que se efetiva como um processo de aprendizado político fundamental para construção de uma cultura de participação e de gestão democrática na escola e, conseqüentemente, para a instituição de uma nova cultura escolar.&lt;br /&gt; A seguir serão apresentadas algumas estruturas que favorecem a gestão democrática nas escolas públicas municipais incluindo Círculo de Pais e Mestres, Conselho Administrativo Pedagógico, Conselho de Classe Participativo, Grêmios Estudantis, Conselhos Escolares, Escola Aberta.&lt;br /&gt; O círculo de Pais e Mestres (C.P.M) tem como objetivo contribuir com o processo educacional e a integração família-escola-comunidade. Representa uma tentativa de participação da família e da comunidade nos processos educativos que envolvem as crianças especialmente em sua vida escolar. Como a escola não tem autonomia de movimentar recursos financeiros diretamente, é através do C.P. M que recebe repasses do FNDE/MEC, Convênio com a Prefeitura Municipal e também por meio de contribuições espontâneas, eventos e promoções, projetos e doações de terceiros. &lt;br /&gt;   Neste sentido, não basta estatuir normas formais para democratizar a gestão da escola, é preciso democratizar as práticas de toda a comunidade escolar, e para tal, é preciso encarar a democracia como um princípio ético-político que necessita ser cultivado em todos os espaços de relações sociais. Estamos construindo uma escola democrática, sabemos que estamos dando nossos primeiros passos rumo a uma nova escola onde a tomada de decisão é descentralizada e participativa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-7732763915009475337?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/7732763915009475337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=7732763915009475337' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7732763915009475337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7732763915009475337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/11/abordagem-19-reflexao-escola-como.html' title='9ª Reflexão: Gestão escolar'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1479005741741216330</id><published>2010-10-15T13:29:00.000-07:00</published><updated>2010-11-25T12:53:37.276-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='•&#x9;Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação'/><title type='text'>8ª Reflexão</title><content type='html'>&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/05/como-fazer-um-filme.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/05/como-fazer-um-filme.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/04/seleo-classificao-funcionamento-e.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/04/seleo-classificao-funcionamento-e.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/04/linha-do-tempo-histria-da-informtica.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/04/linha-do-tempo-histria-da-informtica.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adorei a interdisciplina de informática, aprendemos a fazer linha do tempo a analisar softwares  educacional segundo Lucena, é todo aquele que possa ser usado para algum objetivo educacional, pedagogicamente defensável por professores e alunos, qualquer que seja a natureza e a finalidade para a qual tenha sido criado. Entretanto para que um software seja utilizado com finalidade educacional, qualidade, interface e pertinência pedagógica necessitam ser avaliados.&lt;br /&gt;Como avanço tecnologico é imprescindível que o professor faça cursos de especialização na área da informática educativa, para que suas alunas tornem-se diferencias e atrativas aos alunos, onde o aluno irá a prender de uma forma lúdica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1479005741741216330?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1479005741741216330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1479005741741216330' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1479005741741216330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1479005741741216330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/10/8-reflexao.html' title='8ª Reflexão'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-518872435439342785</id><published>2010-10-15T13:07:00.000-07:00</published><updated>2010-11-24T14:02:36.111-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Representação do Mundo pelas Ciências Naturais'/><title type='text'>7ª Reflexão</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=2455979178184528488"&gt;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=2455979178184528488&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=6473201878246695154"&gt;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=6473201878246695154&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na interdisciplina de Ciências, aprendemos como é importante analisar, comparar as produções para posteriormente discuti-las em grupos. &lt;br /&gt; Como menciona o autor Russel, a história da ciência pode, alertar-nos para diferentes formas de ver e explicar o mundo. Podemos procurar, na história, representações alternativas às explicações científicas válidas atualmente e, assim, tomarmo-nos atentos para formas alternativas de pensamento de nossos alunos.&lt;br /&gt;Muitas vezes é colocado aos alunos conteúdos, onde eles não demonstram nenhum interesse.Cabe a nós educadores buscar alternativas de investigação prévias junto a nossos alunos, para que juntos possamos buscar respostas a tantas questões que surgem no dia-a-dia de sala de aula.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-518872435439342785?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/518872435439342785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=518872435439342785' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/518872435439342785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/518872435439342785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/10/7-reflexao.html' title='7ª Reflexão'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-2346103172809904052</id><published>2010-10-07T12:48:00.000-07:00</published><updated>2010-11-24T13:43:06.482-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Representação do Mundo pelos Estudos Sociais'/><title type='text'>6ª Reflexão do Blog semestre 4,5 e 6</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=5087164676469694804"&gt;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=5087164676469694804&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=5798189081411718004"&gt;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=5798189081411718004&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=4375825042125059195"&gt;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=4375825042125059195&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=6578865548223476196"&gt;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=6578865548223476196&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8642529282478520995"&gt;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8642529282478520995&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Trabalhamos um texto ao qual gostei bastante: Do acaso à intenção em Estudos Sociais,  o planejamento em estudos sociais, mais do que em qualquer outra área de conhecimento, deve ser flexível, para incorporar, em seu processo, não apenas o imprevisto daquilo que pode ser encontrado no caminho singular de cada aluno, das perguntas que cada um elabora, das formulações diferenciadas daquilo que havíamos imaginado, já que a diversidade do funcionamento humano está implícita no processo. Mas, esse planejamento deverá ser, por princípio, flexível e aberto, porque deve incorporar a dinâmica sociocultural do processo histórico, da história presente, que se mostra no dia-a-dia, inundando-o de informações, muitas vezes confusas.&lt;br /&gt;À escola cabe dar conta de elaborar, de implementar uma leitura crítica, de tornar esse presente mais claro, de instrumentalizar progressivamente os alunos com ferramentas necessárias para compreender e se posicionar diante dessa complexidade.&lt;br /&gt;Recordamos nosso momento como estudante, professores, forma de ensinar, lembrei que na época não havia os recursos tecnológicos que hoje tem, antes os recursos eram quadro e giz, mas as aulas eram alegres e gostosas a professora atraia nossa atenção. Motivar os alunos para aprender depende da maneira que professor trabalha, como ele atrai a atenção da turma.&lt;br /&gt; A rotina pode variar em algumas atividades, mas há uma repetição de diversas situações como a hora da higiene e merenda, brinquedo livre e escovação. “A repetição de certos enquadres, de certas ações, de determinadas práticas dá estabilidade aos sujeitos. Saber que depois de determinada tarefa ocorrerá outra dá um certo sossego às pessoas, sejam elas grandes ou pequenas”. Unindo as idéias: se uma criança consegue antecipar as situações na escola ela ficará menos ansiosa e conseguirá aproveitar melhor todos os momentos. Ao observar o cartão de saída, ela saberá que retornará para casa permanecendo com mais tranqüilidade na escola.&lt;br /&gt;A rotina auxilia a criança a se localizar no tempo e os cartões de rotina facilitam essa aprendizagem, pois a rotina passa a ser visualizada pelas crianças e não fica apenas no conhecimento do professor.&lt;br /&gt; Não podemos repetir modelos para fazer com que esses conteúdos curriculares fiquem parecidos com os que já trabalhávamos ao tratarmos da História e das contribuições culturais comumente estudadas é um caminho fácil e perigosíssimo. São temas diferentes e sua abordagem necessariamente deve ser diferenciada.&lt;br /&gt;Nossos alunos certamente terão muito a dizer, mas devemos ter um imenso cuidado com o senso comum, que pode surgir tanto para desvalorizar como para criar mitos – os quais, ao se desfazerem, redobrarão o peso da desilusão e do desgaste da auto-estima. Trata-se de um equilíbrio delicado entre o resgate de uma História que deverá servir para elevar o orgulho de pertencer a ela e a valorização de posturas estreitas que tendem a criar esquemas explicativos maniqueístas.&lt;br /&gt;Enfim, fica sempre a questão central: como e o que introduzir a respeito desses temas (História da África, dos africanos no Brasil) em nossos currículos escolares?&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, é fundamental formar-se, atualizar-se nos temas, e não partir do pouco que se sabe para ocupar um lugar que nunca esteve ocupado. Temos a responsabilidade de tratar com muito profissionalismo esses conteúdos. Devemos estudar, procurar leituras específicas e, sempre que possível, capacitar-nos em cursos e em discussões acadêmicas.&lt;br /&gt;A disciplina de Estudos Sociais precisa fazer parte do Currículo como elemento indispensável, que reflita o dia-a-dia do aluno, e não como mero cumprimento de normas da escola. É preciso primeiro que o próprio professor encontre sentido nos conteúdos que pretende ensinar. Se ele "ensina" só porque está no programa (e pergunta-se: que programa? Quem o fez? O livro didático o determinou?), melhor que nem tente ensinar.&lt;br /&gt;Desde os primeiros anos de vida a criança já se encontra participando de um grupo social a família é um exemplo. No convívio familiar ela estabelece suas primeiras e fundamentais relações com as pessoas e o meio ambiente. Aprende desde as coisas mais simples a mais complexas, e tanto outros comportamentos básicos para sua vida em sociedade, a disciplina de Estudos Sociais está presente no cotidiano das crianças.&lt;br /&gt;A criança poderá constatar que faz parte e interage com diferentes grupos sociais, desde o grupo da mesma crença religiosa, passando pela turma do futebol, pelo grupo de parentes, até o grupo das brincadeiras da rua em frente de casa. Percebe, aos poucos, que existem diferentes papéis sociais a desempenhar, diferentes interesses e formas de organização.&lt;br /&gt;            Nem é preciso ressaltar o quanto a leitura e a escrita se tomam instrumentos essenciais neste momento, enquanto Estudos Sociais se revigora como componente curricular, auxiliando a criança a compreender e explicar seu mundo.&lt;br /&gt;Se a noção de tempo e espaço fizer parte das preocupações do professor, no dia-a-dia de sua proposta pedagógica, é possível que a compreensão da criança, diante dos acontecimentos maiores, tome sentido real, e ela, hoje criança, mas já participante, passe a analisar os fatos, criticá-los e tomar posição. Outro item decorrente desta abordagem é quanto ao entendimento da História como algo próximo, construído por pessoas concretas, como nós. Qualquer situação vivida pelo grupo de alunos permite que se relacione com a totalidade mais abrangente. Assim, os alunos se percebem aos poucos como fazedores da História.&lt;br /&gt;Precisamos oferecer para os nossos alunos atividades que facilitem a compreensão do mundo que nos rodeia e suas características; instigar a procura de respostas às perguntas que a época atual nos apresenta e que nos levam sempre ao passado, a origem do processo que estamos observando e vivendo.&lt;br /&gt;Sabemos que a criança vive as diferenças, tem noção das desigualdades, possui um referencial de mundo que, muitas vezes, faz misturar o mágico, o que gostaria que acontecesse e o real, o que precisa ser enfrentado. Cabe à escola, sem violentar o poder do imaginário infantil, auxiliar o aluno a, pouco a pouco, traduzir o cotidiano numa dimensão mais objetiva, buscando saídas possíveis entre a utopia e os pés no chão.&lt;br /&gt;A criança sabe, sente que seus pais são trabalhadores que lutam pela sobrevivência, no dia-a-dia, que existe este mundo real, do trabalho (ou do não trabalho!) que condiciona tudo o mais. Como nos diz Miguel Arroyo ela sabe que "existe um mundo fora, que condiciona ter ou não ter uma casa boa, alimento e carinho, a brigar pela terra, enfrentar a polícia, fazer uma greve ou ser mandado embora do trabalho".&lt;br /&gt;Tudo isso vem confirmar o quanto a vida, as histórias, o espaço, o mundo das relações sociais concretas se configura como o conteúdo imprescindível dos Estudos Sociais. Em se tratando das primeiras experiências de escolaridade, mais ainda cresce o desafio para o professor, pois ao trabalhar o cotidiano dos alunos, lida também concomitantemente com o individual e o coletivo. Justamente aí reside à necessidade de provocar a sistematização daquilo que, aparentemente, encontra-se disperso na mente infantil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-2346103172809904052?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/2346103172809904052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=2346103172809904052' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2346103172809904052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2346103172809904052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/10/6-reflexao-do-blog-semestre-4-5-e-6.html' title='6ª Reflexão do Blog semestre 4,5 e 6'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-7673330840959796397</id><published>2010-10-07T12:12:00.000-07:00</published><updated>2010-11-24T13:25:05.860-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Representação do Mundo pela Matemática'/><title type='text'>5ª Reflexão sobre as postagens do semestre 4, 5 e 6</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1558492080368748286"&gt;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1558492080368748286&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3645537995702578788"&gt;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3645537995702578788&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8239414968104139981"&gt;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8239414968104139981&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando iniciamos a Interdisciplina de Matemática, estava preocupada pelo fato de ser a distância, como seria a aplicação, pouco a pouco fiquei mais tranqüila. Criamos uma página no PBWIKI, onde íamos realizando as propostas das atividades, foi bastante benéfico, pois constantemente faço acesso a ele para buscar sugestões de atividades.  &lt;br /&gt;Minhas postagens em meu blog trouxe alguns relatos de atividades aplicadas com as turmas em eu estava. O bom de já estar com uma turma favoreceu minhas aprendizagens, pude aplicá-las e testá-las com meus alunos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-7673330840959796397?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/7673330840959796397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=7673330840959796397' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7673330840959796397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7673330840959796397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/10/5-reflexao-sobre-as-postagens-do.html' title='5ª Reflexão sobre as postagens do semestre 4, 5 e 6'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-3480114820077487123</id><published>2010-09-28T16:07:00.000-07:00</published><updated>2010-11-22T14:50:15.114-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='seminário integrador'/><title type='text'>4ª Reflexão  sobre as postagens do semestre 1, 2 e 3</title><content type='html'>&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/08/seminario-integrador-v.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/08/seminario-integrador-v.htmlA &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/08/realizao-do-workshop.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/08/realizao-do-workshop.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/08/refletindo-sobre-o-planejamento-do.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/08/refletindo-sobre-o-planejamento-do.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/projeto-de-aprendizagem.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/projeto-de-aprendizagem.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/trabalho-em-grupo.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/trabalho-em-grupo.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/reflexo-individual-sobre-o-trabalho-com.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/reflexo-individual-sobre-o-trabalho-com.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/auto-avaliao-sobre-o-projeto-de.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/auto-avaliao-sobre-o-projeto-de.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interdisciplina do Seminário Integrador, foi bastante trabalhado desde que iniciou nosso curso o "uso do tempo", para que não ficássemos atrasadas com a entrega de trabalhos e participação em fóruns de debates. Foi preciso criar um  Plano Individual de Estudos, ele  faz com que possamos aprender algum assunto em que ainda não dominamos, e que em sabe um dia iremos dispor de um tempo para ler a respeito, contudo sabemos que se não planejarmos um roteiro, um plano, horários, não o fazemos. &lt;br /&gt;Pude aplicar o que estava aprendendo sobre tempo e espaço nas outras interdisciplinas ou melhor, o que havia aprendido me auxiliava a compreender melhor as noções que a outra disciplina abordava e isto era muito significativo, pois estava vivenciando na prática, como aluna, aquilo que tanto almejamos fazer profissionalmente que trabalhar a Interdisciplinaridade.&lt;br /&gt;Minha maior aprendizagem na realização do workshop, foi perceber o quanto havia aprendido, principalmente com o PIE e com a Interdisciplina de Tecnologia. Foi difícil organizar meu tempo, mas foi  só assim que consigui realizar todas as tarefas. Planejei uma planilha, percebi que sobrou pouco tempo para o lazer. Aprendemos a fazer um Projeto de Aprendizagem,  o que mais dificultou foi a distância, cada uma precisou organizar-se e montar sua parte do projeto,no início estávamos perdidas, não sabíamos por onde começar... Demorou para o grupo engrenar. Depois que tivemos a primeira aula presencial, o trabalho foi criando forma, tiramos as dúvidas, o grupo começou a participar ativamente  no projeto, trocamos e-mail, falamos no Msn, nos encontramos no Polo.  O trabalho foi concluído. É bastante difícil a comunicação quando o grupo é formado por vários integrantes, porém fica com mais dados e informações pois são várias pesquisando o mesmo assunto. Participamos de fóruns de debates onde  analisamos as perguntas e verificamos se elas realmente é do interesse de todos os componentes do grupo. &lt;br /&gt;Tive bastante dificuldades para criar o mapa conceitual. O trabalho em grupo torna-se rico pelo fato de todos os integrantes interagirem e trocarem informações. Cada um tem um modo de pensar, e quando juntos colocamos essas formas diferentes de pensar ficou   detalhado e completo.  O trabalho em grupo, em situações de aprendizagem, não deve ser visto apenas como uma maneira de dividir tarefas, mas sim favorecer as aprendizagens de cada indivíduo a partir do trabalho coletivo.&lt;br /&gt;Tudo que começa é difícil pelo fato de não termos vivenciado. Esse primeiro projeto pelo que percebi nos fóruns foi difícil para todas, pois nunca havíamos feito, porém agora que compreendemos melhor a proposta o próximo projeto terá um novo rumo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-3480114820077487123?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/3480114820077487123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3480114820077487123' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3480114820077487123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3480114820077487123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/09/4-reflexao-sobre-as-postagens-do.html' title='4ª Reflexão  sobre as postagens do semestre 1, 2 e 3'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-3057129072488157027</id><published>2010-09-20T13:28:00.000-07:00</published><updated>2010-11-22T14:18:56.030-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Intedisciplica de Artes e Interdisciplina de Música'/><title type='text'>3ªReflexão  sobre as postagens do semestre 1, 2 e 3</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/TJfJeNpxwbI/AAAAAAAAAsk/PcDL53DjPcU/s1600/musica.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 201px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/TJfJeNpxwbI/AAAAAAAAAsk/PcDL53DjPcU/s400/musica.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519101389263978930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/TJfJVgze7cI/AAAAAAAAAsc/C0fl4NZNKTU/s1600/fazendo+arte.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 68px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/TJfJVgze7cI/AAAAAAAAAsc/C0fl4NZNKTU/s400/fazendo+arte.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519101239786139074" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Iniciarei comentando minhas postagens da Interdisciplina de artes:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/arte-na-escola.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/arte-na-escola.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/11/bienal.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/11/bienal.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/11/viso-da-arte.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/11/viso-da-arte.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;    "O ensino da arte numa perspectiva Multicultutralista"e "Cultura visual.    Ao escolhermoa os conteúdos e privilegiar um tipo de conhecimento de arte, nós professores exercemos uma relação de poder, determinando também uma concepção de arte.   Muitas vezes nós professores, sem querer trabalhamos obras, atividades artísticas de nossas preferências pessoais,mas precisa ser mais abrangente, é preciso abrir o leque trabalhar em um novo contexto,descrição de imagens, obras, pintores, escultores entre outros para que eles possam analizar ampliar seus conhecimentos em artes.  Na educação escolar é necessário realizar essa empreitada a partir de um cruzamento de olhares. Os do passado e os do presente, que se refletem e se projetam nas imagens objetos e tema de pesquisa sempre em grupo e em relação, nunca isolados da época ou da sociedade, para organizar os diferentes olhares a partir de conceitos-chave. Não se trata de formarmos leitores e receptores, mas sim construtores e intérpretes que interajam com os objetos mediante seus próprios referenciais a realidade atual. Não se trata de formarmos leitores ou receptores, mas sim construtores e intérpretes que interajam. Ao pesquisarmos sobre diferentes olhares o "fazer arte" mudamos nossa visão, nossa proposta frente aos nossos alunos, esta interdisciplina foi bastante importante para que eu pudesse fazer   mudanças em minha prática docente. Ao reler as postagens que fiz sobre a interdisciplina, percebi o quanto cresci como profissional, pois hoje procuro integrar todas as interdisciplinas a artes. &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Quanto a Interdisciplina de Música:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/importncia-da-msica.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/importncia-da-msica.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela possibilitou recordarmos a nossa infancia e tempo de escola, as músicas melodias.                                                &lt;br /&gt;        Mais do que a possibilidade de escutá-la, a música é a maneira que nos permite sentir que somos escutados, em um ponto onde a mensagem do outro se torna nossa própria palavra. Por isso, em momentos em que nos sentimos solitários ou entristecidos, é tão comum recorrermos à música como companheira que nos entende.&lt;br /&gt;       Ela pensada não somente como uma forma artística, mas também como sonoridade, faz parte de nossa vida.&lt;br /&gt;        Como autora  Ana Paula Melchiors Stahlschmidt relata que atividade musical tem variadas funções, entre as quais o prazer estético e lúdico, a representação corporal, a adaptação aos valores sociais e a contribuição para a continuidade da tradição cultural. A atividade musical é importante como fim em si mesma. Ouvir música, dançar, inventar melodias e canções ou simplesmente cantar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-3057129072488157027?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/3057129072488157027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3057129072488157027' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3057129072488157027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3057129072488157027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/09/1-3reflexao-sobre-as-postagens-do.html' title='3ªReflexão  sobre as postagens do semestre 1, 2 e 3'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/TJfJeNpxwbI/AAAAAAAAAsk/PcDL53DjPcU/s72-c/musica.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1570600055886878422</id><published>2010-09-19T11:27:00.000-07:00</published><updated>2010-11-22T14:00:25.193-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ludicidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Interdisciplinas: Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projeto pedagógico e Currículo'/><title type='text'>2 ª Reflexão  sobre as postagens do semestre 1, 2 e 3</title><content type='html'>&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/hora-do-conto-como-tornar-criana-em-um.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/hora-do-conto-como-tornar-criana-em-um.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/continuando-como-tornar-futuros.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/continuando-como-tornar-futuros.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/11/aula-presencial.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/11/aula-presencial.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irei iniciar falando da Interdisciplina de Literatura: Relendo os registros pude perceber o quanto é importante resgatar o gosto pela leitura, contagiar os alunos em querer ler mais e mais. Abaixo esta uma postagem feita por mim: &lt;br /&gt;... "A bastante tempo não lia para a turma da terceira, porém após a leitura do capítulo 1 e 5 do livro: “Literatura Infantil: gostosuras e bobices” de Fanny Abramovich, me dei conta que era importante também ler para os maiores, eles também gostam de histórias, e lendo para eles eu iria estimular a leitura.  Mesmo antes da turma aprender a ler é importante incentivar o desenvolvimento de comportamentos leitores. Falar ou recomendar algum texto, ler para eles os bilhetes,compartilhar a leitura de um livro, confrontar idéias e opiniões sobre notícias e textos, isso ajuda a estabelecer gostos, reconhecer finalidades dos materiais escritos. Criar um  ambiente alfabetizador, livros de histórias, revistas, jornais, alfabeto, poesias, embalagens... Com o avanço tecnológico,abreviações na escrita, muitos estão desaprendendo a escrever corretamente.  A escola precisa oferecer material escrito variado para aproximar as crianças do mundo letrado, a leitura alimenta o imaginário e incorpora essa experiência a brincadeira, ao desenho e as histórias que todos gostam de contar. Ela precisa fazer parte da rotina diária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escola, Projeto pedagógico e Currículo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/realizei-leitura-para-debater-no-frum-o.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/realizei-leitura-para-debater-no-frum-o.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/12/ppp-currculo-didtica-e-avaliao.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/12/ppp-currculo-didtica-e-avaliao.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto Formação de professores/as:Reflexões sobre os saberes e fazeres na escola , autora:Doris Pires Vargas Bolsan, me fez refletir sobre as minhas experiências com cursos de formação continuada, em grupos de estudos na qual participo, tem auxiliado em muito minha prática, pois não está embasado somente em teorias, mas relaciona essas a minha prática em sala de aula, porém não é todas as colegas que pensam assim ficando sempre estagnadas em uma mesma visão, onde seu principal objetivo é adquirir um certificado. Não são todos os encontros que contribuem para o aperfeiçoamento e reflexão, os palestrantes convidados trazia um bom tema, porém não se aplicava a nossa realidade.&lt;br /&gt;Para estabelecer o diálogo entre teoria e prática, os assuntos estudados precisam ser previamente pesquisados pelos palestrantes, junto a equipe de professores, também procurando fazer relação com situações que ocorrem no dia-a-dia de sala de aula.&lt;br /&gt;Para construção do saber docente é preciso uma reflexão sobre o saber e o saber fazer pedagógico. Para que isso ocorra é preciso uma construção do conhecimento de forma compartilhado. O professor ao refletir sobre a interação com seus pares e com os alunos constrói conhecimento, para que esse processo possa ocorrer é preciso que ele considere os conhecimentos prévios que os alunos trazem para a escola, afim de estabelecer com clareza saberes a serem explorados e desenvolvidos nos currículos escolares.&lt;br /&gt;Ludicidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/jogar.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/jogar.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/hora-de-jogar.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/10/hora-de-jogar.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/11/experincia-do-brincar.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/11/experincia-do-brincar.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/12/psicologia-do-jogo.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2007/12/psicologia-do-jogo.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; " O BRINCAR", é importante para  o desenvolvimento dos nossos alunos. Para brincar e fantasiar basta uma pessoa, mas ao se desenvolver, a criança não quer brincar de, ela quer brincar com. Jogos sempre foram experiências de troca. Daí a importância de estabelecer contatos, fixar limites de espaço e tempo, definir objetivos, nos jogos, é possível repetir, criar regras, errar e começar de novo. Graças a isso, o outro percurso ganha sentido e passa a ser vivido com mais liberdade e responsabilidade. Se o jogo fazer parte da rotina diária irá contribuir com o aprendizado e irá garantir muita diversão num contexto que reúne não só prazer e fantasia mas também trabalha com regras.  Aprendemos um assunto muito interessante, a importância do lúdico, do jogo na infância. Para Caillois (1986) o jogo é uma atividade livre e voluntária, fonte de alegria e diversão. Predomina a incerteza e o caráter improdutivo de não criar nem bens nem riquezas. Acredita que somente se joga quando é do desejo do sujeito: quando ele quer e o tempo que quiser. Este autor acredita que jogo é muito mais do que uma situação estruturada pelo tipo de material. Por isso, Caillois (idem) entende que a palavra jogo combina com liberdade e invenção. Por que uma experiência marcada pela ludicidade pode ser muito significativa para o sujeito que brinca?&lt;br /&gt;Piaget dizia : para a criança o seu trabalho é o brinquedo, e quando nos tornamos gente grande para muitos de nós o nosso modo de brincar é trabalhando, inverte-se essa relação que quando pequenos nós trabalhamos enquanto brincamos, pena que em poucas profissões tem esse experimento, de conciliar, divertir-se, animar-se com o trabalho. O brincar é algo sério, percebemos isso quando observarmos alguma criança brincando ela está compenetrada. A brincadeira tem uma de suas características como ela é nos conecta com o mundo, uma experiência marcada com a ludicidade é uma experiência significativa, uma experiência que adquire importância e significado, consegue estabelecer para o sujeito que aprende e para aquele que ensina, um clima de desafio e surpresa , que faz o sujeito que participe desta situação participe e sinta-se pleno, conectado com o mundo e com ele mesmo é uma aula que contribui para aprendizagem efetiva deste aluno. Brincar e o trabalhar podem estar relacionados.&lt;br /&gt;Brincar é uma atividade transgeracional ela tem uma propriedade de poder de dar um sentimento, de sermos um só, ao longo do tempo quando nos tornamos grandes, nós lembramos das brincadeiras e jogos, nós percebemos aquilo que permanece em nós.&lt;br /&gt;Freud, coloca que o humor é um dos herdeiros do brincar, o brincar não morre ele permanece e cria novas formas, anuncia novos mundos, brincando nós construímos uma cena que ainda não existe ou ainda possa ainda existir.&lt;br /&gt;Proporcionar esses momentos do brincar, trazer para a sala de aula momentos prazerosos, divertidos, onde a criança demonstre vontade em aprender, onde não só elas divertem-se, mas nós também nos apropriamos destes momentos de construção. “Brincar com as crianças não é perder tempo, é ganhá-lo. Se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem.” (Carlos Drummond de Andrade).&lt;br /&gt;A sala de aula precisa ser um espaço onde a criança possa ser criança, possa brincar, inventar,criar e sonhar. O jogo, está relacionada a movimento, jogar, portanto responde à necessidade de garantir uma posição ativa, de ser sujeito de uma experiência, dominando-a.&lt;br /&gt;As interações requeridas no jogo possibilitam a internalização do real e promovem o desenvolvimento cognitivo. Outro fator de grande importância é que jogo deve ser realizado de forma tão livre e espontânea que à escola não cabe intervir, mesmo que durante o jogar o aluno demonstre dificuldades de aprendizagem. O objetivo do jogo nada mais é, antes de mais nada, jogar.&lt;br /&gt;Brincadeira, aprendendo com o brincar, para aprender brincando, a brincadeira é vista ora como ação livre, ora como atividade supervisionada pelo adulto. Brincadeira pode ser dirigida ou livre. A brincadeira livre possibilita a criança a interagir mais, inventar e criar outras possibilidades.&lt;br /&gt;Brinquedo, através do simbolismo do brinquedo transfere interesses,fantasias ansiedades e sentimentos de culpa. Brincar, então é um meio de compreender e relacionar-se com o meio. O brinquedo expressa qualquer objeto que serve de suporte para brincadeira livre ou fica atrelado ao ensino de conteúdos escolares, cabendo à criança manipulá-lo livremente.&lt;br /&gt;Ludicidade,uma aula lúdica não é aquela que ensina conteúdos com jogos, mas aquela em que as características do brincar estão presentes, é livre , imprevisível, capaz de absorver a pessoa que brinca, não centrada na produtividade. É preciso aprender a brincar para aprender a viver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1570600055886878422?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1570600055886878422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1570600055886878422' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1570600055886878422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1570600055886878422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/09/1-2-reflexao-sobre-as-postagens-do.html' title='2 ª Reflexão  sobre as postagens do semestre 1, 2 e 3'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1559950040698987526</id><published>2010-09-19T07:22:00.000-07:00</published><updated>2010-11-22T10:54:51.372-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Seminário Integrador e Educaçãoe Tecnologias da Informação e Comunicação'/><title type='text'>1ª Reflexão  sobre as postagens do semestre 1, 2 e 3</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/TJZVfUKRh1I/AAAAAAAAAr0/9ANoJxDyOv0/s1600/computador+2.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 72px; height: 70px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/TJZVfUKRh1I/AAAAAAAAAr0/9ANoJxDyOv0/s400/computador+2.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518692389865228114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao reler minhas primeiras postagens, pude relembrar minhas espectativas, anciedades e dificuldades com o uso da tecnologia, como foi importante para minha vida pessoal e também  profissional as aprendizagens que tivemos com a Interdisciplina  Seminário Integrador e na Interdisciplina Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação, desconhecia o quanto seria bom conhecer esses recursos tão importantes, hoje os utilizo na minha vida pessoal ( e mail, blog, pesquisas entre outros sites)e   utilizo com os alunos (planejamento de aula, pesquisas, jogos entre outros.&lt;br /&gt; A escola precisa criar ambientes de aprendizagem, onde os alunos possam construir suas aprendizagens individual e também em grupos  com a contribuição do computador e da internet, onde ele passará a ser um sujeito que participa da construção do conhecimento e não um mero ouvinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/04/seleo-classificao-funcionamento-e.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/04/seleo-classificao-funcionamento-e.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/04/linha-do-tempo-histria-da-informtica.html"&gt;http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/04/linha-do-tempo-histria-da-informtica.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1559950040698987526?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1559950040698987526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1559950040698987526' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1559950040698987526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1559950040698987526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/09/reflexao-sobre-as-postagens-do-semestre.html' title='1ª Reflexão  sobre as postagens do semestre 1, 2 e 3'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/TJZVfUKRh1I/AAAAAAAAAr0/9ANoJxDyOv0/s72-c/computador+2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1440089697012660902</id><published>2010-09-02T11:58:00.000-07:00</published><updated>2010-09-02T12:04:17.482-07:00</updated><title type='text'>Ser Educador</title><content type='html'>Ser transmissor de verdades,De inverdades...Ser cultivador de amor,De amizades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser convicto de acertos,&lt;br /&gt;De erros.&lt;br /&gt;Ser construtor de seres,&lt;br /&gt;De vidas.&lt;br /&gt;Ser edificador.&lt;br /&gt;Movido por impulsos, por razão, por emoção.&lt;br /&gt;De sentimentos profundos,&lt;br /&gt;Que carrega no peito o orgulho de educar.&lt;br /&gt;Que armazena o conhecer,&lt;br /&gt;Que guarda no coração, o pesar&lt;br /&gt;De valores essenciais&lt;br /&gt;Para a felicidade dos “seus”.&lt;br /&gt;Ser conquistador de almas.&lt;br /&gt;Ser lutador,&lt;br /&gt;Que enfrenta agruras,&lt;br /&gt;Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,&lt;br /&gt;Buscando se auto-realizar,&lt;br /&gt;Atingir sua plenitude humana.&lt;br /&gt;Possuidor de potencialidades.&lt;br /&gt;Da fraqueza, sempre surge a força&lt;br /&gt;Fazendo-o guerreiro.&lt;br /&gt;Ser de incalculável sabedoria,&lt;br /&gt;Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.&lt;br /&gt;É...&lt;br /&gt;Esse é o valor de ser educador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de Maria Darismar Duarte Henes Cortes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1440089697012660902?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1440089697012660902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1440089697012660902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1440089697012660902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1440089697012660902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/09/ser-educador.html' title='Ser Educador'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-787726211593119247</id><published>2010-06-06T16:43:00.000-07:00</published><updated>2010-06-06T16:46:11.271-07:00</updated><title type='text'>Última semana</title><content type='html'>Meu estágio está chegando ao fim, já estou ficando com saudades desta turminha na qual aprendi muito com eles.  Estava lembrando do dia em que propús o projeto de pesquisa, o que queríamos aprender, qual seria a pergunta para ser investigada, quais nossas certezas e nossas dúvidas sobre o assunto, fizemos até um mapa conceitual, aos poucos nosso PA foi criando forma, como no laboratório só usavam o mouse para fazer as atividades, o teclado era uma coisa desconhecida por eles, aos poucos foram descobrindo as funções o lugar das letras o que era  demorado passou a ser algo prazeroso e fácil, alguns desta turma desconheciam a letra scrip minúscula, pois a professora alfabetizou com a letra script maiúscula, com o uso do teclado facilitou a identificação e o reconhecimento das letras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-787726211593119247?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/787726211593119247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=787726211593119247' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/787726211593119247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/787726211593119247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/06/ultima-semana.html' title='Última semana'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1140294827957970701</id><published>2010-05-29T18:51:00.000-07:00</published><updated>2010-05-29T19:08:34.697-07:00</updated><title type='text'>Fruta no palito (degustação de frutas)</title><content type='html'>Meu objetivo em trazer esta proposta era de trazer várias frutas para aos alunos provarem, pois alguns não gostam de comer frutas e legumes. Fomos ao refeitório para fazer a degustação das frutas. Comprei as frutas e os espetinhos, a tia Marli encarregou-se de lavar,  descascar e retirar os talos. Pedi a colaboração da turma para que colaborassem, pois estavam agitados e ansiosos. Cortamos e conforme íamos colocando as frutas nos pratos comentávamos sobre as propriedades nutricionais das frutas. Depois de todas as frutas  picadas as crianças começaram a se servir. Cada uma pegou um espetinho e espetou as fruta, tinham frutas que alguns nunca haviam provado como o Kiwi, pêra, abacaxi. Todos comeram, repetiram e gostaram muito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1140294827957970701?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1140294827957970701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1140294827957970701' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1140294827957970701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1140294827957970701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/05/fruta-no-palito-degustacao-de-frutas.html' title='Fruta no palito (degustação de frutas)'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-6823762244361912568</id><published>2010-05-22T13:15:00.000-07:00</published><updated>2010-05-22T13:26:53.774-07:00</updated><title type='text'>Sanduíche da Maricota</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S_g70VyFHJI/AAAAAAAAArA/NHYMMgAXKk8/s1600/sandu%C3%ADche+4.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S_g70VyFHJI/AAAAAAAAArA/NHYMMgAXKk8/s400/sandu%C3%ADche+4.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474191117455269010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fiz a leitura do livro:  O sanduiche da Maricota, de Avelino Guedes. Depois da leitura oral da história, realizada por mim, as crianças sentiram vontade de contá-la também o fizeram, repetindo as expressões e gestos que eu havia feito. Em tais momentos, contribui-se para o desenvolvimento da linguagem e também expressão oral das crianças. Assim como os jogos e as atividades artísticas, a literatura infantil é de extrema importância para o seu desenvolvimento cognitivo.&lt;br /&gt;Após a leitura do livro, propus uma atividade de seqüência de fatos, desafiando as crianças a reconstituírem o texto relembrando todos os “ingredientes”que cada animal apresentado na história sugeria à Dona Maricota para que fosse em que  iam dizendo o próximo alimento que seria colocado no sanduíche, as crianças relacionavam-no com o animal que o trazia. Quando falou na raposa ( ...” a raposa disse que o sanduiche ficaria mais gostoso se a galinha fizesse parte dele”)., o "J" _ Ressaltou:&lt;br /&gt;"J “_ É porque a raposa come galinha!”&lt;br /&gt;“J” _  relacionou o animal com o alimento preferido por ele, assim como outras crianças.&lt;br /&gt;Perguntei a eles quais eram os ingredientes que mais gostavam, quando faziam sanduiches, uns falaram em queijo, mortadela, alface, tomate.&lt;br /&gt;Comprei os ingredientes para fazer o sanduíche, convidei a turma para irmos a horta para cortarmos alface, depois fomos ao refeitório para prepararmos os ingredientes para fazermos nossos sanduiches. Primeiramente colocamos para cozinhar sete ovos e a galinha para ser desfiada. Lavamos os tomates e alface e picamos, ralamos duas  cenouras, cortamos os ovos, colocamos o queijo e o presunto em pratos, a batata palha em potinhos com colheres, abrimos o pote de margarina e maionese,  o Maurício preparou o suco.  Os ajudantes do dia entregaram as fatias de pão e o guardanapo, o objetivo era que cada um preparasse o seu, desenvolvendo a autonomia na seleção dos ingredientes e preparo do seu lanche.  &lt;br /&gt;Cada criança comentava o que havia colocado em seu sanduiche. A atividade proposta causou grande satisfação, e isso foi percebido através da alegria demonstrada por todos durante o tempo em que estavam preparando e comendo o lanche feito por elas próprias. Ajudamos na limpeza dos pratos e das mesas. Os alunos ficaram comentando que haviam comido demais e quase não conseguiram fechar seus sanduiches e que foi muito divertido. &lt;br /&gt;Em sala em um varal, ordenamos o aparecimento dos personagens e de seus respectivos alimentos conforme o texto, classificando em duas categorias “ bichos e alimentos”. Para a efetivação da seriação e da classificação foram utilizadas ilustrações dos personagens e dos alimentos. As ilustrações foram coloridas posteriormente pelo grupo, por sugestão dos alunos. Nesse momento, o grupo reconstituiu o texto pela verbalização. A reconstrução verbal foi transcrita pela professora em forma de livro, sendo que cada página continha um episódio significativo com o espaço ilustrado pelo grupo.&lt;br /&gt;Segundo Piaget (1977), “ a autonomia é um poder que só se conquista de dentro e que só se exerce no seio da cooperação”.(p.312). Partindo desta obra da literatura infantil estiveram envolvidos aspectos referentes às diferentes áreas do conhecimento lógico matemático, ciências. Da forma buscou-se favorecer o desenvolvimento moral das crianças, de sua autonomia a partir da tomada de decisões próprias nas atividades desenvolvidas e relações de reciprocidade necessárias à realização dessas atividades.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referencias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PIAGET, Jean. O julgamento moral da criança. São Paulo, Mestre Jou, 1977&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-6823762244361912568?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/6823762244361912568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=6823762244361912568' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6823762244361912568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6823762244361912568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/05/sanduiche-da-maricota.html' title='Sanduíche da Maricota'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S_g70VyFHJI/AAAAAAAAArA/NHYMMgAXKk8/s72-c/sandu%C3%ADche+4.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-5403405487148854534</id><published>2010-05-16T06:38:00.000-07:00</published><updated>2010-05-16T06:44:39.708-07:00</updated><title type='text'>Sistema monetário</title><content type='html'>Nesta semana fizemos um brecho em nossa sala, os alunos trouxeram os itens para vendermos. Esta proposta desenvolve o cálculo metal, hípoteses de troco, soma do dinheiro, perceber várias formas de agrupar as notas para o pagamento.  &lt;br /&gt;Brechó na sala de aula: Explicação de que é um brechó – uma loja que vende objetos usados. Separamos tudo em dois grupos: brinquedos, gibis/livros. Definimos os valores e escrevemos em etiquetas. Fiz a distribuição de folhas, lápis e borracha para que quem precise fazer anotações.&lt;br /&gt;Dividimos a turma  em dois grupos: em vendedores que receberão notas de 2 e 1 real (para o troco), e para os compradores, todos com o mesmo valor em cédulas de 5, 10 , 20, 50 e 100.&lt;br /&gt;Sentei ao lado dos alunos que ficaram no caixa onde somavam as compras e diziam o total, o comprador pagava, procurei não  interromper as compras, para descobrir o raciocínio feito pelas crianças e até solucionar dúvidas sem apresentar as respostas diretamente, incentivando a utilização de outras estratégias. As questões e os comentários foram apresentados individualmente  e em pequenos grupos, comparamos as maneiras encontradas para comprar os objetos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-5403405487148854534?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/5403405487148854534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=5403405487148854534' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5403405487148854534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5403405487148854534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/05/sistema-monetario_16.html' title='Sistema monetário'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-4800971057864550128</id><published>2010-05-09T15:42:00.000-07:00</published><updated>2010-05-09T15:48:10.681-07:00</updated><title type='text'>Sistema monetário</title><content type='html'>Montamos em nossa sala um mercado nele colocamos produtos/ embalagens vazias utilizadas em sua casa, para a montagem do mesmo. Depois fazemos  uma pesquisa de preços, através de encartes de jornais ou folhetos entregues nas ruas, combinei que colocarímos valores redondos R$ 1,00, R$ 2,00 ... e colocam os preços nos produtos que levaram para a sala de aula. Simulamos que estávos comprando, a principio estipulei o valor que poderia ser  ser gasto. Escolhemos quem iria a principio comprar e quem seria o caixa do mini mercado, para que todos possam trabalhar de forma integrada e fazendo cálculos.&lt;br /&gt;A partir dos produtos expostos em nosso mini mercado, o poderíamos comprar com 20 reais, de modo a gastar o máximo deste dinheiro? Qual seria o troco?&lt;br /&gt;Fizemos várias hipoteses de compra, valores e troco.&lt;br /&gt;I_ "Profe deu 30 reais minhas compras, tenho duas notas de dez e uma de cinco, vai dar"?&lt;br /&gt;P_ " Vamos somar o valor que tu tens então".&lt;br /&gt;I_" Profe dez mais dez dá vinte mais cinco dá vinte e cinco".&lt;br /&gt;P_" Vinte e cinco é maisor ou menor que trinta".&lt;br /&gt;I_" Vinte e cinco vem antes do trinta, é menor, então falta dinheiro".&lt;br /&gt;P_"Quanto será que falta"?&lt;br /&gt;I_  "Vinte e cinco, vinte e seis..."&lt;br /&gt;Ele contou nos dedos até chegar no trinta, o interessante foi que ele partiu do vinte, ele já tem a concervação dos números.&lt;br /&gt;I_ " Cinco"&lt;br /&gt;P_ Tu poderas levar tudo então"?&lt;br /&gt;I _ "Terei que deixar alguns produtos".&lt;br /&gt;P_ " O que tu poderias deixar"?&lt;br /&gt;I_ " Vou deixar este que custa dois reais, este que custa três reais, dois mais três da cinco" &lt;br /&gt;P_ "Irá sobrar troco"?&lt;br /&gt;I_" Não".&lt;br /&gt;Adorei fazer esta proposta com meus alunos, trabalhar com sistema monetário pode ser uma atividade bem atrativa para os alunos, não necessariamente tendo que ficar presos aos livros didáticos, mas podendo trabalhar de forma ativa, com cálculos mentais e ao mesmo tempo aprendendo através da diversão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-4800971057864550128?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/4800971057864550128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=4800971057864550128' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4800971057864550128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4800971057864550128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/05/sistema-monetario.html' title='Sistema monetário'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8497507816200915614</id><published>2010-04-27T17:41:00.000-07:00</published><updated>2010-04-27T17:59:53.428-07:00</updated><title type='text'>Trabalhando com PA</title><content type='html'>Estamos dando andamento em nossos "PA" e nesta terça-feira fizemos o refinamento das certezas Provisórias e Dúvidas temporárias,  solicitei que em grupo entre os participantes, lessem novamente suas questões descartando algumas e incluindo outras, depois de pronto pedi para que cada grupo lessem depois fiz a listagem no quadro.&lt;br /&gt;O Grupo das Proteinas ficaram admirados pois as certezas e as dúvidas ficaram bem melhores e no grupo dos carboidratos tinha uma certeza iniciando eu não sei... quando a K Leu de imediato disse:&lt;br /&gt;K_" Profe mas esta parecendo uma dúvida esta minha certeza!".&lt;br /&gt;P_" É verdade! O que podemos então fazer?"&lt;br /&gt;I_ " Colacá-la nas dúvidas, porque a dúvida dela é a mesma que a minha!"&lt;br /&gt;Fiquei observando os integrantes falando entre si, organizando-se, esta coloca, esta esta igual, vamos escrever assim, aos poucos foram refazendo suas certezas e suas dúvidas.&lt;br /&gt;Perguntei a eles por qual motivo eu coloquei certezas provisórias e dúvidas temporárias, o que quer dizer " Provisória" e "Temporária". Ficaram pensando por alguns segundos o M disse:&lt;br /&gt;M_" Temporária vem de tempo"&lt;br /&gt;P_" Isso mesmo, será que é  porque teríamos estas dúvidas por pouco tempo?&lt;br /&gt;E_" É profe. nos estamos tentando descobrir as respostas pesquisando".&lt;br /&gt;Adorei a resposta dada por eles. &lt;br /&gt;Provisória não souberam responder então falei que certezas provisórias porque estávamos pesquisando e aprendendo mais sobre o assunto e que poderá mudar nossas certezas.&lt;br /&gt;Quando o último grupo falou para ser registrado no quadro, pedi que todos comparassem com as primeiras dúvidas e certezas que haviam escrito em aula anterior. Disseram que havia ficado muito melhor agora.  Em grande grupo eles  mostraram as novas questões mais elaboradas e refinadas.&lt;br /&gt;Passamos para a construção dos nossos mapas conceituais. Expliquei que era para eles poderem  organizar melhor as dúvidas e certezas, este foi criado através de papel pardo, solicitei para que primeiramente fizessem de lápis pois se errar é possível apagar. Eles ficaram encantados com a ídéia deles fazeres cartazes pra expor suas idéias, uns fizeram com letras desenhas, pintaram as bordas, desenharam, colaram gravuras, usaram da criatividade para  ilustrar e organizar.  &lt;br /&gt;Provoquei a turma a pensar, nos estamos registrando aos poucos nossas pesquisas no computador certo! Mas só a nossa turma irá conhecer o que descobrimos, todos ficaram pensando, o que poderiamos fazer para que todos da escola conhecesse nossa pesquisa depois de pronta?&lt;br /&gt;S_" Trazendo eles aqui, para lerem!"&lt;br /&gt;P_" Boa idéia! Mas será que todos cabem aqui no evam?"&lt;br /&gt;S﻿_" ﻿﻿ ﻿﻿﻿﻿﻿﻿U﻿m﻿﻿a ﻿﻿t﻿u﻿r﻿m﻿a﻿ ﻿d﻿e﻿ ﻿c﻿a﻿d﻿a﻿ ﻿v﻿e﻿z﻿﻿"﻿.&lt;br /&gt;﻿P﻿_" ﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿S﻿i﻿m﻿﻿﻿,﻿ ﻿m﻿a﻿s﻿ ﻿a﻿c﻿h﻿o﻿ ﻿q﻿u﻿e﻿ ﻿﻿﻿﻿p﻿o﻿d﻿e﻿r﻿﻿í﻿m﻿o﻿s﻿ ﻿f﻿a﻿z﻿e﻿r﻿ ﻿a﻿i﻿n﻿d﻿a﻿ ﻿m﻿e﻿l﻿h﻿o﻿r﻿,﻿ ﻿v﻿o﻿c﻿﻿﻿ê﻿s﻿ ﻿s﻿a﻿b﻿e﻿m﻿ ﻿q﻿u﻿e﻿ ﻿p﻿o﻿d﻿e﻿m﻿o﻿s﻿ ﻿i﻿m﻿p﻿r﻿i﻿m﻿i﻿r﻿ ﻿n﻿o﻿s﻿s﻿a﻿ ﻿p﻿e﻿s﻿q﻿u﻿i﻿s﻿a﻿ ﻿e poderíamos encaderná-la﻿ para fazermos﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿ um livro, ﻿ em um dia poderímos apresentar nossas descobertas ﻿﻿﻿para todas pessoas da nossa escola e inclusive para os ﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿p﻿a﻿i﻿s﻿,﻿ ﻿﻿v﻿o﻿c﻿﻿﻿ê﻿s﻿ ﻿e﻿s﻿t﻿﻿ã﻿o﻿ ﻿p﻿e﻿s﻿q﻿u﻿i﻿s﻿a﻿n﻿d﻿o﻿ ﻿a﻿l﻿g﻿o﻿ ﻿e﻿m﻿ ﻿﻿﻿﻿q﻿u﻿e﻿ ﻿m﻿u﻿i﻿t﻿o﻿s﻿ ﻿não sabem e ir﻿﻿ão aprender ﻿a﻿t﻿r﻿﻿á﻿v﻿e﻿s﻿ ﻿d﻿o﻿ ﻿l﻿i﻿v﻿r﻿o﻿ ﻿d﻿e﻿ ﻿﻿﻿﻿v﻿o﻿c﻿﻿﻿ê﻿s﻿﻿.﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿"&lt;br /&gt;Os olhinhos brilharam e imediatamente responderam que legal, é mesmo profe.﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿&lt;br /&gt;A partir do momento que valorizamos a produção de nossos alunos estamos incentivando o seu desenvolvivento na aprendizagem.&lt;br /&gt;O professor não precisa trazer tudo mastigado e pronto, onde muitas vezes os alunos não entedem nada, fazem macanicamente, trabalhar com PA nos possibilita um trabalho diferenciado,  onde eles todos os dias trazem novas novidades, eles buscam, pesquisam, contribuem com a aprendizagem de todo o grupo e todos aprendem realmente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8497507816200915614?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8497507816200915614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8497507816200915614' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8497507816200915614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8497507816200915614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/04/trabalhando-com-pa.html' title='Trabalhando com PA'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8423873118748649914</id><published>2010-04-25T12:11:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:16:44.549-07:00</updated><title type='text'>Base 10</title><content type='html'>Trouxe para a aula o material Base 10. Este material ajuda na aprendizagem da construção do número. Primeiro as crianças manusearam livremente o material brincando como se fossem peças de montar. Elas empilharam as barrinhas e as placas formando casinhas e garagem, pegaram até os carrinhos que "J" trouxe para brincar na hora do recreio. Havia cinco caixas do material e as crianças brincaram em grupos. Penso ser importante deixar as crianças explorarem o material para conhecê-lo em suas características. Esse momento é bem prazerozo para elas e é difícil convencê-las a parar a brincadeira.  Solicitei que colocassem todas as peças de volta na caixa e comecei a direcionar as atividade. Apresentei as peças dizendo o nome de cada uma delas. Pedi que pegassem dez cubinhos e uma barrinha. Aqui pude perceber quem ainda não domina bem a contagem, uma pegaram cubinhos a mais. &lt;br /&gt;Enquanto auxiliava percebi que algumas crianças estavam relacionando a quantidade de cubinhos com a barrinha, colocando-as lado a lado ou em cima. Outras colocavam as peças de maneira dispersa. Perguntei:&lt;br /&gt;P_ " Vocês, que colocaram os cubinhos junto com a barrinha o que descobriram?&lt;br /&gt;S_ "Que ficou do mesmo tamanho". Falei para todas alinharem os cubinhos com a barrinha e perguntei:&lt;br /&gt;P_ "Vocês concordam com o colega"?&lt;br /&gt;Crianças_"Sim ".&lt;br /&gt;As crianças concordaram que havia dez nos dois grupos.&lt;br /&gt;Mostrei o numeral "1" e disse que era para me mostrar essa quantidade. Todas acertaram mostrando o cubinho.  Mostrei o numeral 15 como eles poderiam representá-lo. Uns pegaram 15 cubinhos, outros pegaram uma barrinha e cinco cubinhos. Pedi que representassem o número 39. Uns pegaram trinta e nove cubinhos e perguntei se teria outra maneira de representa-lo então pegaram três barrinhas e nove cubinhos, e o L Formou o número trinta e nove( o número)  pedi a ele como  poderia mostrar atráves das peças o número trinta e nove, então ele pegou trinta e nove cubinhos, tem outra maneira perguntei, ele pensou e pegou duas barrinhas e nove cubinhos pedi a ele que contasse, ele falou que estava faltando então acrescentou mais uma barrinha.&lt;br /&gt;é preciso fazer as intervensões necessárias para que o educando resolva os conflitos que surgem no decorrer das atividades.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8423873118748649914?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8423873118748649914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8423873118748649914' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8423873118748649914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8423873118748649914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/04/base-10.html' title='Base 10'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-6938111209549525141</id><published>2010-04-25T12:01:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:10:15.581-07:00</updated><title type='text'>Trabalho com pesquisa</title><content type='html'>Estamos trabalhando sobre alimentos, pensei em uma pesquisa envolvendo rótulos, que fornecessem informações importantes e que muitos não observam,  envolvendo rótulos dos alimentos (alimento, validade, valor nutricional e tipo de embalagem), conversamos sobre o cuidado de cuidarmos a validade dos alimentos e conservação dos mesmos (latas amassadas, enferrujadas). Já com a pesquisa em mãos fizemos uma roda para tirarmos nossas dúvidas. Perguntaram o que queria dizer as letras acompanhadas das palavras "g-grama", " kcal- energia" "mg-miligrama", falamos sobre o açúcar que o consumo em exesso é prejudicial para a saúde, nas informações nutricionais da massa havia gordura saturada e gordura trans. Gordura saturada é tipo de gordura encontrada principalmente em produtos de origem animal encontramos nas carnes vermelhas e brancas (principalmente gordura da carne e pele das aves), leite e derivados integrais (manteiga, creme de leite, iogurte, nata).  &lt;br /&gt; O consumo aumenta o colesterol ruim (LDL), que se deposita nas artérias, elevando o risco de problemas no coração. A Gordura trans é um tipo de gordura formada por um processo químico  encontramos nas margarina, biscoitos, batatas fritas, sorvete e salgadinhos de pacote ela não faz nada bem à saúde: aumenta o colesterol ruim e, ao mesmo tempo, reduz o bom. Em todos os alimentos apresentou o plástico como embalagem, falamos sobre a decomposição deste material que demorava muitos anos para desaparecer.&lt;br /&gt;A_ Profe no lixo lá de casa, é colocado bastante plásticos! Para onde vai estas sacolas?&lt;br /&gt;P_ Para o lixão, já imaginaram que em nossa sala há vinte e três famílias e que produzimos lixo todos os dias!&lt;br /&gt;J_ Nossa professora o lixão deve ser bem grande!&lt;br /&gt;P_ Já fui até lá. Tem pessoas que trabalham em esteiras para separar plásticos, garrafas, vidros, alimentos, é bastante importante separarmos nosso lixo em casa, irá facilitar o trabalho destas pessoas. &lt;br /&gt;D_ Mas como separar?&lt;br /&gt;P_ Lixo orgânico, podemos fazer um buraco nos fundos de casa e enterra-lo, como aprendemos na palestra com o professor João da horta, ele produzirá adubo, as garrafas, os papéis coloca-los separados os catadores recolhem para vender, os vidros armazená-los em volta de jornais para outras pessoas não se machucarem.&lt;br /&gt;Este tema é  ótimo para ser trabalhado com os alunos, quero trazer mais informações em outros dias e que sabe até marcar uma visita no lixão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-6938111209549525141?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/6938111209549525141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=6938111209549525141' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6938111209549525141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6938111209549525141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/04/trabalho-com-pesquisa.html' title='Trabalho com pesquisa'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1007553205376864921</id><published>2010-04-18T09:42:00.000-07:00</published><updated>2010-04-18T09:48:31.728-07:00</updated><title type='text'>REFLEXÃO SEMANAL: 12/04 À 16/04</title><content type='html'>Avaliar a aprendizagem nem sempre é um ato fácil de ser executado pelo professor. Independente dos instrumentos e critérios de avaliação utilizados, sempre há “em jogo” uma operação de poder que conduzirá a uma determinada tomada de decisão. É um grande desafio. Diante disso, penso  o que irei avaliar, como, que instrumentos irei utilizar para avaliar, que indicadores segerem que meu aluno realmente tenha aprendido, alcancei meus objetivos propostos. Conforme Luckesi (2000 p. 11)“A prática da avaliação da aprendizagem, para manifestar-se como tal, deve apontar para a busca do melhor de todos os educandos, por isso é diagnóstica, e não voltada para a seleção de uns poucos, como se comportam os exames. Por si, a avaliação, como dissemos, é inclusiva e, por isso mesmo, democrática e amorosa. Por ela, onde quer que se passe, não há exclusão, mas sim diagnóstico e construção. Não há submissão, mas sim liberdade. Não há medo, mas sim espontaneidade e busca. Não há chegada definitiva, mas sim travessia permanente, em busca do melhor. Sempre!” &lt;br /&gt;  Ao trabalhar uma receita de bolo tive por objetivo trabalhar a escrita e o reconhecimento de palavras de rótulos de embalagens conhecidas por eles. &lt;br /&gt;P"Como se chama aquilo que explica como se faz um bolo?"&lt;br /&gt;Crianças-" Igredientes"&lt;br /&gt;P-"não. Isso é o que usamos."&lt;br /&gt;Crianças-"Receita."&lt;br /&gt;P-"Irei ler a receita do nosso bolo de cenoura."&lt;br /&gt;Fiz a leitura para a turma, escrevi no quadro a lista de compras e perguntei:&lt;br /&gt;P- "O que precisamos comprar para fazermos o bolo conforme a receita?"&lt;br /&gt;E as crianças começaram a responder. Conforme iam dizendo, eu colocava os ingredientes em cima de uma mesa bem a vista das crianças e elas escreviam em uma folha o nome do ingrediente. Essa atividade foi feita sem ajuda com a intenção de verificar o grau de conhecimento da escrita de cada criança. Conforme iam terminando, eu recolhia as folhas para avaliá-las posteriormente. Alguns olhavam para a escrita dos colegas e eu pedi para eles tentarem fazer sozinhos. Todos escreveram conforme suas hipótese de escrita. Constatei que uma aluna ainda encontra-se no nível pré silabico, irei fazer intervenções de escrita e leitura individualmente.&lt;br /&gt; Escrevemos a receita e o modo de preparo. Descemos novamente ao refeitório e perguntei:&lt;br /&gt;P_" Em quantas fatias precisamos partir o bolo?"&lt;br /&gt;crianças_ "veio 10 meninos e 10 meninas, vinte profe". &lt;br /&gt;P_ Certo.&lt;br /&gt;Repartimos e comemos o bolo. Esta atividade possibilitou o cálculo mental de possibilidades de divisão dos pedaços. Como é uma atividade que possibilita a criança visualizar a distribuição concreta e não abstrata, todos da turma responderam aos questionamentos. Esta avaliação foi feita oralmente com eles.&lt;br /&gt;Na biblioteca a professora Ivanir da biblioteca  solicitou que os três alunos leitores se preparassem a primeira em ler foi a "G", leu com uma boa entonação e leitura, depois foi a vez da "D" também leu bem sua história, a "E" leu com dificuldades nas palavras de encontros consonatais (ela começou a ler a poucos dias, a professora titular disse que era incegura). &lt;br /&gt;O incentivo a leitura é prioridade na escola, pois desde o primeiro ano até a oitava série as crianças saõa atendidas na biblioteca e levam livros para casa. O projeto da biblioteca visa incentivar ao hábito da leitura tanto dentro como fora da escola, oferecendo momentos de contato com os livros através da hora do conto e empréstimo de livros de seu acervo. Assim, leitura deve ser ensinada acompanhada de um objetivo claro e significativo demonstrando sua prática social. Conforme os Pârametros Curriculares Nacionais (Brasil, 1997, vol.2 p.57) " a leitura, como prática social, é sempre um meio, nunca um fim. Ler é a resposta a um objetivo, a uma nescessidade pessoal". Não lemos para aprender a ler, lemos para buscar uma resposta imediata a um questonamento, a uma curiosidade ou somente por prazer. Mostrar para as crianças que através da leitura entramos em contato como conhecimento é uma proposta que deve ser incorporada nas escolas para a verdadeira aprendizagem.&lt;br /&gt;Como prática da leitura, o professor também deve realizar leituras para as crianças. Essa prática também desenvolvida pela professora da biblioteca lendo histórias e poesias e por mim, que lerei vários textos durante o meu estágio. Segundo os pârametros Curriculares Nacionais (Brasil, 1997, vol 2), a leitura feita pela professora possibilita aos alunos o acesso a textos mais longos, podendo ser lida por capítulos, eo encantamento das histórias para quem não consegue ler sozinho. A prática de leitura na escola é necessária pelas seguintes razões: ampliar a visão de mundo e inserir o leitor na cultura letrada; permitir a compreensão do funcionamento comunicativo da escrita: escrever-se para ser lido; aproximar o leitor de textos e os tornar familiares.&lt;br /&gt;O papel do professor é essencial para despertar o interesse da leitura nas crianças que deve opoturnizar diversos momentos de leitura e oferecer variados tipos de textos. Com esta proposta pedagógica o professor estará contribuindo para que a escola efetive sua função de formadora de leitores.&lt;br /&gt;No EVAM Como a turma desconhece as funções do teclado, resolvi trabalhar com um software que veio junto com as mesas da positivo chamado oficina do escritor pois ele pocibilita que aprendam de uma forma mais interativa e lúdica a digitação, nesta mesa os alunos trabalham de forma coletiva, expliquei a proposta que seria eles se passarem por uma rádio local na qual teriam que digitar o texto para eles falarem posteriormente, a principio foi difícil pois alguns integrantes do grupo não queriam deixar os outros integrantes digitarem, então tive que intervir explicando que cada um precisaria participar da escrita do texto, terminado o texto, cada um fez a narração eles acharam o máximo escutar sua vozes no computador. O Interessante foi quando pedi a eles que parassem de falar para cada grupo fazer a narração, e todos escutaram com atenção coisa que para esta turma não é coisa fácil, todos falam ao mesmo tempo, sem esperar a sua vez. &lt;br /&gt;Fiz a distribuição de encartes do supermercado onde solicitei que eles encontrassem os ingredientes do nosso bolo, o preço deveria ser recortado junto, então eles recortaram e colaram em seus cadernos, faltaram o fermento, e o ovos então solicitei que eles fizessem o desenho e falei o preço aproximado.&lt;br /&gt;M_ Prof. esta certo?&lt;br /&gt;Ele havia colocado R$ 4,00 para cada cenoura então questionei:&lt;br /&gt;P_ Mas será que não esta muito carro uma cenoura custar R$ 4,00?&lt;br /&gt;M_ Acho que tá errado, mas não sei o preço!&lt;br /&gt;P_ A Profe não disse para olhar no encarte?&lt;br /&gt;M_ Mas eu olhei!&lt;br /&gt;P_Tem certeza?&lt;br /&gt;Ele me olhou com aquele olhar. Percebi que ele queria livrar-se logo, terminar primeiro. &lt;br /&gt;Através desta atividade, possibilitei que as crianças realizassem cálculos mentais somando os preços dos ingredientes como auxílio dos encartes. Uma menina pecebeu que seu número era elevado utilizo-se dos dedos para resolver seu cálculo. No momento de registrar sua resposta inverteu a ordem dos numerais. Para corrigi-la lembrei-a do valor que os numerais tem sua posição, mesmo sem falar isso claramente e ela corrigiu sem precisar dizer como era.&lt;br /&gt;Se a criança conseguir utilizar o que aprendeu em situações diversas ela está conseguindo pensar, contextualizar e refletir sobre o conhecimento que está adquirindo. A atitude da menina demostrou que ela está aprendendo a construção do número e a utilizar o que aprendeu em situações que requerem esse conhecimento.&lt;br /&gt;Para que haja aprendizagem é necessário que o professor saiba atender de modo a levar a criança a buscar a resposta e não da-la sem a devida reflexão. Assim, o professor torna-se, conforme os Pârametros Curriculares nacionais (BRASIL, 1997, vol. 3), em consultor que fornece aos alunos as informações necessárias para obter a resposta. Minha atitude foi deixa-la pensar sobre o  número, relembrado da outra atividade para fazê-la relacionar a situação desejada ao invês de fazer uma correção de cópia e reprodução. O que relmente é importante não é a resposta correta imediata e sim o processo que ele percorreu até encontrá-la.&lt;br /&gt;Penso ser muito importante a atuação do profissional para promover um ensino que priorize o pensamento e a reflexão, pois essas são aspectos para a criança construir seu conhecimento.&lt;br /&gt;Pedi a eles que escrevessem em um papel algo que gostariam de aprender fiquei surpresa quando iniciamos a ler nossas perguntas para formamos os grupos de pesquisa PA, as perguntas escritas eram relacionadas ao que aprenderam na  horta,  grande maioria dos meus alunos frequentam no período da manhã o Programa Mais educação, participam de uma oficina chamada "Horta Escolar"  tendo como monitoras (Maria Helena Hartz e Ketlyn Ferreira) e temos como parceiros a UPAN (União Protetora do Ambiente Natural, o Lions Clube Imigrante, a Escola Técnica Visconde de São Leopoldo da Feitoria (cursos: Agropecuária e Técnico em Florestamento). A Upan foi fundada em 1971 e atua em projetos do meio ambiente com seu lema: “pensar globalmente e agir localmente”; o Lions Imigrante fundado em 1980 atua na área da saúde, meio ambiente e educação. Os objetivos do projeto horta escolar: proporcionar conhecimento sobre educação ambiental, preparação dos canteiros e manejo de hortaliças. Nesta semana tiveram palestras no turno do programa, plantaram, regaram, e também o jornal VS foi até nossa escola para conhecer nossa horta, eles ficaram bem envolvidos com a palestra e também com a visita do jornal. Penso que quando conseguimos trazer para nosssos alunos conhecimentos e experiencias que podem ser uteis para o seu dia-a-dia, como nos trás a reportagem do jornal VS em que um de nossos alunos encentivou ao pai para fazerem uma horta em sua casa, mais do que fazer a horta o aluno passou a ter conhecimento dos benefícios de uma refeição saudável com hortaliças que ele mesmo pode cultivar. Formamos os  grupos por aproximidade de perguntas, solicitei a eles para que formulassem uma só pergunta em que iriamos pesquisar, também descrever nossas dúvidas e o que já temos certeza, registramos.&lt;br /&gt;Dentre as atividades propostas para as crianças o momento de brincar é um dois mais esperados. Elas brincam com os brinquedos trazidos por eles na quinta-feira e com os jogos da sala. O espaço para brincar deve entrar na escola proporcionando aprendizagens e prazer aos educandos e nãodeixá-lo para trás quando a criança sai da educação infantil. Maluf (2007, p.30), afirma que "o brincar, enquanto promotor da capacidade e potencialidade da criança, deve ocupar um lugar especial na prática pedagógica, tendo como espaço privelegiado a sala de aula. A brincadeira e o jogo precisam vir à escola". O educador deve organizar seu tempo e incluir em sua proposta pedagógica o espaço para o brinquedo e brincadeiras promovendo aprendizagens atráves do lúdico.&lt;br /&gt;Durante o brincar as crianças estão desenvolvendo a socialização e a capacidade de relacionamento e comunicação e conforme  Maluf (2007) podemos identificar diferentes tipos de brincadeiras baseados nessas aprendizagens: solitárias, em paralelo, juntar-se à brincadeira, brincadeira coletiva e cooperação complexa. Na brincadeira cooperativa é muito importante pertencer ao grupo onde ela toma parte das atividades compartilhadas divide brinquedos, espera sua vez e trabalha com os outros. &lt;br /&gt;A formação integral da criança passa pela construção de sua sociabilidade e não apenas na aquisição de conhecimentos específicos. Sendo assim, este espaço deve estar presente nas escolas favorecendo a interação e o relacionamento entre as crianças.&lt;br /&gt;A aluna fez o relato de como foi levar a sacola de leitura para casa, falou que levou os livrinhos, gostou mais do livro da Tartaruga e a Lebre e o do livro de dobraduras, sua mãe leu as revistas, gostou de levar a sacola para casa. Pensei em desenvolver esta atividade com meus alunos pois será um meio em que possibilitará que todos da família possam construir o ato de ler,  Braga (2002,p.20) confirma a importancia da escola formar leitores dizendo "Para tornar bons leitores, a escola terá de mobilizá-los internamente, pois aprender a ler exige esforço. É preciso torná-los confiantes para aceitar desafios mais complexos e aprender fazendo."&lt;br /&gt;Contei para eles a história "O grande rabanete Tatiana Belinky", primeiramente fiz uma preparação antes,  aquele suspense, mostrei o livro para eles e questionei se já conheciam a história, qual seria o assunto, escutaram atentamente, vidrados em mim, conforme ia contando dramatizava as cenas, chegou perto de terminar eles entenderam a sequencia dos fatos, começaram a narrar juntos comigo, percebi que eles adoram escutar histórias. Os alunos dramatizaram e riram muito, pois entenderam a sequencia da história,  um puxa o outro até que o rabanete sai da terra, eles caem no chão. Como descreve (Kaercher, pág.1) "Ler histórias para crianças, sempre, sempre... É poder sorrir, rir, gargalhar com as situações vividas pelas personagens, com a idéia do conto ou com o jeito de escrever dum autor e, então, poder ser um pouco cúmplice desse momento de humor, de brincadeira, de divertimento... "&lt;br /&gt;Fomos até a horta para observarmos o crescimento dos rabanetes que eles mesmos plantaram junto com outras turmas que participam do pograma mais educação no contra turno.&lt;br /&gt;A_ Profe. podemos arranca-los da terra?&lt;br /&gt;P_Ainda não ele precisa crescer mais.&lt;br /&gt;Em sala o ajudante fez a distribuição dos personagens da história onde eles pintaram, recortaram e colaram no caderno, ao lado de cada personagem descreviam os fatos. Realizei esta atividade para avaliar a escrita e leitura de cada um, conforme iam terminando eu fazia a intervensões necessárias de escrita, será que foi isso mesmo que aconteceu, será que não esta faltando letrinhas nesta palavra, leia novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referencias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KAERCHER, Gládis Elise Pereira da Silva, * Capítulo 1 do livro “Literatura Infantil: gostosuras e bobices”, de Fanny Abramovich.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRAGA, Regina Maria. Construindo o leitor competente. São Paulo- Peirópolis, 2002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MALUF, Ângela Cristina Munhos. Brincar: prazer e aprendizado. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ______, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa, Brasília: MEC/SEF, 1997.v2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa, Brasília: MEC/SEF, 1997.v3.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUCKESI, Cipriano. O  que é mesmo o ato de avaliar a aprendizagem?, Revista Pátio, ano3, n° 12, p.11, 2000. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KAERCHER, Gládis Elise Pereira da Silva, * Capítulo 1 do livro “Literatura Infantil: gostosuras e bobices”, de Fanny Abramovich.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRAGA, Regina Maria. Construindo o leitor competente. São Paulo- Peirópolis, 2002&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1007553205376864921?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1007553205376864921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1007553205376864921' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1007553205376864921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1007553205376864921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/04/reflexao-semana-1204-1604.html' title='REFLEXÃO SEMANAL: 12/04 À 16/04'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1001363687299550899</id><published>2010-04-17T14:56:00.000-07:00</published><updated>2010-04-17T15:05:03.651-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O incentivo a leitura é prioridade em minha  escola, pois desde o primeiro ano até a oitava série as crianças são atendidas na biblioteca e levam livros para casa. O projeto da biblioteca visa incentivar ao hábito da leitura tanto dentro como fora da escola, oferecendo momentos de contato com os livros através da hora do conto e empréstimo de livros de seu acervo. Assim, leitura deve ser ensinada acompanhada de um objetivo claro e significativo demonstrando sua prática social. Conforme os Pârametros Curriculares Nacionais (Brasil, 1997, vol.2 p.57) " a leitura, como prática social, é sempre um meio, nunca um fim. Ler é a resposta a um objetivo, a uma nescessidade pessoal". Não lemos para aprender a ler, lemos para buscar uma resposta imediata a um questonamento, a uma curiosidade ou somente por prazer. Mostrar para as crianças que através da leitura entramos em contato como conhecimento é uma proposta que deve ser incorporada nas escolas para a verdadeira aprendizagem.&lt;br /&gt;Como prática da leitura, o professor também deve realizar leituras para as crianças. Essa prática também desenvolvida pela professora da biblioteca lendo histórias e poesias e por mim, que lerei vários textos durante o meu estágio. Segundo os pârametros Curriculares Nacionais (Brasil, 1997, vol 2), a leitura feita pela professora possibilita aos alunos o acesso a textos mais longos, podendo ser lida por capítulos, eo encantamento das histórias para quem não consegue ler sozinho. A prática de leitura na escola é necessária pelas seguintes razões: ampliar a visão de mundo e inserir o leitor na cultura letrada; permitir a compreensão do funcionamento comunicativo da escrita: escrever-se para ser lido; aproximar o leitor de textos e os tornar familiares.&lt;br /&gt;O papel do professor é essencial para despertar o interesse da leitura nas crianças que deve opoturnizar diversos momentos de leitura e oferecer variados tipos de textos. Com esta proposta pedagógica o professor estará contribuindo para que a escola efetive sua função de formadora de leitores.&lt;br /&gt;Nesta quarta-feira fomos  ao EVAM. Como a turma desconhece as funções do teclado, resolvi trabalhar com um software que veio junto com as mesas da positivo chamado oficina do escritor pois ele pocibilita que aprendam de uma forma mais interativa e lúdica a digitação, nesta mesa os alunos trabalham de forma coletiva, expliquei a proposta que seria eles se passarem por uma rádio local na qual teriam que digitar o texto para eles falarem posteriormente, a principio foi difícil pois alguns integrantes do grupo não queriam deixar os outros integrantes digitarem, então tive que intervir explicando que cada um precisaria participar da escrita do texto, terminado o texto, cada um fez a narração eles acharam o máximo escutar sua vozes no computador. O Interessante foi quando pedi a eles que parassem de falar para cada grupo fazer a narração, e todos escutaram com atenção coisa que para esta turma não é coisa fácil, todos falam ao mesmo tempo, sem esperar a sua vez. &lt;br /&gt;Trabalhamos com  encartes do supermercado onde solicitei que eles encontrassem os ingredientes do nosso bolo, o preço deveria ser recortado junto, então eles recortaram e colaram em seus cadernos, faltaram o fermento, e o ovos então solicitei que eles fizessem o desenho e falei o preço aproximado.&lt;br /&gt;M_ Prof. esta certo?&lt;br /&gt;Ele havia colocado R$ 4,00 para cada cenoura então questionei:&lt;br /&gt;P_ Mas será que não esta muito carro uma cenoura custar R$ 4,00?&lt;br /&gt;M_ Acho que tá errado, mas não sei o preço!&lt;br /&gt;P_ A Profe não disse para olhar no encarte?&lt;br /&gt;M_ Mas eu olhei!&lt;br /&gt;P_Tem certeza?&lt;br /&gt;Ele me olhou com aquele olhar. Percebi que ele queria livrar-se logo, terminar primeiro. Como eram vários ingredientes a conta ficou grande  e para eles ainda é muito complexo o raciocínio principalmente trabalhando com vírgulas, então expliquei como armava a conta no quadro, eles tiveram bastante dificuldade em fazer o cálculo, então resolvi optar pelo atendimento  em minha mesa, porém o tempo foi curto para esta atividade então ficou de tema de casa. &lt;br /&gt;Na aula de hoje, possibilitei que as crianças realizassem cálculos mentais somando os preços dos ingredientes como auxílio dos encartes. Uma menina pecebeu que seu número era elevado utilizo-se dos dedos para resolver seu cálculo. No momento de registrar sua resposta inverteu a ordem dos numerais. Para corrigi-la lembrei-a do valor que os numerais tem sua posição, mesmo sem falar isso claramente e ela corrigiu sem precisar dizer como era.&lt;br /&gt;Se a criança conseguir utilizar o que aprendeu em situações diversas ela está conseguindo pensar, contextualizar e refletir sobre o conhecimento que está adquirindo. A atitude da menina demostrou que ela está aprendendo a construção do número e a utilizar o que aprendeu em situações que requerem esse conhecimento.&lt;br /&gt;Para que haja aprendizagem é necessário que o professor saiba atender de modo a levar a criança a buscar a resposta e não da-la sem a devida reflexão. Assim, o professor torna-se, conforme os Pârametros Curriculares nacionais (BRASIL, 1997, vol. 3), em consultor que fornece aos alunos as informações necessárias para obter a resposta. Minha atitude foi deixa-la pensar sobre o  número, relembrado da outra atividade para fazê-la relacionar a situação desejada ao invês de fazer uma correção de cópia e reprodução. O que relmente é importante não é a resposta correta imediata e sim o processo que ele percorreu até encontrá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso ser muito importante a atuação do profissional para promover um ensino que priorize o pensamento e a reflexão, pois essas são aspectos para a criança construir seu conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BiBliografia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ______, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa, Brasília: MEC/SEF, 1997.v2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa, Brasília: MEC/SEF, 1997.v3.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1001363687299550899?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1001363687299550899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1001363687299550899' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1001363687299550899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1001363687299550899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/04/o-incentivo-leitura-e-prioridade-em.html' title=''/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-4086288668188232233</id><published>2010-04-17T12:58:00.000-07:00</published><updated>2010-04-17T13:32:38.511-07:00</updated><title type='text'>Horta Escolar</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S8oT6v206TI/AAAAAAAAAq4/bncQX1Xuxlk/s1600/Image.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 151px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S8oT6v206TI/AAAAAAAAAq4/bncQX1Xuxlk/s400/Image.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461199398139914546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Iniciou no mês de março de 2010, em minha escola o Programa Mais Educação que foi implementado com apoio dos Ministérios da Educação, Esporte, Cultura e Desenvolvimento Social. As atividades têm como foco a melhoria do rendimento do aluno e do aproveitamento do tempo escolar e serão realizadas no contra turno. Com a idéia, pretende-se reduzir evasão, reprovação e distorções de idade-série. São ações educativas, artísticas, culturais, esportivas e de lazer  atendem alunos no contra turno. Neste ano contamos com a Horta escolar tendo como monitoras (Maria Helena Hartz e Ketlyn Ferreira)e temos como parceiros  a UPAN (União Protetora do Ambiente Natural, o Lions Clube Imigrante, a Escola Técnica Visconde de São Leopoldo da Feitoria (cursos: Agropecuária e Técnico em Florestamento). A Upan foi fundada em 1971 e atua em projetos do meio ambiente com seu lema: “pensar globalmente e agir localmente”; o Lions Imigrante fundado em  1980 atua na área da saúde, meio ambiente e educação.  Os objetivos do projeto horta escolar:  proporcionar conhecimento sobre educação ambiental, preparação dos canteiros e manejo de hortaliças, plantas medicinais e árvores nativas.&lt;br /&gt;Penso que quando conseguimos trazer para nosssos alunos conhecimentos e experiencias que podem ser uteis para o seu dia-a-dia, como nos trás a reportagem do jornal VS em que um de nossos alunos encentivou ao pai para fazerem uma horta em sua casa, mais do que fazer a horta o aluno passou a ter conhecimento dos benefícios de uma refeição saudável com hortaliças que ele mesmo pode cultivar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-4086288668188232233?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/4086288668188232233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=4086288668188232233' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4086288668188232233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4086288668188232233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/04/horta-escolar.html' title='Horta Escolar'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S8oT6v206TI/AAAAAAAAAq4/bncQX1Xuxlk/s72-c/Image.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8396482124447591228</id><published>2010-04-11T04:12:00.000-07:00</published><updated>2010-04-11T04:43:38.225-07:00</updated><title type='text'>Educação transformadora</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S8G149IyHXI/AAAAAAAAAqw/IDJsqZdnxzI/s1600/alunos+5.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 100px; height: 80px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S8G149IyHXI/AAAAAAAAAqw/IDJsqZdnxzI/s400/alunos+5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458844213438455154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta segunda-feira 12/04 irei iniciar como estagiaria da turma, estou com bastante espectativas com a turma, é uma turminha bastante falante, que gosta de participar e contribuir isso facilitará bastante pois todos nós estaremos constrUindo juntos nossos conhecimentos. Paulo Freire , é para nós educadores uma fonte inspiradora.Quando iniciamos a ler suas trajetórias na educação o quanto foi criticado, quando delineou uma pedagogia da libertação, das classes oprimidas e não privelegiadas, na tentativa de elucidá-las e conscientizá-las politicamente,  onde a alfabetização não se embasava em um sistema tradicional como o uso da cartilha. Sabemos que muitos educadores ainda estão enraizados nesse processo de ensino.&lt;br /&gt;    O método de alfabetização proposto por Freire, é relacionar o aluno com o objeto de estudo, é o trabalho com a compreensão da sua realidade,  pelo compromisso social com a mudança, adotando como mecanismo de intervenção o conhecimento. Isso implica uma relação horizontal entre professor e aluno, uma vez que, de acordo com Freire, além de o homem situar-se num espaço-tempo, é inerente a ele a “vocação de ser sujeito” (p. 34). Por isso, o processo educativo escolar necessita auxiliar o ser humano a tornar-se sujeito, estabelecendo contrapontos com os fatos diários que lhe permitam ler e reler o contexto social em que está inserido.&lt;br /&gt;             O processo de mudança da realidade, certamente, passa pelo processo de conscientização do ser humano, possibilitando-lhe desmistificar a compreensão do mundo, que, muitas vezes, lhe é passada como algo dado, estático, acabado, fatalista. A educação, enquanto “ação política como prática da liberdade”, não pode ser desenvolvida descolada da realidade dos sujeitos que a constituem, tampouco, por meio de práticas narrativas, práticas da “educação bancária”, que reforçam as contradições na sociedade de classes. De outro modo, Freire refere a “educação problematizadora” como contraponto à “educação bancária”, que se refaz continuamente pela práxis, isto é, parte da relação homem-mundo em que “o diálogo impõe-se como o caminho pelo qual os homens encontram seu significado enquanto homens; o diálogo é, pois, uma necessidade existencial” (p.82-83). Precisamos nos libertar de ser conteúdistas, é fácil dar o que está pronto, porém será que é só isso que nossos alunos precisam, é preciso uma avaliação e seleção do que é realmente importante para seu desenvolvimento cognitivo.   &lt;br /&gt;    Há alguns anos alcançamos uma clara consciência política, em que percebemos o poder que tínhamos em mãos e o quanto um currículo, determinado pelo poder público, podia manipular a formação da sociedade.Uma coisa é termos um currículo manipulador, determinista, que desenvolve cidadãos acríticos e passivos diante dos ditames da política e do poder capitalista, outra é termos um currículo que pode e deve formar o cidadão critico, mas que se molde e desenvolva as competências necessárias para poder competir e sair-se bem no mercado de trabalho, conquistando assim um emprego que lhe permitirá um digno sustento.&lt;br /&gt;       Trabalhar os conteúdos de forma procedimentar parece ser uma das alternativas de auxiliar os alunos no desenvolvimento das múltiplas competências, que hoje é tão exigidas pela sociedade, além é claro de ser a forma de desenvolver atitudes e mudanças de comportamentos nos alunos. É preciso selecionar o que pode ser descartado na lista de conteúdos, pois muitas vezes é repetido ano após ano sem trazer nenhum significado para o aluno.  &lt;br /&gt;         O professor sem dúvida nenhuma tem uma grande missão, uma grande responsabilidade em suas mãos, já que ele precisa primeiramente ter um comprometimento com o que faz, sendo que ele instiga a consciência de seu aluno, fazendo-o despertar para que se torne um sujeito crítico, que consiga refletir sobre o meio em que vive, buscando melhorá-lo, encontrando suas necessidades a serem supridas, avançando para um futuro mais justo e consciente. &lt;br /&gt;referêcias Bibliográficas :&lt;br /&gt;FREIRE, Paulo : uma presença, uma experiência &lt;br /&gt;SARTORI, Jerônimo e KRAHE: Conscientização com base em Paulo Freire&lt;br /&gt;GIROUX, HENRY: Professores como intelectuais transformadores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8396482124447591228?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8396482124447591228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8396482124447591228' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8396482124447591228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8396482124447591228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/04/educacao-transformadora.html' title='Educação transformadora'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S8G149IyHXI/AAAAAAAAAqw/IDJsqZdnxzI/s72-c/alunos+5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1645131380724370087</id><published>2010-04-04T15:41:00.000-07:00</published><updated>2010-04-04T16:16:58.645-07:00</updated><title type='text'>Melhorar a leitura e escrita dos educandos</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S7kdc96KmsI/AAAAAAAAAqo/O-OapQDpois/s1600/leitura"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 315px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S7kdc96KmsI/AAAAAAAAAqo/O-OapQDpois/s400/leitura" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5456424807028136642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As histórias estão presentes em nossa cultura há muito tempo e o hábito de contá-las e ouvi-las tem inúmeros significados. Está relacionado ao cuidado afetivo, à construção da identidade, ao desenvolvimento da imaginação, à capacidade de ouvir o outro e à de se expressar. Além disso, a leitura de histórias aproxima a criança do universo letrado e colabora para a democratização de um de nossos mais valiosos patrimônios culturais: a escrita.&lt;br /&gt;Por isso, é importante favorecermos a familiaridade das crianças com as histórias e a ampliação de seu repertório. Isso só é possível por meio do contato regular dos educandos com os textos, desde cedo, e de sua participação freqüente em situações diversas de conto e leitura. Sabe-se que os professores são os principais agentes na promoção dessa prática e a escola, o principal espaço para isso.&lt;br /&gt;Pensando em melhorar a pratica de leitura e escrita da turma na qual irei realizar meu estagio, estive esta semana leventando algumas questões que nortearão meu planejamento futuro. &lt;br /&gt;Como criar espaços convidativos para a leitura; convidar a familia a participar da leitura junto com os educandos; trabalhar junto com a professora da biblioteca; o que esta pratica ira contribuir na formação do educando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1645131380724370087?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1645131380724370087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1645131380724370087' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1645131380724370087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1645131380724370087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/04/melhorar-leitura-e-escrita-dos.html' title='Melhorar a leitura e escrita dos educandos'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S7kdc96KmsI/AAAAAAAAAqo/O-OapQDpois/s72-c/leitura' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-6001970494983371446</id><published>2010-03-27T10:17:00.000-07:00</published><updated>2010-03-27T10:33:57.428-07:00</updated><title type='text'>Continuação observação de turma</title><content type='html'>A maioria possui dificuldades na leitura, escrita e construção do número.Elaborei algumas perguntas, quem possuia computador em casa( nenhum), Quem recebia jornal: 03 alunos, Quem costuma fazer leitura em casa: Liam os livros retirados da biblioteca. Para melhorar a leitura dos alunos pensei em criar um projeto de leitura com eles onde a família também poderá participar (sacolas para leitura), cantinho de leitura na sala. Será disponibilizado mais um horário no Laboratório de informática, irá facilitar a construção das nossas PROPOSTAS DE ARQUITETURAS PEDAGÓGICAS. Estou com bastante espectativas em dar início ao meu estágio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-6001970494983371446?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/6001970494983371446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=6001970494983371446' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6001970494983371446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6001970494983371446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/03/continuacao-observacao-de-turma.html' title='Continuação observação de turma'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8825556301129171627</id><published>2010-03-21T12:13:00.001-07:00</published><updated>2010-03-21T12:13:58.638-07:00</updated><title type='text'>Minha turma de estagio</title><content type='html'>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/n46yeK4sRTY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/n46yeK4sRTY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8825556301129171627?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8825556301129171627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8825556301129171627' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8825556301129171627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8825556301129171627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/03/minha-turma-de-estagio.html' title='Minha turma de estagio'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1772275805992842096</id><published>2010-03-21T11:41:00.000-07:00</published><updated>2010-03-21T12:09:21.914-07:00</updated><title type='text'>Observação da turma de estagio</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S6Zo0-zyleI/AAAAAAAAAqg/VpWYik19K80/s1600-h/escola.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S6Zo0-zyleI/AAAAAAAAAqg/VpWYik19K80/s400/escola.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5451159658401273314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esta é minha escola Clodomir Vianna Moog, esta situada no bairro Scharlau em são Leopoldo, trabalho desde o ano de 1999.&lt;br /&gt;Nesta semana fui observar a turma ao qual irei realizar meu estagio é um terceiro ano, turno tarde, composta por 23 alunos, eles sentam-se em duplas a sala é ventilada, eles tem acesso ao armário de materiais, tem um cantinho de jogos. É uma turma bastante falante. Conversando com a professora regente ela descreveu que muitos possuem muitas dificuldades na aprendizagem. A professora regente estava trabalhando com escrita de texto, ela trouxe imagens de uma história onde ela iria questionando com a turma o que estava acontecendo nas cenas, após eles ganharam uma folha onde escreveram a data, nome e a história. Sentei ao lado de uma menina, ela esta escrevendo palavras conhecidas por ela, ela esta bastante insegura na escrita terei que partir  do principio da alfabetização sílabas, palavras... Depois olhando as produções fiquei encantada pois a havia  sequencia as histórias, deu para fazer uma boa avaliação do ponto em que terei que partir com a turma.  Nosso laboratório de informática recebeu mais computadores, e também será ligado a internet, isso irá contribuir bastante para a construção das PROPOSTAS DE ARQUITETURAS PEDAGÓGICAS, falei com minha supervisora e ela tentará encaixar mais um dia no laboratorio, isso será muito bom pois terei que ensina-los as funções dos teclados, como pesquisar... Mas tenho certeza que iremos aprender muito juntos. Estou com bastante espectativas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1772275805992842096?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1772275805992842096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1772275805992842096' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1772275805992842096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1772275805992842096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/03/observacao-da-turma-de-estagio.html' title='Observação da turma de estagio'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S6Zo0-zyleI/AAAAAAAAAqg/VpWYik19K80/s72-c/escola.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-9124691099927452980</id><published>2010-03-21T11:02:00.000-07:00</published><updated>2010-03-21T11:41:12.818-07:00</updated><title type='text'>Minha regencia</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S6ZlL9RLJnI/AAAAAAAAAqY/H-yYS58NeU4/s1600-h/matematica.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S6ZlL9RLJnI/AAAAAAAAAqY/H-yYS58NeU4/s400/matematica.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5451155655078127218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano de 2010 estou coordenando o Programa Mais Educação que  visa ampliar o tempo e o espaço educativo dos alunos da rede pública. O programa foi implementado com apoio dos Ministérios da Educação, Esporte, Cultura e Desenvolvimento Social. As atividades têm como foco a melhoria do rendimento do aluno e do aproveitamento do tempo escolar e serão realizadas no contra turno. Com a idéia, pretende-se reduzir evasão, reprovação e distorções de idade-série. São ações educativas, artísticas, culturais, esportivas e de lazer. &lt;br /&gt;ATIVIDADES REALIZADAS: Acompanhamento pedagógico( Matemática e Letramento), Esporte e Lazer( Recreação e Tênis de Mesa), Cultura e Artes (Leitura, Dança e Pintura), Saúde Alimentação.&lt;br /&gt;As crianças recebem 3 refeições diárias: Lanche da Manhã, almoço e lanche da Tarde, quando a merenda da escola for lanche, será feito almoço especialmente para as crianças do Mais Educação.&lt;br /&gt;Quando a merenda da escola for comida salgada, as crianças do Mais Educação repetirão o cardápio no horário almoço, com alguma complementação, e receberão um lanche no turno que estão no programa.&lt;br /&gt;Durante o horário do almoço as crianças serão acompanhadas pela Monitora de Alimentação e Saúde, que  além  de ajudar ao servir, terá a função de realizar atividades   que   orientem   as   crianças   para     uma alimentação correta e higiene.&lt;br /&gt; As  crianças  serão,   servim-se   sozinhas,   desenvolvendo   a  noção   de autonomia e de consciência do não desperdício.&lt;br /&gt;– Turmas atendidas: TURNO MANHÃ:&lt;br /&gt;– 2A1, 2A2, 3A1 e 4A1&lt;br /&gt;– TURNO TARDE:&lt;br /&gt;– 3A2 e 4A2&lt;br /&gt;Realizei junto com as monitoras um acompanhamento  dos alunos desde o  ano passado, percebemos uma melhora significativa na aprendizagem. No inicio do Programa fiquei preocupada pelo o fato dos educandos demonstrarem cansaço, mas aos poucos eles foram adaptando-se a nova rotina. Não poderei largar o Programa mais Educação,terei que fazer meu estagio a tarde sem intervalo ao meio dia, isso irá ser cansativo pelo fato de almoçar junto com as crianças .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-9124691099927452980?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/9124691099927452980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=9124691099927452980' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/9124691099927452980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/9124691099927452980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2010/03/minha-regencia.html' title='Minha regencia'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/S6ZlL9RLJnI/AAAAAAAAAqY/H-yYS58NeU4/s72-c/matematica.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-542132981598625013</id><published>2009-11-29T07:59:00.000-08:00</published><updated>2009-11-29T08:04:28.574-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DIDÁTICA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO'/><title type='text'>Avaliar</title><content type='html'>A avaliação classificatória é aquela em que o professor avalia seus alunos através de testes e notas ela determina se os educandos avançam ou não para a série posterior, penso que este método de avaliação não é eficaz pois como descreve o texto, não sabemos como meu aluno esta emocionalmente, eles muitas vezes sabem o assunto em que fora estudado mais na hora de descreverem o que sabem ficam nervosos e erram.  A avaliação mediadora é aquela que irá partir do que meus alunos já sabem, seus avanços na aprendizagem , suas dificuldades o professor poderá auxiliar os educandos em avançar em seus conhecimentos, penso que a  avaliação é compreendida como um procedimento pedagógico pelo qual se verifica continuamente o desenvolvimento da aprendizagem e se decide, caso necessário, sobre os meios alternativos de estudos de recuperação ou reforço.  A avaliação precisa  ser  contínua e qualitativa e deve ser capaz de colocar à disposição do professor informações mais precisas sobre os processos de aprendizagem, crescimento do aluno.  É preciso avaliar o educando sob diferentes aspectos: cognitivo, relacional e social. Esse tipo de avaliação permite também que um problema de aprendizagem seja prontamente percebido, de modo que possamos tomar as providencias necessárias para superá-lo, na medida do possível.&lt;br /&gt;  Na  maioria das escolas, o professor ainda ocupa papel de destaque na dinâmica do processo ensino aprendizagem, que se efetiva em um espaço privilegiado, instituído pela sociedade - a escola. É nesse espaço que o professor concretiza sua prática pedagógica determinada pela sua experiência, seus valores, seu comprometimento, seu contexto social e onde vivência múltiplas interações. Com base nas abordagens cognitivista e humanista, expressas em Mizukami (1986), o professor é aquele que: • assume o papel de orientador. Ele conduz e orienta o processo, cria condições para que o aluno analise seu contexto e produza cultura, conduz o processo de forma participativa, através do diálogo e da cooperação. Trata o aluno como pessoa concreta, determinada pelo seu contexto histórico e que o torna um ser individual; • assume o papel de facilitador da aprendizagem. Não é meramente um transmissor de conhecimentos. Referindo-se à função diagnóstica de avaliação. Mediano, citado por Candau (1988, p. 137), diz que a avaliação tem "como principal objetivo diagnosticar as dificuldades do processo de transmissão/aquisição do conhecimento, buscar as falhas tanto na transmissão, como na aquisição, para tomar decisões acerca da próxima etapa do processo".&lt;br /&gt; Como trabalho com turma de Educação Infantil não utilizamos notas e conceitos fazemos de forma descritiva sempre abordando o que foi trabalhado no semestre bem como os avanços na aprendizagem, tando nos aspectos cognitivos, relacionais, participação.&lt;br /&gt; Avalio continuamente  minha turma, quando estão realizando alguma tarefa, trabalhos em grupos, pracinha observo a laterialidade, motricidade fina e ampla, para planejar atividades diferenciadas para trabalhar estas habilidades. &lt;br /&gt; Como utilizo parecer descritivo fica difícil por exemplo relatar atitudes com colegas agressividade, falta de limites, atitudes, mordidas, egocentrismo.&lt;br /&gt; Utilizo os resultados da avaliação para fazer um diagnóstico de meu planejamento se estou alcançando os objetivos, o que preciso rever  estratégias para chegar se os educandos estão desenvolvendo habilidades. Acredito que estamos sempre aprendendo sobre como avaliar, posso aperfeiçoar minha prática pedagógica em relação avaliação realizando constantemente uma auto avaliação das minhas aulas, se estou conseguindo transmitir conhecimentos ao educando de forma eficaz.&lt;br /&gt;  De acordo com a abordagem humanista, o professor desenvolverá suas próprias estratégias de ensino e usará sua capacidade e criatividade para a avaliação. Rogers (1985) nos diz que o educador eficiente desenvolverá seu estilo próprio para facilitar a aprendizagem dos seus alunos e por inferência acrescentamos, para facilitar o processo de avaliação. Ainda que seja em uma postura tradicional, quando se  exacerba o uso do instrumento prova, segundo Carvalho (1987, p.347) "o bom senso do professor o levará, então a optar por este ou por aquele meio de verificar a aprendizagem, e sua criatividade irá impulsioná-lo a imaginar novos meios, ou a conjugar, em uma prova, dois ou mais recursos".&lt;br /&gt; O professor precisa ser criativo em avaliar, pois é através dos resultados da avaliação que ele faz um diagnóstico das aulas, bem como  ajustes nos conteúdos e estratégias a serem planejadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-542132981598625013?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/542132981598625013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=542132981598625013' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/542132981598625013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/542132981598625013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/avaliar.html' title='Avaliar'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-7222630781011191329</id><published>2009-11-22T11:53:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T11:58:29.731-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LINGUAGEM E EDUCAÇÃO'/><title type='text'>Leitura</title><content type='html'>Trabalhar com vários tipos de textos irá contribuir em muito no processo de alfabetização e também quando eles iniciarem a criar as suas próprias histórias. Em nossa sala confeccionamos uma boneca e na cabeça colocamos sementes de alpiste e molhávamos todos os dias e nasceu ramificações, as crianças ficaram maravilhadas, a cada dia um levava para casa para cuidar dela e relatar em um diario junto com a família como foi a sua visita o que fizeram. No dia seguinte na rodinha eles contavam para os colegas como foi a recepção da boneca em sua casa. A oralidade é bastante trabalhada neste tipo de proposta até as crianças mais tímidas participam.&lt;br /&gt;Ao ler o texto: PRÁTICAS DE LEITURA, ESCRITA E ORALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NO PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL LEITURA COMPLEMENTAR 6-Fala do trabalho de textos com palavras já conhecidas pelas crianças, que elas já tenham visto escritas ou mesmo escutado com alguma freqüência, é mais fácil para elas reterem o texto. E também fica mais fácil para associar as sílabas destas palavras a outras palavras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-7222630781011191329?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/7222630781011191329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=7222630781011191329' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7222630781011191329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7222630781011191329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/leitura.html' title='Leitura'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8309116968909860453</id><published>2009-11-14T12:34:00.000-08:00</published><updated>2009-11-14T12:41:54.589-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Jovens e Adultos no Brasil'/><title type='text'>Saida de campo</title><content type='html'>[...] ninguém educa ninguém e ninguém se educa sozinho. A educação deve ser um ato coletivo, solidário – um ato de amor, não pode ser imposta. Educar é uma tarefa de trocas entre pessoas e, se não pode ser nunca feita por um sujeito isolado [...] Há sempre educadores-educandos e educandos-educadores. De lado a lado se ensina. De lado a lado se aprende (BRANDÃO, 2006, p. 21-22).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa educação sofreu e vem sofrendo mudanças bruscas no que diz respeito à socialização, embora tenhamos vivido em um passado de erros, onde se educava para o trabalho, onde apenas as partes privilegiadas da sociedade tinham o direito à educação, hoje rumamos em busca de uma “educação para todos”, onde: crianças, adultos, pobres e ricos, todas as raças, todas as crenças, enfim todo e qualquer cidadão tem o direito a educar-se e fazer a diferença dentro da sociedade em que vive.&lt;br /&gt;Nossa pesquisa gerou em torno de entrevista de professores que trabalham com educação de jovens e adultos, identificou que o aluno jovem e adulto é aquele que busca uma segunda chance em estudar, que por algum motivo parou e agora busca nos estudos uma qualidade de vida melhor tanto intelectualmente como profissional. Geralmente este aluno tem uma baixa auto estima, são donas de casas, trabalhadores rurais e de serviços gerais, sem muitas oportunidades de vida, com salários inferiores, mas com muita experiência de vida e vontade de estudar.&lt;br /&gt;A pesquisa demonstra que as diferenças culturais quando trabalhadas de forma positivas enriquecem o trabalho em sala de aula, mas do contrário pode até geral uma exclusão no ensino de EJA.&lt;br /&gt;A pesquisa cita alguns elementos fundamentais para o sucesso na EJA como:&lt;br /&gt;Valorização do conhecimento;&lt;br /&gt;Respeito pelo ritmo de cada um;&lt;br /&gt;Valorização das conquistas;&lt;br /&gt;Amor;&lt;br /&gt;Força de vontade;&lt;br /&gt;Pesquisas e criatividade;&lt;br /&gt;Simplicidade;&lt;br /&gt;Conhecimento da realidade;&lt;br /&gt;Amizade;&lt;br /&gt;Interesse, participação, dedicação e cooperação.&lt;br /&gt;Estes jovens e adultos demonstram uma linguagem mais simples, que traz muito de sua cultura, seus pensamentos normalmente obedecem ao comportamento que é uma reprodução da sociedade em geral com seus mecanismos, seguindo muito a mídia com um pensamento mais limitado.&lt;br /&gt;Como diz o texto de Martha Kolh sua maior dificuldade está em decifrar a linguagem escolar, mais do que o conteúdo em si. &lt;br /&gt;Outra grande dificuldade segundo a pesquisa é em assimilar o conteúdo e  principalmente a vergonha por freqüentar a escola depois de adultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O trabalho com  EJA, sem dúvida é uma conquista social e cidadã, onde pessoas encontram a dignidade, o direito a educação, mesmo que mais tarde, mas a encontram, pois nunca é tarde para se aprender. O ser humano vive em constante aprendizado, com ideais diferenciados, desde aprimorar conhecimentos, até mesmo aprimorar sua condição profissional, o respeito social e a confiança de viver em um mundo igual a todos. A educação de jovens e adultos teve muitos avanços em relação à legalidade, onde antes aprender era um desafio, hoje é um direito de todos, ainda que nem todos conquistem esse direito estamos caminhando para isso. Educadores como Paulo Freire, acreditara no passado, na educação cidadã, mesmo que muitos não acreditassem, hoje percebemos que este tipo de educação é o futuro, onde podemos verificar que educar e aprender é um processo constante, onde tudo devemos levar em conta, que experiência de vida é um dos mais importantes artefatos de aprendizagem e que se não levarmos isso, a nossa cultura, a nossa sociedade em si para sala de aula, não será um aprendizado completo. A alfabetização hoje além de um direito cidadão é uma forma de se conseguir a dignidade, de interagir na sociedade e se não respeitarmos esse direito é como não vivermos em sociedade com igualdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GIROUX, Henry. Alfabetização e a pedagogia do empowerment político. In: FREIRE, Paulo e MACEDO, Donaldo. Alfabetização: leitura da palavra, leitura do mundo. 3. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990. p. 1-27.&lt;br /&gt;      BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é método Paulo Freire. 27. ed. São Paulo: Brasiliense, 2006.                     &lt;br /&gt;     FREIRE, Paulo. A dialogicidade: essência da educação como prática de liberdade. In: Pedagogia do oprimido. 21. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993. p. 77-120.&lt;br /&gt;     VIERO, Anézia. Educação de jovens e adultos e educação popular. Porto Alegre: UFRGS, 2009&lt;br /&gt;     Oliveira, Marta Kohl de Jovens e adultos como sujeitosde conhecimento e aprendizagem  In:&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8309116968909860453?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8309116968909860453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8309116968909860453' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8309116968909860453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8309116968909860453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/saida-de-campo.html' title='Saida de campo'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8508080829877199946</id><published>2009-11-08T17:34:00.000-08:00</published><updated>2009-11-08T17:46:07.792-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DIDÁTICA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO'/><title type='text'>Temas geradores</title><content type='html'>Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos, Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria das escolas (isto é escolas burguesas) que ele qualificou de educação bancária . Nela segundo Freire o professor age como quem deposita conhecimento num aluno apenas receptivo, dócil, sua tônica fundamentalmente reside em mudar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador a criatividade. Enquanto a escola conservadora procura acomodar os alunos ao mundo existente a educação que defendia tinha a intenção de inquieta-los.&lt;br /&gt; Diante dos alunos, o professor mostrará lado a lado a palavra e a representação visual do objeto que ela designa. Os mecanismos de linguagem serão estudados depois do deslocamento em sílabas das palavras geradoras.&lt;br /&gt; O conjunto das geradoras deve conter as diferentes possibilidades silábicas e permitir o estudo de todas as situações que possam ocorrer durante a leitura e escrita.&lt;br /&gt; O método Paulo Freire não visa apenas tornar mais rápida e acessível aprendizado, mas pretende habilitar o educando a ler o mundo trata-se de aprender a ler a realidade, conhecê-la para em seguida poder reescrever essa realidade transformá-la.&lt;br /&gt; Nosso papel como educador não é falar  sobre a nossa visão do mundo, ou tentar impôr-la a ele, mas dialogar com ele sobre a sua e a nossa. Temos de estar convencidos de que a sua visão do mundo, se que manisfesta  nas várias formas de sua ação, reflete a sua   situação no mundo em que se constitui. Segundo Freire o tema gerador,  é o universo mínimo temático, uma proposta metodológica que tem como base a teoria lógica do conhecimento. O tema gerador permite elaborar idéias de diversos pontos de vista. Assim sendo, podemos dizer que o educando deve estar diante de situações de conflitos desafios para que passe pelos estados de reconstrução, desconstrução e construção provisórias, criação e recriação para que assim desenvolva seu pensamento critico e o na busca pelo novo conhecimento, fazendo uma leitura e releitura de mundo, a qual permite uma nova leitura. &lt;br /&gt;  Utilizar o diálogo, e também a troca de saberes possibilita ao educando aprender com o outro , a aprendizagem é mais rápida e eficaz. O Trabalho com temas geradores  possibilita ao educando interagir com o meio ao qual esta inserido, estando o tema gerador dentro de sua realidade ficará   a aprendizagem  significativa resultando em uma alfabetização bem mais rápida e educandos mais participativos  nas  aulas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8508080829877199946?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8508080829877199946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8508080829877199946' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8508080829877199946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8508080829877199946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/temas-geradores.html' title='Temas geradores'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-3160366003199645663</id><published>2009-11-08T09:18:00.000-08:00</published><updated>2009-11-08T09:19:41.399-08:00</updated><title type='text'>Educaçao de surdos</title><content type='html'>Na educação de surdos, em geral, prevalece dois grandes modelos: o clínico e o sócio-antropológico. O modelo clínico enfatiza as práticas discursivas e os dispositivos pedagógicos da patologia e da deficiência, propondo terapias para o desenvolvimento da fala e a cura da surdez. O modelo sócio antropológico opõe-se ao modelo clínico e enfatiza a cultura surda, língua de sinas e a comunidade surda. Skliar (1998, p. 9) alerta para uma relação não-dicotômica entre esses modelos que representam os surdos como deficientes ou como minoria lingüística.&lt;br /&gt;  Hoje percebo que já estamos dando os primeiros passos no que diz respeito a inclusão em nossas escolas, recebemos alunos portadores de necessidades especiais cegos, mudos, surdos, mudos e surdos, cadeirantes  entre tantas outras e todos aprendem através da interação e troca. Eles possuem o mesmo potencial cognitivo porém comunicam-se através de uma linguagem diferente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-3160366003199645663?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/3160366003199645663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3160366003199645663' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3160366003199645663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3160366003199645663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/11/educacao-de-surdos.html' title='Educaçao de surdos'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-7087943578252480973</id><published>2009-10-31T10:36:00.000-07:00</published><updated>2009-11-08T09:26:24.587-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lingua Brasileira de Sinais-Libras'/><title type='text'>O Menino Selvagem</title><content type='html'>O filme “O menino Selvagem”relata a história de uma criança que por um milagre sobreviveu sozinho na selva, alimentava-se de bolotas e raízes, trepava em árvores, possuía um olhar vago, adorava chuva e água fresca. Esta criança é arrancada a força de seu habitat natural, fiquei imaginando seu sentimento em deixar o seu lar ao qual sobrevivera por tantos anos. O menino selvagem é entregue aos cuidados de um aldeão que o protege da curiosidade dos camponeses. Um médico lê uma notícia sobre este acontecimento e reconhece como seria útil examinar esta criança e determinar o seu grau de inteligência. &lt;br /&gt;Itard compreende que se trata de uma situação excepcional: um adolescente privado de educação por ter vivido afastado dos indivíduos da sua espécie.&lt;br /&gt; Ele era tratado com muito carinho e cuidados ele parecia não estar confortável em seu novo lar. Certo dia ele fugiu pela janela  e foi pela floresta e quando sentiu fome tentou pegar uma galinha (para comer)onde foi surpreendido pelos donos da casa o afugentando.  Depois retornou para casa. Não sei se ele considerava o seu verdadeiro lar a casa de Itard, penso que o seu verdadeiro desejo era retornar para a selva.  Aparentemente parecia ser surdo por não falar, ele não falava porque não fora ensinado a linguagem oral. Aos poucos foi aprendendo a comunicar-se.&lt;br /&gt; As raizes da história de educação dos surdos  é marcada por vários fatores eles eram rejeitados pela sociedade; os surdos não podiam casar, os surdos eram considerados inferiores;&lt;br /&gt; iIsolados nos asilos para que pudessem ser protegidos, viam os surdos como “anormais” ou “doentes”;  poucos reconheciam os sujeitos surdos como cidadãos. Itard acreditava que Vitor também fora abandonado na selva pela família.&lt;br /&gt;O filme é muito bom, pois descreve como eram tratadas as pessoas que nasciam surdas,era um crime bárbaro. Fiquei imaginando Vitor vivendo sozinho na selva, foi um milagre ter sobrevivido, também seu desejo em voltar para lá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-7087943578252480973?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/7087943578252480973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=7087943578252480973' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7087943578252480973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7087943578252480973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/o-menino-selvagem.html' title='O Menino Selvagem'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1032883711668687859</id><published>2009-10-25T16:31:00.000-07:00</published><updated>2009-10-25T16:45:06.677-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DIDÁTICA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO'/><title type='text'>Projetos de Estudos</title><content type='html'>Na interdisciplina do Seminário Integrador VII,   aprendemos uma forma que ainda não conhecia de elaborar um Projeto de Estudos, que parte de um assunto em que o educando tenha interesse em aprender e depois levantamos certezas e dúvidas provisórias. Assim o projeto de estudos ganha mais informações iniciais e com isso posso partir do que meus educandos já conhecem. Em minha escola não é adotado Projetos de Estudos, fica a critério de cada professor em sala de aula  elaborar ou não. Eu adoto esta prática, o planejamento fica mais rico, os educandos participam mais deste planejamento e também a aprendizagem torna-se mais concreta e significativa pois um assunto liga ao outro posso facilmente trabalhar todas as áreas do conhecimento. Parto de um assunto levantado por eles em média dura entre três semanas a um mês e meio, dependendo do interesse da turma. Os estudos são realizados seguindo um ritmo para curiosidades e necessidades dos educandos, sempre proponho o diálogo.&lt;br /&gt;    O Trabalho com Projetos de Estudos possibilita ao professor trabalhar partindo do que o educando já sabe e o que deseja aprender, proporcionando a ele que participe na elaboração e construção do conhecimento, tornando as aulas agradáveis e produtivas, há um elo, é possível trabalhar com a interdisciplinariedade envolvendo várias áreas do conhecimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1032883711668687859?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1032883711668687859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1032883711668687859' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1032883711668687859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1032883711668687859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/projetos-de-estudos.html' title='Projetos de Estudos'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-5434146712625064673</id><published>2009-10-18T17:22:00.000-07:00</published><updated>2009-10-18T17:29:40.068-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Jovens e Adultos no Brasil'/><title type='text'>Alunos do EJA</title><content type='html'>O professor precisa ter a ideia de que os alunos já têm algum conhecimento sobre o código escrito, de que o domínio desse código é uma aquisição cognitiva e de que cada um é capaz de construir seu conhecimento, a proposta é partir do que cada um sabe e oferecer oportunidade de reflexão e prática até chegar à leitura e escrita competentes.&lt;br /&gt;Assim, é essencial o contato com textos dos mais diferentes tipos e o incentivo à escrita.&lt;br /&gt;Isto tudo mediado pelos temas trabalhados e suportado por materiais auxiliares. Os materiais auxiliares são de grande importância, permitem trabalhar muitas noções necessárias ao completo desenvolvimento da escrita e leitura, são as palavras cruzadas, os jogos com palavras, as fotos e recortes de gravuras de jornal, os exercícios mimeografados, um grande número de possibilidades que necessita um espaço próprio para ser discutido e avaliado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-5434146712625064673?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/5434146712625064673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=5434146712625064673' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5434146712625064673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5434146712625064673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/alunos-do-eja.html' title='Alunos do EJA'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1994479362100361890</id><published>2009-10-10T16:38:00.000-07:00</published><updated>2009-10-10T16:48:46.769-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lingua Brasileira de Sinais-Libras'/><title type='text'>Seu nome é Jonas</title><content type='html'>Estamos inseridos em uma sociedade onde a cultura baseia-se na comunicação verbal. Ficamos pensando como Jonas sentia-se quando ninguém o compreendia, a família dele sem saber o que fazer e onde procurar auxílio.  O filme mesmo sendo antigo, mostra uma realidade ainda vista em nossa sociedade. Mesmo com os avanços da medicina, conseguindo reconhecer as necessidades especiais das crianças até mesmo antes do seu nascimento, o tabu em torno das dificuldades e problemas físicos ou mentais dão a muitas famílias a mesma história triste de Jonas.  Não há uma adequação suficiente em instituições de ensino, são poucas ainda as que existem com especialização e mesmo assim não conseguem atender a todos que precisam e às vezes possuem custos muito altos, os professores, nem todos tem formação adequada em todas às áreas a serem contempladas. Assim como Jonas, muitas pessoas buscam e esperam por mais apoio, mais aceitação dentro desta sociedade que procura um modelo de pessoa que não existe, pois cada pessoa é única, possui limitações, interesses próprios, necessidades e personalidade própria. Para que seja possível o termino de histórias como essa que mostrou esse belo filme é a própria mudança de pensamento das pessoas, aceitando as diferenças, acreditando no convívio com estas. A própria legislação já vem modificando nossos costumes, a própria inclusão de alunos com necessidades especiais nas escolas normais foi um grande passo para isso, a obrigatoriedade na melhor formação dos professores será outro. Nossas escolas estão recebendo salas de recursos, onde possamos trabalhar com estes alunos, utilizando materiais que de fato atinjam suas necessidades e lhes dêem melhores condições para aprimorar seus conhecimentos, buscando uma melhor aceitação destes alunos na sociedade. Este filme foi ótimo pois mostrou bem como um surdo comunica-se e também como muitas pessoas o tratam.Esta interdisciplina esta proporcionando o conhecimento da Linguagem de Sinais bem como sua cultura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1994479362100361890?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1994479362100361890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1994479362100361890' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1994479362100361890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1994479362100361890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/seu-nome-e-jonas.html' title='Seu nome é Jonas'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-3435344733032272959</id><published>2009-10-04T12:20:00.000-07:00</published><updated>2009-10-04T12:25:22.356-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lingua Brasileira de Sinais-Libras'/><title type='text'>Surdos</title><content type='html'>Ainda não  trabalhei com educandos surdos, se hoje recebesse seria preciso que rapidamente aprendesse a comunicar-me com ele, sei que não é suficiente conhecer a Língua Brasileira de Sinais para poder atuar eficazmente  com o educando Surdo. É também necessário conhecer a Cultura Surda através da participação e vivência na comunidade Surda, aceitação da diferença e paciência para inteirar–se nela.  &lt;br /&gt; Sei que a diversidade é condição humana, é natural a todas as espécies, é condição para que possamos nos desenvolver, nos aprimorar e nos modificar constantemente. Nesse sentido, é importante olharmos para os sujeitos relacionando-os com o ambiente sócio-cultural do qual participam. &lt;br /&gt; Ainda que a escola não seja o único lugar possível e necessário de desconstrução de uma visão homogeneizadora acerca da constituição dos sujeitos, é fundamental que ela se mobilize em discutir alternativas de legitimação do outro garantindo uma educação em sintonia com os princípios orientadores de uma escola para todos. A escola é um lugar onde uma rede complexa de significados e comportamentos são compartilhados na convivência entre todos.&lt;br /&gt; No semestre passado na interdisciplina Educação com Pessoas Especiais, aprendi bastante sobre a diversidade e  pude compreender melhor o quanto é importante nos apropriarmos de informações diversas sobre vários tipos de Necessidades Especiais bem como a importância de termos um olhar diferenciado sobre o aluno(a) procurando oferecer a ele(a) meios , recursos, para que ele possa progressivamente apropriar-se de saberes, e que através de trocas suas relações afetivas venham a ampliar-se e que esta interação com o outro venha contribuir para o seu desenvolvimento cognitivo. Todos ganham com a inclusão, aprendemos a respeitar, a conviver com as diferenças, aprendemos ser mais afetuosos, esquecemos da individualidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-3435344733032272959?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/3435344733032272959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3435344733032272959' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3435344733032272959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3435344733032272959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/10/surdos.html' title='Surdos'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-5583297016712370374</id><published>2009-09-26T17:38:00.000-07:00</published><updated>2009-09-26T17:54:09.876-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Jovens e Adultos no Brasil'/><title type='text'>Alfabetização e a pedagogia do empowerment político</title><content type='html'>A alfabetização torna-se uma forma de capital cultural privilegiado, e os grupos subalternos, afirma-se, merecem ter sua fatia na distribuição desse tipo de moeda cultural. Não somente a educação de Jovens e Adultos, como a educação toda representa uma possibilidade que pode contribuir para efetivar um caminho e desenvolvimento de todas as pessoas, de todas as idades. Planejar esse processo é uma grande responsabilidade social e educacional, cabendo ao professor no seu papel de mediar o conhecimento, ter uma base sólida de formação. Não basta somente capacitação dos alunos para futuras habilitações nas especializações tradicionais. Trata-se de ter em vista a formação destes para o desenvolvimento amplo do ser humano, tanto para o mercado de trabalho, mas também para o viver em sociedade. Hoje, percebe-se que aprender é um direito básico de todos e uma necessidade individual e social de homens e mulheres.  O domínio da leitura e da escrita e a habilidade em produzir textos são um divisor social que discrimina e inferioriza os sujeitos que não os possuem. Ler e escrever bem são condições para que o sujeito não seja excluído. Na educação de jovens e adultos precisamos contar com profissionais abertos à troca de experiências, dispostos a aprender com o outro, que vibram com o avanço da aprendizagem em seus alunos e acreditam em suas capacidades, respeitando as diferenças sociais, culturais, religiosas, enfim, respeitando o direito do outro em ser ímpar, mas ao mesmo tempo sendo respeitado em seus direitos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-5583297016712370374?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/5583297016712370374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=5583297016712370374' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5583297016712370374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5583297016712370374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/alfabetizacao-e-pedagogia-do.html' title='Alfabetização e a pedagogia do empowerment político'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8716100636131602903</id><published>2009-09-20T18:42:00.000-07:00</published><updated>2009-09-20T19:05:22.789-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='seminario integrador VII'/><title type='text'>Trabalhando com PA</title><content type='html'>A prática de desenvolver junto aos alunos um Projeto de Aprendizagem, os alunos, reunidos em pequenos grupos formados por interesses comuns em torno de um assunto, levantam questões de investigação, buscam, organizam e comparam informações, elaboram e publicam seus achados, socializando tanto o processo desenvolvido, quanto os resultados alcançados, na medida em que o trabalho se desenvolve.&lt;br /&gt;A turma ao apresentar a questão a ser investigada irá apresentar ao professor o assunto de seu interesse, sendo assim participam e envolvem-se mais nas aulas.&lt;br /&gt;Desenvolver no aluno o hábito de perguntar e questionar é prepara-los a serem atuantes na sociedade onde estão inceridos, precisamos sempre incentivar os questionamentos.&lt;br /&gt;O trabalho com PA envolve todas as disciplinas, nele o aluno não estuda assuntos isolados onde muitas vezes não é significativo, no PA ele busca respostas a suas dúvidas. Trabalhar em pequenos grupos,  possibilita a troca de saberes, também favorece aprender a respeitar a idéia apresentada pelos colegas.&lt;br /&gt;No ano passado pude vivenciar esta experiência com as turmas de quarta série eu como professora do laboratório de informatica e a professora regente. Em pequenos grupos coletaram informações e entrevistas, tiraram fotos, e fizeram um filme para apresentar seus projetos. Eles ficaram envolvidos, e apresentaram suas descobertas para toda a turma. Possibilitou trabalhar com todas as áreas do conhecimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8716100636131602903?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8716100636131602903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8716100636131602903' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8716100636131602903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8716100636131602903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/trabalhando-com-pa.html' title='Trabalhando com PA'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-2480428114969522616</id><published>2009-09-13T18:38:00.000-07:00</published><updated>2009-09-13T18:50:32.405-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DIDÁTICA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO'/><title type='text'>Planejamento</title><content type='html'>Acredito na importancia do  Planejamento prévio dos conteúdos a serem trabalhados bem como os Projetos de Aprendizagem, para uma melhor organização e estruturação do currículo a ser trabalhado.O trabalho terá uma sequência e continuidade os assuntos não ficarão soltos. Sem um planejamento não sei o que já ensinei bem como o que é faltante ser trabalhado. &lt;br /&gt;Considero importante alguns questionamentos para fundamentar meu planejamento: &lt;br /&gt;1) Quais são os assuntos que meus alunos querem aprender?&lt;br /&gt;2) Quais são os conteúdos que meus alunos encontram mais dificuldades? Como fazer (metodologia) mais eficaz para que eles possam aprender de uma forma mais facilitada.&lt;br /&gt;3) Como ensinar a matemática de forma mais significativa para meu aluno?&lt;br /&gt;4) Como desenvolver o hábito e o gosto pela leitura em meus alunos?&lt;br /&gt;5) Quais os conteúdos realmente importantes para serem ensinados?&lt;br /&gt;A organização e o estudo prévio dos assuntos a serem trabalhados facilita a aprendizagem do meu aluno e também facilita e qualifica meu trabalho como educadora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-2480428114969522616?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/2480428114969522616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=2480428114969522616' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2480428114969522616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2480428114969522616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/planejamento.html' title='Planejamento'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8507249769014667862</id><published>2009-09-07T14:22:00.000-07:00</published><updated>2009-09-07T14:54:49.267-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LINGUAGEM E EDUCAÇÃO'/><title type='text'>LEITURA, ESCRITA E ORALIDADE COMO ARTEFATOS CULTURAIS</title><content type='html'>Com base na leitura do &lt;a href="https://www.ead.ufrgs.br/rooda/aulas/editorWebAluno.php?ativ=16373"&gt;TEXTO 1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A leitura, a escrita e a oralidade como artefatos culturais (DALLA ZEN; TRINDADE, 2002).&lt;br /&gt;Fala-se/escreve-se/lê-se sempre do mesmo jeito? Que diferenciações podem ocorrer em relação à fala ou à escrita?&lt;br /&gt;Pensamos sobre a aquisição da linguagem e seus usos através de vários sistemas representacionais e reconhecemos alguns desses sistemas como "verdadeiros" ou "mais verdadeiros" em determinadas épocas e contextos culturais. Assim, as representações de leitura, escrita e oralidade são construídas a partir de determinadas práticas culturais e estruturas sociais e de acordo com as demandas/necessidades da escola, etc.&lt;br /&gt;Para o autor, a representação é produção de sentido através da linguagem, sendo que a linguagem não trabalha como espelho, por não existir uma simples relação de reflexo, imitação ou correspondência um-a-um entre linguagem e mundo real.&lt;br /&gt;A aquisição da linguagem e seus usos através de vários sistemas representacionais e  alguns desses sistemas como "verdadeiros" ou "mais verdadeiros" em determinadas épocas e contextos culturais. Assim, as representações de leitura, escrita e oralidade são construídas a partir de determinadas práticas culturais e estruturas sociais e de acordo com as demandas/necessidades da escola, etc.&lt;br /&gt;Como as representações são noções que se estabelecem discursivamente, instituindo significados, interessa examinar como os discursos são construídos em meio a terrenos de luta por uma política de representação na escola, na academia, no cotidiano. (ver, por exemplo, algumas representações circulantes sobre leitura, oralidade e escrita, como - "quanto mais se lê, melhor se escreve"; "ele sabe muito português", "não tem um erro de ortografia", "as pessoas falam errado"; "a leitura suscita multiplicidade de significados", "é desejável que a escrita seja significativa para interlocuções reais", entre outras).&lt;br /&gt;Os conceitos presentes no texto, refletidas através da história pedagógica do nosso país, suas bases e pensadores,levam as autoras em linha reta aos questionamentos quanto ao que é verdade em falar/escrever/ler.&lt;br /&gt; As inovações diante do que provavelmente seriam positivas para determinado tempo histórico - social.&lt;br /&gt;O texto propõem um olhar vivo e envolvido com o todo social da criança ou adulto, em suas relações com a aprendizagem, que sempre diferiram, ao longo da história, nas maneiras de falar, escrever, ler.&lt;br /&gt;Não importa questionar somente quem são os alfabetizados e quem são os letrados, nem o que os torna alfabetizados ou letrados, mas a "invenção" dessa necessidade. Não precisamos nos questionar apenas se devemos deslocar o trabalho pedagógico da alfabetização para o letramento, da redação ao texto," ou ainda, da crença no discurso monossêmico ao polissêmico, do monofônico ao polifônico, etc, mas buscar entender, por um lado, o quanto as nossas aulas, nossos planos não são produzidos de forma tão autónoma e criativa como imaginávamos, mas que decorrem de discursos e representações que nos constituem, ao mesmo tempo que constituem possíveis entendimentos do que é ler, escrever e oralizar. Por outro lado, concordamos com observações de Silveira (1998: 55), quando discute as imagens que constituem os leitores de si, ante suas próprias produções textuais:&lt;br /&gt;A resposta das teorias reprodutivistas de educação e de certas abordagens analíticas que vêem o sujeito assujeitado, aprisionado nas injunções de um discurso autoritário e numa posição fixa no jogo escolar, nos parece insatisfatória e estreita.&lt;br /&gt;Os discursos sobre currículo, planejamento, avaliação e seus desdobramentos no contexto escolar enquanto reguladores das nossas expectativas em tomo da leitura, escrita e oralidade em sala de aula. Em uma sociedade marcada pelas diferenças e pela desigualdade, pela complexidade das relações sociais não é tarefa fácil promover interações culturalmente positivas nas salas de aula. A ideia do significado e da provisoriedade dos conhecimentos selecionados e de projetos didáticos diferenciados/articulados/contextualizados para cada aluno e para o coletivo da sala de aula, entre outros aspectos evidentemente, parece uma estratégia pedagógica adequada para fomentar políticas educacionais de inclusão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8507249769014667862?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8507249769014667862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8507249769014667862' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8507249769014667862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8507249769014667862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/leitura-escrita-e-oralidade-como.html' title='LEITURA, ESCRITA E ORALIDADE COMO ARTEFATOS CULTURAIS'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-3364979517990409311</id><published>2009-09-07T09:08:00.000-07:00</published><updated>2009-09-07T09:27:20.857-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DIDÁTICA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO'/><title type='text'>Contribuições para a Didática</title><content type='html'>Comênio, revolucionou a forma de ensinar. Da mesma forma os princípios gerais da didática exprimem o espírito conservador e renovador do momento, ou seja, enquanto por um lado, na exposição docente do conteúdo, na passividade do aluno a quem cabe apenas ouvir, destaca-se, por outra parte, como nova forma de ensino, a imitação da natureza, a observação e experimentação, os processos das artes mecânicas, os métodos da nova forma de trabalho e da ciência. Na pedagogias tradicional, o aluno, suas necessidades e suas capacidades não são consideradas, o enfoque da pedagogia se concentra no professor e nos conteúdos a serem trabalhados. Ao contrário disso, Comênio chama a atenção para respeitar a capacidade de compreensão do aluno (cap. 162), não sobrecarregar as aulas, progredir do fácil para o difícil, cuidar da motivação dos alunos (cap. 17), animar os alunos a ensinarem uns aos outros (cap. 18) e alterar o trabalho com descanso através de conversa, brincadeira ou música (cap. 15). O realismo do ensino: A aprendizagem deve começar, segundo Comênio, a partir dos sentidos, da percepção, da experiência do aluno, e não a partir de teorias abstratas. Neste sentido, Comênio acusa as escolas de formarem alunos que normalmente só conseguem repetir nomes e conceitos sem compreenderam do que estão falando. Contra isso, ele propõe que os alunos façam experiências por conta própria e aprendam a partir das próprias observações e não somente repetindo o que outras pessoas disseram (cap. 18).Esta forma de ensino faz com que o aluno interaja e compreenda o que esta aprendendo e não ficando na memorização de informações.Acredito que o professor tem um papel muito importante na formação do aluno como agente na sociedade. Estarei eu contribuindo para a formação plena dando cópias de livros, trazendo folhas prontas, trabalhando como por exemplo separação silábica ela por ela só. Há todo um contexto por trás do verdadeiro ensinar. Não enchendo linhas ou até mesmo realizando cópias faz com que meu aluno esteja realmente aprendendo, mas fazewndo com que realmente participe das atividades tanto na construção como na execução.A aula terá um verdadeiro significado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-3364979517990409311?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/3364979517990409311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3364979517990409311' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3364979517990409311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3364979517990409311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/contribuicoes-para-didatica.html' title='Contribuições para a Didática'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1890466192962223234</id><published>2009-09-01T15:43:00.000-07:00</published><updated>2009-09-01T16:32:03.442-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DIDÁTICA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO'/><title type='text'>“O menininho”, de Helen Buckley</title><content type='html'>Lendo o texto O memininho de Helen Buckley,pude recordar minha infancia escolar, a cópia e reprodução era bem marcante... Desenho pronto para  pintar, linhas para preencher, e não eram poucas, quanta criatividade perdida, erámos tolidos em criar, montar, construir algo novo... No mural eram desenhos totalmente iguais uns aos outros, pois a professora deixava um modelo a seguir colado com uma fita no gradro negro.Ficávamos presos a a reprodução, se ficava igual o da professora era melhor ainda.&lt;br /&gt; Penso que meu trabalho é bem mais que apresentar e moldar meus alunos a fazerem todos do mesmo jeito, desta forma de ensinar como irei tornar meu aluno letrado? O aluno precisa ser livre para fazer como ele gostaria que fosse, valorizando sua produção e o incentivando.  &lt;br /&gt;Isso também se aplica para outras áreas do conhecimento, não quero que meu aluno se torne mero reprodutor de algo, quero que ele mesmo produza e construa suas próprias conclusões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1890466192962223234?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1890466192962223234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1890466192962223234' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1890466192962223234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1890466192962223234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/09/o-menininho-de-helen-buckley.html' title='“O menininho”, de Helen Buckley'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-6436225011379859553</id><published>2009-07-01T16:12:00.000-07:00</published><updated>2009-07-01T16:25:25.678-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais'/><title type='text'>Inclusão</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/SkvwVfbaj2I/AAAAAAAAAoc/_z4P52-rUHY/s1600-h/inclusao.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/SkvwVfbaj2I/AAAAAAAAAoc/_z4P52-rUHY/s400/inclusao.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353636834064371554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação e inclusão possibilita romper com a visão simplificadora do ato pedagógico e reconhecer o outro como um indivíduo imerso em uma diversidade que está imbricada nas diferentes culturas que nos constituem e das quais somos partes construtoras. A diversidade é condição humana, é natural a todas as espécies, é condição para que possamos nos desenvolver, nos aprimorar e nos modificar constantemente. Nesse sentido, é importante olharmos para os sujeitos relacionando-os com o ambiente sócio-cultural do qual participam. O desenvolvimento humano não está no organismo nem no ambiente exterior, mas na relação entre ambos. Ainda que a escola não seja o único lugar possível e necessário de desconstrução de uma visão homogeneizadora acerca da constituição dos sujeitos, é fundamental que ela se mobilize em discutir alternativas de legitimação do outro garantindo uma educação em sintonia com os princípios orientadores de uma escola para todos. A escola é um lugar onde uma rede complexa de significados e comportamentos são compartilhados na convivência entre todos.&lt;br /&gt;Realizando este Dôssie pude compreender melhor o quanto é importante nos apropriarmos de informações diversas sobre vários tipos de Necessidades Especiais bem como a importancia de termos um olhar diferenciado sobre o aluno(a) procurando oferecer a ele(a) meios , recursos, para que ele possa progressivamente apropriar-se de saberes, e que através de trocas  suas relações afetivas venham a ampliar-se e que esta interação com o outro venha contribuir para o seu desenvolvimento cognitivo. Todos ganham com a inclusão, aprendemos a respeitar, a conviver com as diferenças, aprendemos ser mais afetuosos, esquecemos da individualidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-6436225011379859553?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/6436225011379859553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=6436225011379859553' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6436225011379859553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6436225011379859553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/07/inclusao.html' title='Inclusão'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/SkvwVfbaj2I/AAAAAAAAAoc/_z4P52-rUHY/s72-c/inclusao.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-2851327667066641705</id><published>2009-06-24T08:38:00.000-07:00</published><updated>2009-06-24T09:44:39.353-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais'/><title type='text'>Reflexão sobre o Estudo de Caso</title><content type='html'>O conceito de deficiência não pode ser confundido com o de incapacidade, cada sujeito tem o seu ritmo próprio de aprendizagem. &lt;br /&gt;Não se pode aceitar que uma criança com deficiência seja simplesmente colocada no mesmo espaço que as demais, sem que a escola se preocupe em atender suas necessidades educacionais especiais. Ao mesmo tempo em que freqüentam a classe comum, os alunos têm direito a um apoio pedagógico especializado, em outro horário. Têm direito, também, aos recursos materiais e pedagógicos para facilitar e garantir o aprendizado do currículo escolar.&lt;br /&gt;É importante que a escola respeite cada criança,com seu jeito próprio de aprender, respeitando,dessa forma, seus interesses.Uma escola, com um único método e&lt;br /&gt;objetivos únicos para todos os alunos está mais que ultrapassada.&lt;br /&gt; Adequar o processo de ensino às necessidades dos alunos é um importante fator para o sucesso da aprendizagem. Nenhum método de ensino dá conta, por si só, da variedade de experiências e comportamentos dos alunos.&lt;br /&gt;Nas classes onde os trabalhos são feitos em grupo, onde os alunos colaboram uns com os outros para a construção do conhecimento, as aulas tornam-se mais interessantes, com mais possibilidades de garantir o sucesso da aprendizagem de todos os alunos.&lt;br /&gt;Um exemplo de que é possível incluir um aluno com AEE, temos uma aluna com DM, ela era copista, não produzia nada sozinha, aos poucos foi criando autonomia, agora lê e escreve pequenas frases, isso foi um grande avanço, penso que  incluir um aluno de Inclusão é isso, é fazer com que ele se torne atuante em sala de aula, é cobrar,  é fazer com que toda a turma aprenda com as diferenças, o professor tem um papel fundamental neste processo de aprendizagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-2851327667066641705?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/2851327667066641705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=2851327667066641705' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2851327667066641705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2851327667066641705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/06/reflexao-sobre-o-estudo-de-caso.html' title='Reflexão sobre o Estudo de Caso'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-6500631701222598715</id><published>2009-06-20T13:58:00.000-07:00</published><updated>2009-06-20T14:17:10.172-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais'/><title type='text'>Estudo de caso</title><content type='html'>Irei descrever um pouco do histórico de vida da aluna "A", A primeira parte do relato foi feito pelo o responsável legal da menina seu avô materno&lt;br /&gt;A mãe da aluna é DM e tem além da aluna mais três filhos sendo que só o menino( Último filho) é o que mora com ela. Todos seus irmãos estão matriculados na mesma escola, todos possuem dificuldades na aprendizagem , porém não tão agravado. Seu avô está tentando aposentá-la pois preocupa-se com seu futuro pois já esta com a idade avançada e não sabe com que ficará a guarda legal da aluna, a mãe não tem nenhuma condição para ter a sua guarda.&lt;br /&gt;A aluna e sua irmãs de treze e a outra de nove anos moram com o avôs maternos que são responsáveis legais pelas crianças.&lt;br /&gt;Ela foi diagnosticada com "Retardo mental" frequênta nossa escola desde os sete anos e 6 meses. Começou aqui em dois mil e um na extinta primeira série. Não falava direito, pronunciava pouquissímas palavras e com muitas dificuldades na pronúncia.&lt;br /&gt;No início ficava tão quieta que os colegas até mexiam em seu material e merenda. Aos poucos foi se socializando e a integração com todos é muito boa até hoje. Tem um histórico de 4 anos de repetência na 1ª série, hoje encontra-se na 4ª série, durante as aulas copia todas as atividades. Ela é uma copista e quando lhe é proposto alguma atividade diferenciada, ela não gosta de fazer. Não demonstra  atitudes agressivas em aula, mas quando é solicitada a realizar algo que não lhe agrada, encolhe-se tentando esconder-se e não faz. Gosta de brincar com todos e durante as aulas conversa e provoca os colegas, mas quando é chamada a sua atenção comporta-se bem e obedece logo.&lt;br /&gt;      Semana passada 08/06/09 a aluna começou a ler em voz alta, com bastante dificuldades, e também começou a produzir pequenas frases agora com uma sequencia de fatos e uma lógica, é claro que ela ainda esta com a hiposeguimentação de palavras e escreve algumas de forma silábica e outras com muitos erros,  ela  esta super feliz que esta produzindo sozinha. Pois antes só copiava e não conseguia produzir nada sozinha.&lt;br /&gt; Conversando com sua professora atribuimos este grande avanço ao fato de sentar-se ao lado de uma menina muito querida que tem todo um cuidado com a "A" auxiliando sempre que a "A" precise, o importante foi que a professora orientou a Sabrina que não era para deixar que a "A" copiasse dela, que era somente para ela explicar as suas dúvidas. Atribuo este avanço na aprendizagem ao trabalho da professora que acolheu a aluna, deu atendimentos individualizados e fez todo um trabalho com toda a turma, ela incluiu a aluna de fato em sua sala de aula. As atividades eram dadas igualmente a turma toda porém a avalição era feita com objetivos diferenciados, cobrou dela e de toda a turma um comprometimento com os estudos. &lt;br /&gt;A avaliação é feita por um plano diferenciado chamado PEI (Plano de Ensino Individualizado) ele é elaborado com a professora regente em conjunto com a supervisão escolar, esta avaliação está sendo elaborado de acordo com o parecer 441/2002, sendo que a aluna apresenta defasagem cognitiva, pois ainda não acompanha os objetivos propostos da série.&lt;br /&gt;Ao meu ver incluir um aluno de Inclusão é isso, é fazer com que ele se torne atuante em sala de aula, é cobrar,  é fazer com que toda a turma aprenda com as diferenças, o professor tem um papel fundamental neste processo de aprendizagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-6500631701222598715?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/6500631701222598715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=6500631701222598715' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6500631701222598715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6500631701222598715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/06/irei-descrever-um-pouco-do-historico-de.html' title='Estudo de caso'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1405260079288131125</id><published>2009-06-13T14:23:00.000-07:00</published><updated>2009-06-13T14:31:22.807-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia da Educação'/><title type='text'>Texto Adorno X Texto Kant</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/SjQabFqCenI/AAAAAAAAAoU/H4kKpoe9FrU/s1600-h/criancas+escola.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 80px; height: 120px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/SjQabFqCenI/AAAAAAAAAoU/H4kKpoe9FrU/s400/criancas+escola.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346927710272911986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CSULINO%7E1%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0in; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-language:AR-SA;} @page Section1 	{size:8.5in 11.0in; 	margin:1.0in 1.25in 1.0in 1.25in; 	mso-header-margin:.5in; 	mso-footer-margin:.5in; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0in 5.4pt 0in 5.4pt; 	mso-para-margin:0in; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;A educação está em estado constante e dinâmico de aperfeiçoamento, pois cada geração lega a próxima, novos conhecimentos e parâmetros do certo e do errado, como apontado em “Adorno”, como a educação pode evitar que fatos tão cruéis sejam repetidos. O estado constante de mudança também indica que a educação é um ato da humanidade e não do indivíduo, somente a alcançaremos em conjunto. Educar é implementar conhecimento e disciplina no ser humano, desde tenra idade, condicionando o mesmo a seguir regras e ritos da vida em comunidade. As informações repassadas pela educação são um somatório de esforços entre o meio familiar, escolar e social, pois cada um tem sua participação ativa. O desenvolvimento do senso ético do viver em sociedade, facilitando ao homem definir e entender o que é certo e errado, bom e mau. Cabe ao ser humano com base na educação que recebe desenvolver sua habilidade de viver em sociedade, porém o que será ensinado é muito importante para que com o desenvolvimento do senso crítico, oriundo da cultura adquirida é que poderá fazer com que o homem possa no desenvolver de seu intelecto, posso discernir o que é certo e o que errado de acordo com a sua capacidade de entendimento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1405260079288131125?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1405260079288131125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1405260079288131125' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1405260079288131125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1405260079288131125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/06/texto-adorno-x-texto-kant.html' title='Texto Adorno X Texto Kant'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/SjQabFqCenI/AAAAAAAAAoU/H4kKpoe9FrU/s72-c/criancas+escola.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-7650528395469924136</id><published>2009-06-05T16:06:00.000-07:00</published><updated>2009-06-05T16:48:42.536-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='QUESTÕES ÉTNICO-RACIAIS NA EDUCAÇÃO: SOCIOLOGIA E HISTÓRIA'/><title type='text'>A verdadeira realidade dos Indios</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/Simuw-Dv_fI/AAAAAAAAAn0/AbJBCDftOh8/s1600-h/foto+india.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343994589167484402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 158px; CURSOR: hand; HEIGHT: 138px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/Simuw-Dv_fI/AAAAAAAAAn0/AbJBCDftOh8/s400/foto+india.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Este ano em minha escola realizamos toda uma analise do funcionamento da nossa escola, constatamos várias brechas em nosso PPP, e planos de estudos (conteúdos a serem trabalhados por série). Começamos então um arduo trabalho em equipe, estamos ainda reformulando nosso plano de estudos, primeiramente todos estudaram os PCN"S, depois agregaram e retiram conteúdos, agora estamos desde a Educação Infantil a Sétima-série, agregando conhecimentos nas Disciplinas por série como? Indio é um exemplo o assunto que será trabahado na Ed. Infantil depois no primeiro ano, sempre agregando um novo conhecimento assim sucessivamente, para que as aulas tornem-se mais atrativas e traga novidades, também ele será trabalhado o ano todo e não somente em abril. Sabemos que os Índios que estão aqui no Rio Grande do Sul tem toda uma cultura própria, que não andam nus e não moram em ocas, precisamos sair da fantasia e trabalhar a verdadeira realidade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estamos sendo professores pesquisadores, acredito que estamos no caminho certo pois promover o debate sobre questões pertinentes tanto ao conhecimento das formas e processos de aprendizagem como também a reflexão e a troca, entre os professores, sobre as suas práticas&lt;br /&gt;de trabalho nos espaços educativos como a sala de aula e outros espaços de aprendizagem fora do ambiente escolar. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-7650528395469924136?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/7650528395469924136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=7650528395469924136' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7650528395469924136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7650528395469924136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/06/verdadeira-realidade-dos-indios.html' title='A verdadeira realidade dos Indios'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/Simuw-Dv_fI/AAAAAAAAAn0/AbJBCDftOh8/s72-c/foto+india.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-7903232903068921353</id><published>2009-05-31T16:59:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T17:07:11.139-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='QUESTÕES ÉTNICO-RACIAIS NA EDUCAÇÃO: SOCIOLOGIA E HISTÓRIA'/><title type='text'>Os índios no Brasil quem são e quantos são</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Todos os anos se repete a mesma coisa índio é trabalhado em apenas uma semana no mês de abril. É visível a forma pela qual é trabalhado o tema, é confeccionado cocares de penas de galinha, pintamos os rostos, ensinamos algumas músicas, e fica nisso mesmo e no próximo ano os alunos aprendem as mesmas coisas dos anos anteriores nada é acrescentado de novo, hoje refletindo sobre minha prática de sala de aula, que aulas mais chatas, como é importante reformular nosso currículo escolar para que este tema seja trabalhado todo ano letivo em todas as disciplinas, pois há assuntos diversos que podem ser trabalhados desde a educação infantil até as séries finais sempre agregando conhecimentos novos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;Texto extraído do Livro “O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos&lt;br /&gt;indígenas no Brasil de hoje” – Brasília, 2006.Autor: Gersen dos Santos Luciano – Baniwa Site: http://www.trilhasdeconhecimentos.etc.br/&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-7903232903068921353?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/7903232903068921353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=7903232903068921353' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7903232903068921353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7903232903068921353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/05/os-indios-no-brasil-quem-sao-e-quantos.html' title='Os índios no Brasil quem são e quantos são'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-4255382579912761206</id><published>2009-05-27T14:53:00.000-07:00</published><updated>2009-05-27T16:45:38.018-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais'/><title type='text'>Alunos com NEE</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/Sh3QjjvZvdI/AAAAAAAAAnk/J5-ZGsR6tGY/s1600-h/inclus%C3%A3o+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340654042439335378" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 147px; CURSOR: hand; HEIGHT: 71px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/Sh3QjjvZvdI/AAAAAAAAAnk/J5-ZGsR6tGY/s400/inclus%C3%A3o+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Crianças que não fazem os registros das aulas, como fazer avaliação desses alunos que não copiam nada? Tive a oportunidade de ir a uma palestra sobre alunos com NEE em São Leopoldo, a palestrante é mestre em inclusão (Elaine Milmann). Ela relatou que a escola precisa adaptar-se e não os alunos, o professor quer que todos os alunos aprendam de um mesmo jeito, mas não é o que acontece, principalmente quando temos um aluno com NEE em nossa turma, ela criticou muito a copia, e que é possível adaptar uma mesma atividade dada para a turma porém com um grau de dificuldade menor, para que ele possa executá-lo. A avaliação precisa ter objetivos diferenciados, e ser descritiva e não por nota. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Concordo com ela, devemos nos adptar a realidade do nosso aluno, caso contrário não conseguimos nada. Hoje com tantas diferenças, tantas realidades distintas em sala de aula, nem falo apenas de diferenças no aprendizado, mas em diferenças de pensamentos, de etnia, de realidade social, que se não andamos conforme o andar da carruagem é impossível educarmos.&lt;br /&gt;Sei que cada ano é um novo desafio e que cada aluno é único com suas particulariedades e que não existem receitas prontas para atende-los, mas através de estudos sobre casos especificos de NEE irei estar mais preparada para auxiliar meu aluno. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A proposta de educação escolar inclusiva é um desafio, que para ser efetivada faz-se necessário considerar que os alunos têm direito de acesso ao conhecimento, à acessibilidade, bem como ao Atendimento Educacional Especializado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-4255382579912761206?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/4255382579912761206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=4255382579912761206' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4255382579912761206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4255382579912761206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/05/alunos-com-nee.html' title='Alunos com NEE'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/Sh3QjjvZvdI/AAAAAAAAAnk/J5-ZGsR6tGY/s72-c/inclus%C3%A3o+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-3783419828038986592</id><published>2009-05-23T10:10:00.000-07:00</published><updated>2009-05-23T10:46:55.474-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da psicologia II'/><title type='text'>Método Clínico Piagetiano</title><content type='html'>O Método Clínico Experimental de Jean Piaget possibilita ao professor a investigar em qual nível de pensamento a criança encontra. O que mais chamou a atenção na aplicação da da conservação da massinha foi o fato dela ficar em dúvida quando foi esticado a massinha, mas ela respondeu corretamente pois afirmou que eu não fora retirado nenhum pedaço conseguindo estabeler relações, ela já consegue conservar quantidades. Ela apresenta caracetrísticas do estágio operatório concreto relacionadas por Piaget como:-raciocínio passar a ser concreto;-realizar a construção das operações lógicas de classificação e seriação, ordenação e construção de ideia de número e quantidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-3783419828038986592?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/3783419828038986592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3783419828038986592' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3783419828038986592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3783419828038986592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/05/metodo-clinico-piagetiano_23.html' title='Método Clínico Piagetiano'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-4592521679061364739</id><published>2009-05-15T11:18:00.000-07:00</published><updated>2009-05-15T11:51:17.978-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais'/><title type='text'>Relato de experiência e Estudo de caso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em minha escola temos uma menina que irei chamá-la de “A”. Teve ingresso na escola no ano de 2001. Tem um histórico de 4 anos de repetência na 1ª série, hoje encontra-se na 4ª série. Em minha escola recebemos Mesas educacionais da Positivo, o trabalho coletivo é essencial para o desenvolver das propostas com o uso dos softwares.Tive a oportunidade  de atende-la no laboratório de informática, ela necessitava de auxílio para realizar as propostas.   O grupo a qual ela estava, auxiliava quando tinha dificuldades de compreensão, também ela tinha dificuldades  na motricidade fina, não conseguindo utilizar o mouse, como era constantes as tentativas ela aparentemente mostrava-se zangada. Mas aos poucos foi adapatando-se e aprendendo. Procurava propor softwares que auxiliam assililação de conceitos básicos a aprendizagem (simples), e também com mais dificuldades. Ela necessita de muita ajuda para compreender ordens simples. Muitas vezes fiquei frustada pois parecia que nada contribuia para sua melhora cognitiva.&lt;br /&gt;Falei com a professora de informática deste ano ela disse que aos poucos está tornando-se mais autônoma na tomada de decisões, (porém a professora precisa sempre questiona-la solicitando que ela opine, caso contrário ela passa a sua vez para o colega.&lt;br /&gt;A aluna “A” apresenta Necessidades Educacionais Especiais ( Retardo Mental) e iniciou os atendimentos em abril de 2008 na sala de recursos Multifuncionais ( no contra turno). Esse atendimento ocorre em outra escola , ela é atendida por uma psicopedagógica, e com uma fonoaudióloga, o trabalho realizado é com questões da aprendizagem escrita e leitura, como recurso é utilizado o computador e  jogos didáticos. A professora da aluna relatou que há pouco retorno destes profissionais, as reuniões ocorrem somente três vezes ao ano para troca de informações sobre a aprendizagem da aluna.&lt;br /&gt;     Foi encaminhada por apresentar déficit de aprendizagem. Faz acompanhamento com uma neurologista, e as crises convulsivas são controladas por medicamento. Atualmente está fazendo tratamento dentário.&lt;br /&gt;     Ela apresenta dificuldade de oralidade, ainda não lê, não realiza cálculos, sabe contar até 10, mas desconhece as quatro operações. Não compreende histórias contadas verbalmente. Em sala ela mostra-se feliz no ambiente escolar, tem um bom relacionamento com seus colegas, porém no recreio ela procura isolar-se. É proporcionado a ela atividades diferenciadas (adapadas com grau de dificuldade menor) para que ela possa avançar em sua aprendizagem, precisa de constante ajuda para a realização dos exercícios. A comunicação é muito pouca. (Iniciou a falar muito tarde por volta dos 9 anos e com sérias dificuldades). Houve um avanço em seu diagnóstico, pois agora ela consegue solicitar ajuda, pede para ir ao banheiro, fala com dificuldades mas quando ingressou a escola não falava nada e também não interagia ficando isolada dos demais, hoje ela brinca, corre, dramatiza peças de teatro, procura dar sua participação o legal é que os colegas não dão risadas quando ela erra, mas a incentivam a tentar novamente. Acho que o papel da sua professora foi fundamental na questão da aceitação das diferenças.&lt;br /&gt;   Tem facilidade em vincular-se com quem esta a sua volta. Tem omissões na fala, necessitando de mediações fonoarticulatórias, mas não se inibe em função disto. Gosta de atividades realizadas no computador, mantém atenção devida e manifesta-se contrária quando não quer um determinado jogo, demonstrando assim sua iniciativa quanto às atividades. Nas atividades motoras desloca-se bem nos espaços e com os materiais oferecidos.&lt;br /&gt;     Ela faz diferenciação de alguns conceitos matemáticos (grande-pequeno, pouco-muito, etc), mas tem limitações nos numerais.&lt;br /&gt;Logo que entrou na escola foi encaminhada ao CEACA, (SERVIÇO REALIZADO COM PROFISSIONAIS  NO POSTO DE SAÚDE), para atendimento com neurologista e psicólogo, mas a família não comparecia para realizar os exames e consultas. Quando surgiu o SEI(SERVIÇO ESPECIALIZADO DE INCLUSÃO- HOJE O NOME FOI ALTERADO PARA NAPPI-Núcleo de Apoio e Pesquisa ao Processo de Inclusão),  foi encaminhada para os atendimentos, houve um tempo em que freqüentava semanalmente, se ausentou por algum tempo, depois de muita insistência da escola a família retomou as consultas.&lt;br /&gt;     Ela é avaliada pelo PEI (Plano de Ensino Individualizado) ele é elaborado com a professora regente em conjunto com a supervisão escolar, esta avaliação está sendo elaborado de acordo com o parecer 441/2002, sendo que a aluna apresenta defasagem cognitiva, pois ainda não acompanha os objetivos propostos da série.&lt;br /&gt;     Ela está sendo promovida, mesmo não estando alfabetizada, a professora procura fazer um atendimento diferenciado  auxiliando-a na execução das tarefas esclarecendo as dificuldades apresentadas, também elabora algumas atividades extras porém surte pouco efeito. Ela precisa de muita ajuda para executar as atividades.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-4592521679061364739?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/4592521679061364739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=4592521679061364739' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4592521679061364739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4592521679061364739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/05/relato-de-experiencia-e-estudo-de-caso.html' title='Relato de experiência e Estudo de caso'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8382266325833683975</id><published>2009-05-08T16:19:00.000-07:00</published><updated>2009-05-08T16:22:54.668-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da psicologia II'/><title type='text'>Método Clínico Piagetiano</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;1-Dados de Identificação:&lt;br /&gt;Nome: D&lt;br /&gt;Idade da criança:  6 anos e 6meses&lt;br /&gt;Série: 1° Ano&lt;br /&gt;Data da prova: 04/05/09&lt;br /&gt;Duração: 30 minutos&lt;br /&gt;Prova: “A CONSERVAÇÃO DA MASSA (QUANTIDADES CONTÍNUAS)”&lt;br /&gt;2. Descrição do contexto da aplicação da prova (onde foi realizada a aplicação, condições do local, etc):&lt;br /&gt;A prova foi realizada pela professora Patrícia, na escola em que ela trabalha no turno da manhã e tarde, no município de Araricá. A professora escolheu um aluno da turma do primeiro ano para realizar a prova, na sala da orientação da escola, sendo um espaço bastante tranqüilo, com uma mesa bem grande, com bastante sossego para a realização da prova. A professora colocou para o aluno que se tratava de uma brincadeira, para que ele não ficasse tímido, ou ansioso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3. Relato da aplicação da prova (dialogado):&lt;br /&gt;1° Passo: A professora mostrou ao aluno duas massinhas, sendo ambas do mesmo tamanho. Depois pediu que o aluno comparasse ambas e que respondesse qual a que tinha a maior quantidade. O aluno respondeu que ambas tinham o mesmo tamanho, porque tinham o mesmo tamanho e peso.&lt;br /&gt;2° Passo: A professora pegou uma das massinhas e transformou-a em bolinha, e devolveu ao aluno, questionando, se agora havia mudado alguma coisa, se ainda as massinhas tinham o mesmo tamanho. Agora o aluno demonstrou um pouco de dúvida e depois disse que não sabia, mas que achava que tinham o mesmo tamanho, já que não tinha sido tirado nenhum pedaço.&lt;br /&gt;3° Passo: A professora retorna a forma normal das massinhas e pede para que o aluno novamente responda se elas têm ainda o mesmo tamanho e o aluno compara colocando que sim que ambas possuem o mesmo tamanho.&lt;br /&gt;4° Passo: A professora agora transforma uma das massinha em uma bolacha e entrega ao aluno para que compare e responda se ambas têm o mesmo tamanho. O aluno ainda demonstra um pouco de dúvidas, achando não saber, mas com orientação da professora de que não precisa se preocupar em errar, ele resolve responder que acha que os dois têm o mesmo tamanho, porque não foi retirado nenhum pedaço.&lt;br /&gt;5° Passo: Novamente a professora transforma na forma original as massinha e pede que o aluno observe e responda se ainda elas possuem o mesmo tamanho e a resposta novamente é positiva.&lt;br /&gt;6° Passo: Agora a professora transforma as massinhas em dois grupos diferentes, construindo com uma delas um grupo de três bolinhas e outro com quatro bolinhas e questiona o aluno, qual dos grupos têm mais massinha. Neste momento pude perceber que o aluno ficou preocupado em errar, primeiro disse que não sabia, depois resolveu contar as bolinhas e apostou no grupo que tinha mais bolinha o que tinha quatro.&lt;br /&gt;7° Passo: Novamente a professora volta as massinhas na forma original e questiona se ambas possuem o mesmo tamanho e ao comparar o aluno diz que sim, então o professor novamente questiona que ante ele achava que a massinha que deu origem as quatro bolinhas era a que tinha mais, então o aluno coloca, que sim aquela massinha é a que têm mais.&lt;br /&gt;4. Análise:&lt;br /&gt;Ao analisar a prova realizada com o aluno D, pudemos verificar que ele está entre o estágio pré-operacional, mas entrando no operatório concreto, pois ele ainda consegue confundir-se entre a aparência e a realidade, mas também consegue observar e fazer associações entre um problema, suas características e soluções possíveis, sabendo utilizar a contagem (abstrato), mas utilizando recurso concreto para isso.&lt;br /&gt;4.1- Quanto às condutas da criança&lt;br /&gt;Quanto ao aluno ao realizar a prova, como ele já havia sido aluno da professora Patrícia no ano anterior, ele sentiu-se bem à vontade para realizar a prova, achando na verdade que se tratava de uma brincadeira, como essa havia mencionado. O que o aluno deixou transparecer em muitos momentos durante a prova foi o medo de errar. Era visível que ele achava que a resposta era algo, mas que não confiava totalmente, deixando suas dúvidas fluírem para uma incerteza e ao mesmo tempo ao medo de errar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.2 Quanto às intervenções do experimentador:&lt;br /&gt;Ao realizar a prova à professora tentou deixar o aluno bastante à vontade, deixando bem claro se tratar de uma brincadeira, o que resultou muito certo. Depois como foi vendo que o aluno, mesmo temendo errar, com alguma insegurança e colocar as suas respostas a professora foi tentando dar-lhe confiança, para que não temesse errar, por se tratar de uma brincadeira, como a aluno saiu-se muito bem durante a prova, mostrando conseguir classificar quantidades de massa, a professora resolveu aplicar um questionamento a mais transformando as bolinhas em grupo diferentes números, mas de mesma quantidade de massa, percebendo que além do aluno ter um bom entendimento de quantidade, ainda está começando a associar quantidades a números, mas por isso ainda está um pouco confuso com muita informação. Devido ao aluno ficar um pouco confuso a professora resolveu encerrar a prova, já tendo dados suficientes para analisá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;(PIAGET, J. A Representação do Mundo na Criança. Rio de Janeiro: Distribuidora Record, [s.d.].p. 11)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8382266325833683975?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8382266325833683975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8382266325833683975' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8382266325833683975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8382266325833683975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/05/metodo-clinico-piagetiano.html' title='Método Clínico Piagetiano'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8827582009906315923</id><published>2009-05-08T16:05:00.000-07:00</published><updated>2009-05-08T16:06:47.397-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia da Educação'/><title type='text'>Flme: O clube do Imperador</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A história começa em um  colégio interno de meninos, havia um  professor de história chamado Hundert, ele tenta moldar a personalidade dos alunos, usando os bons exemplos dos personagens da história.  O professor entra em choque, quando recebe um aluno chamado Sedgewick Bell, filho de um Senador sem escrúpulos, logo que entra faz pirasas. A rebeldia do garoto era clara e muito complexa, violando as regras da escola, contudo o professor insiste em investir  nele.&lt;br /&gt;Sabendo-se que tal rebeldia ou até  mesmo estupidez através de certas atitudes do aluno, sendo claro a ausência do afeto ou até mesmo um pouco de atenção do pai. O professor tenta ser o mais objetivo que pode que pode em relação a princípios de ensino.&lt;br /&gt;Princípios em que o professor debate com o aluno. “ A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada e a embriaguez passa, porém a estupidez dura para sempre.”&lt;br /&gt;O professor repreende o aluno Sr. Bell e marca uma visita com o pai do aluno, chegando lá o professor tenta falar de princípios de ensino ou até mesmo de caráter de um homem e o pai de Sr. Bell o senador indaga sobre os valores de ensino para com os alunos, que ele só tem obrigação em ensiná-lo a tabuada ou coisa assim e moldá-lo pode deixar com ele mesmo.&lt;br /&gt;O professor estava correto em tentar investir no aluno, mesmo sabendo das complicações em que viria a sofrer. Veio a prova do concurso Sr. Júlio Cesar que era anual e escolheria o melhor aluno do colégio.   Nesse desafio, o professor acaba, desonestamente, forjando uma classificação, desviando-se de seu caráter reto, para tentar aproximar-se do aluno e passar-lhe seus conceitos.       Percebendo que apesar de alguns poucos avanços, não consegue mudar o caráter do aluno, o professor entra em conflito interno sobre o que são vitórias e derrotas. No dia final o Sr. Bell trapaceou, o professor viu e indagou baixinho para o diretor, ele disse para ignorar, esse conflito se torna mais profundo quando se decepciona, ao perceber que, mesmo entre os mestres da escola, a malandragem se sobrepõe à retidão de caráter e a honestidade, o professor seguiu com as perguntas alterando a última, pois sabia que o Sr. Bell não saberia responder nem trapacear sendo derrotado.&lt;br /&gt;Passaram-se vinte e cinco anos e o aluno Sr. Bell viera a pedir uma revanche sobre o concurso Júlio Cesar, na qual viera a trapacear novamente. A decisão do professor foi correta em tentar acreditar no aluno embora esse não esforçou-se em  ter um ensinamento com princípios morais. O valor de uma vida não é determinado por um único fracasso ou um processo solitário. Por mais que tropecemos o fardo de um professor é sempre esperar que o aprendizado possa mudar o caráter de um aluno e assim mudar o destino de um homem.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8827582009906315923?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8827582009906315923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8827582009906315923' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8827582009906315923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8827582009906315923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/05/flme-o-clube-do-imperador.html' title='Flme: O clube do Imperador'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-4382494516532667420</id><published>2009-04-30T17:03:00.000-07:00</published><updated>2009-04-30T17:13:39.467-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da psicologia II'/><title type='text'>Os estágios do desenvolvimento humano</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Piaget considera 4 períodos no processo evolutivo da espécie humana que são caracterizados "por aquilo que o indivíduo consegue fazer melhor" no decorrer das diversas faixas etárias ao longo do seu processo de desenvolvimento. São eles:&lt;br /&gt; &lt;span style="color:#ff9966;"&gt;1º período: Sensório-motor (0 a 2 anos):&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Em função das interações com o meio, os reflexos vão se modificando gradualmente e a criança de mais ou menos 18 a 24 meses parecer-se-á muito pouco com o recém nascido.&lt;br /&gt;É em torno dessa idade que inicia a capacidade de representação da realidade. A inteligência sensório-motora que se caracteriza por ser exclusivamente prática perdura até o aparecimento da linguagem. No recém nascido, portanto, as funções mentais limitam-se ao exercício dos aparelhos reflexos inatos. Assim sendo, o universo que circunda a criança é conquistado mediante a percepção e os movimentos (como a sucção, o movimento dos olhos, por exemplo).&lt;br /&gt;Progressivamente, a criança vai aperfeiçoando tais movimentos reflexos e adquirindo habilidades e chega ao final do período sensório-motor já se concebendo dentro de um cosmo "com objetos, tempo, espaço, causalidade objetivados e solidários, entre os quais situa a si mesma como um objeto específico, agente e paciente dos eventos que nele ocorrem."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff9966;"&gt;2º período: Pré-operatório  (2 a 7 anos) -&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Com o surgimento da função simbólica tem início o chamado sub-período de preparação das operações concretas (PIAGET, 1983), mais conhecido como período pré operatório, desdobrando-se em período simbólico e intuitivo. De acordo com a população estudada por Piaget, esse período vai, em média, até mais ou menos os sete anos de idade.&lt;br /&gt;A diferença básica entre este período e o anterior é que o sensório-motor limita-se a “ações na realidade”, enquanto neste existem “representações da realidade” (FLAVELL, 1975,p.154). Em A formação do símbolo na criança, Piaget (1990) mostra-nos o processo de construção da função semiótica. Para ele, o simbolismo não está presente na bagagem genética e tampouco é resultado da pressão do meio social. Não é a linguagem que dará origem ao pensamento, mas sim a capacidade de pensar que dará origem à linguagem. A linguagem é o resultado de um longo processo de construção que tem início no nascimento da criança, a partir daquilo que ela faz (ênfase na ação do sujeito) com aquilo que ela traz (reflexos e capacidade de adaptação, desdobrando-se em suas funções de assimilação e acomodação) na interação com o meio.&lt;br /&gt;Para Piaget, o que marca a passagem do período sensório-motor para o pré-operatório é o aparecimento da função simbólica ou semiótica, ou seja, é a emergência da linguagem. Nessa concepção, a inteligência é anterior à emergência da linguagem e por isso mesmo "não se pode atribuir à linguagem a origem da lógica, que constitui o núcleo do pensamento racional". Na linha piagetiana, desse modo, a linguagem é considerada como uma condição necessária mas não suficiente ao desenvolvimento, pois existe um trabalho de reorganização da ação cognitiva que não é dado pela linguagem. Em uma palavra, isso implica entender que o desenvolvimento da linguagem depende do desenvolvimento da inteligência.&lt;br /&gt;A emergência da linguagem acarreta modificações importantes em aspectos cognitivos, afetivos e sociais da criança, uma vez que ela possibilita as interações  interindividuais e  fornece, principalmente, a capacidade de trabalhar com representações para atribuir significados à realidade. Tanto é assim, que a aceleração do alcance do pensamento neste estágio do desenvolvimento, é atribuída, em grande parte, às possibilidades de contatos interindividuais fornecidos pela linguagem.&lt;br /&gt;Contudo, embora o alcance do pensamento apresente transformações importantes, ele  caracteriza-se, ainda, pelo egocentrismo, uma vez que a criança não concebe uma realidade da qual não faça parte, devido à ausência de esquemas conceituais e da lógica. Assim, neste estágio, embora a criança apresente a capacidade de atuar de forma lógica e coerente (em função da aquisição de esquemas sensoriais-motores na fase anterior) ela apresentará, paradoxalmente, um entendimento da realidade desequilibrado. Neste período, são construídas as operações lógicas de classificação e seriação, conservações físicas de substância, peso e volume e conservações espaciais de comprimento, área e volume espacial e conceito de número. Experiências mencionadas por Inhelder, Bovet e Sinclair (1977), especificamente sobre essas estruturas operatórias, mostram que elas não dependem da aprendizagem stricto sensu, embora possam beneficiar-se de tais exercícios.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff9966;"&gt;3º período: Operações concretas (7 a 11 ou 12 anos):&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Neste período o egocentrismo intelectual e social (incapacidade de se colocar no ponto de vista de outros) que caracteriza a fase anterior dá lugar à emergência da capacidade da criança de estabelecer relações e coordenar pontos de vista diferentes  (próprios e de outrem ) e de integrá-los de modo lógico e coerente. Um outro aspecto importante neste estágio refere-se ao aparecimento da capacidade da criança de interiorizar as ações, ou seja, ela começa a realizar operações mentalmente e não mais apenas através de ações físicas típicas da inteligência sensório-motor Ex:Se lhe perguntarem, qual é a vareta maior, entre várias, ela será capaz de responder acertadamente comparando-as mediante a ação mental, ou seja, sem precisar medi-las usando a ação física).&lt;br /&gt; Contudo, embora a criança consiga raciocinar de forma coerente, tanto os esquemas conceituais como as ações executadas mentalmente se referem, nesta fase, a objetos ou situações passíveis de serem manipuladas ou imaginadas de forma concreta.&lt;br /&gt; &lt;span style="color:#ff9900;"&gt;4º período: Operações formais   (11 ou 12 anos em diante):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No período operatório-formal o sujeito terá à disposição instrumentos oriundos do plano das possibilidades, os quais permitem estabelecer relações entre teorias, produzindo nelas transformações. As construções operatório-formais oferecem “uma teoria das relações entre si, enquanto que o agrupamento fornecia uma teoria das relações entre a parte e o todo”(MONTANGERO e MAURICE-NAVILLE, 1998, p. 195). Por ocasião da passagem para o operatório formal há uma inversão nas relações entre o real e o possível. No operatório concreto o real é quem define as possibilidades. As possibilidades são uma categoria do real. A inteligência operatório-formal, ao contrário, cria um mundo de possibilidades de cujo conjunto o real é apenas um setor limitado. O operatório-formal permite trabalhar com o pensamento hipotético-dedutivo e estabelecer relações entre diferentes teorias.&lt;br /&gt;Segundo Montangero e Maurice-Naville (1998), a própria teoria de Piaget passa por níveis que, não por acaso, são divididos em quatro, tais como os quatro grandes períodos do desenvolvimento cognitivo na sua obra. Porém, não podemos deixar de levar em conta, novamente, o caráter integrativo que diz respeito aos períodos do desenvolvimento cognitivo, para integrá-lo à compreensão dos diferentes períodos da própria obra de Piaget.Como já se tem dito seguidamente, a obra de Piaget é um perfeito exemplo de mecanismos de progressão intelectual definidos pelo autor. Logo, pode-se aplicar-lhe a idéia piagetiana de uma construção de formas de complexidade crescente por diferenciação de formas iniciais e integração de elementos diferenciados (MONTANGERO e MAURICE-NAVILLE, 1998, p.80).&lt;br /&gt;Tais como os instrumentos operatório-formais, possíveis em um quarto período de desenvolvimento cognitivo, permitem uma melhor compreensão do mundo na medida em que dão acesso ao campo das possibilidades, também a própria obra de Piaget, quanto mais avança “mais o conjunto de instrumentos teóricos explicativos que ela contém se torna vasto e diferenciado” (MONTANGERO e MAURICE-NAVILLE, 1998, p. 81). Ela pode ser entendida como sendo um grande processo no sentido de descentração, alargando os seus horizontes pessoais, teóricos e metodológicos, buscando relações com os mais diferentes campos do conhecimento, de modo a dar a resposta mais completa possível para a questão inicial que deu origem a sua vasta pesquisa, ou seja, “qual a origem do conhecimento humano” ou, mais imediatamente, “como se passa de um conhecimento mais simples a um mais complexo”.&lt;br /&gt;Nesta fase a criança, ampliando as capacidades conquistadas na fase anterior, já consegue raciocinar sobre hipóteses na medida em que ela é capaz de formar esquemas conceituais abstratos e através deles executar operações mentais dentro de princípios da lógica formal. De acordo com a tese piagetiana, ao atingir esta fase, o indivíduo adquire a sua forma final de equilíbrio, ou seja, ele consegue alcançar o padrão intelectual que persistirá durante a idade adulta. Isso não quer dizer que ocorra uma estagnação das funções cognitivas, a partir do ápice adquirido na adolescência. Seu desenvolvimento posterior consistirá numa ampliação de conhecimentos tanto em extensão como em profundidade, mas não na aquisição de novos modos de funcionamento mental.&lt;br /&gt;  Sempre trabalhei com crianças nesta faixa etária de 2 a 7 anos, ainda tenho minhas dúvidas que a idade pode ser considerado como critério suficiente para saber em que desenvolvimento intelectual a criança encontra-se. Este estágio(Pré operatório) embora o alcance do pensamento apresente transformações importantes, ele caracteriza-se, ainda, pelo egocentrismo, uma vez que a criança não concebe uma realidade da qual não faça parte, devido à ausência de esquemas conceituais e da lógica. Assim, neste estágio, embora a criança apresente a capacidade de atuar de forma lógica e coerente (em função da aquisição de esquemas sensoriais-motores na fase anterior) ela apresentará, paradoxalmente, um entendimento da realidade desequilibrado. Neste período, são construídas as operações lógicas de classificação e seriação, conservações físicas de substância, peso e volume e conservações espaciais de comprimento, área e volume espacial e conceito de número. O que marca fortemente esta faixa etária é o egocentrismo, muitos mostram-se resistentes em dividir brinquedos e materiais (principalmente o aluno que é filho único), a brincadeira e o brinquedo também é bem presente no cotidiano escolar. è super importante o trabalho com a rotina diária para eles assimilarem a noção do tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; Alguns elementos importantes referentes ao estadio pré-operatório. A questão do egocentrismo, o jogo simbólico, a percepção que eles possuem da realidade, etc.  Há elementos que evidenciam o quanto a passagem do sensório-motor para o pré-operatório se expressa no aparecimento de características que anteriormente a criança não apresentava.             &lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-4382494516532667420?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/4382494516532667420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=4382494516532667420' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4382494516532667420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4382494516532667420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/os-estagios-do-desenvolvimento-humano.html' title='Os estágios do desenvolvimento humano'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-3859660371240351086</id><published>2009-04-30T16:57:00.000-07:00</published><updated>2009-04-30T16:59:35.869-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='QUESTÕES ÉTNICO-RACIAIS NA EDUCAÇÃO: SOCIOLOGIA E HISTÓRIA'/><title type='text'>Etnias e raças</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A atividade foi desenvolvida com a turma de 1º ano. A turma é composta por nove meninos e oito meninas, nela há uma menina de cor negra que sofre descriminação.&lt;br /&gt;Conforme Luciane Andréia Ribeiro Leite, trabalhar sobre a discriminação racial nas Séries Inicias é ao mesmo tempo um tema indispensável e complexo. Indispensável porque é neste momento que a criança está em formação física, cognitiva e moral, sendo assim, a intervenção pedagógica poderá contribuir para que ela venha conviver nesta sociedade, de múltiplas configurações étnicas, religiosas, culturais, compreendendo essas diferenças e como são produzidas na sociedade.&lt;br /&gt;Complexo, pois envolve não somente os preconceitos dos alunos/as, mas também dos próprios professores. Em função disso muitas vezes este tema ou é tratado de forma superficial, enfatizando só o sentimento de consideração por ter o negro contribuído para a construção da ‘nação brasileira’, ou é simplesmente ignorado.&lt;br /&gt;Antes de dar início ao assunto sobre as diferenças raciais sentamos em uma rodinha e fiz a leitura do poema da Ruth Rocha: São duas crianças lindas, realizamos o diálogo e comparamos nossas diferenças, cor do cabelo, altura, olhos. Logo que sentamos a aluna S falou: Não quero sentar ao lado da R (negra). A professora Simone disse que é freqüente a aluna S manifestar-se com desprezo com a colega.&lt;br /&gt;Pedi que cada um falasse de alguma diferença, a aluna S falou: Eu tenho cabelos pretos mas sou branca, a aluna R prontamente olhou para baixo. Mostrei a eles que há vários tons de pele, cores de cabelos e olhos.&lt;br /&gt;Para confeccionar os bonecos, fiz a distribuição das folhas de jornais e fui explicando passo a passo da atividade, depois de concluído pintamos. Fizemos uma apresentação dos bonecos, perguntei a eles se todos eram iguais, o aluno C disse não, os bonecos são como nós diferentes um dos outros, perguntei como ele disse: esse tem pernas mais compridas, essa colou lã laranja no cabelo, assim foi descrevendo várias características diferentes.&lt;br /&gt;Na hora do brinquedo livre e na pracinha percebi que a aluna R interagiu só com uma coleguinha.  Ela manifesta-se muito pouco é bastante retraída.&lt;br /&gt;Promover o respeito e a igualdade no ambiente escolar, a reflexão sobre a dinâmica das relações raciais vivenciadas nesse espaço não pode mais ser protelada. Uma vez reconhecida a presença do racismo, do preconceito e da discriminação racial na sociedade, temos que abordar a reprodução desses problemas no cotidiano escolar, para que ocorra uma mudança de atitudes e respeito as diferenças.&lt;br /&gt;No dia vinte e três  na rodinha coloquei o avental de histórias, e mostrei a eles uma caixa, questionei o que havia dentro dela, alguns espertinhos disseram um livro Prô, ( associaram ao avental), abri a caixa e apresentei a história. Menina bonita do laço de fita, a turma gostou  da história o que mais impressionou foi o fato do coelho querer mudar de cor para ficar igual a menina. O Aluno A disse que a mãe dele falou que não importa nossa cor ou raça todos foram criados por Deus.&lt;br /&gt;É de grande relevância tratar em sala de aula a questão de discriminação e diferenças, pois apelidos e comentários que circulam entre os alunos, consideradas “coisas de estudante”, essas maneiras de ridicularizar os colegas podem deixar marcas dolorosas. As conseqüências são o isolamento e a queda de rendimento escolar.&lt;br /&gt;Constatei com a proposta que a aluna negra sente-se discriminada, muitas vezes isola-se do grupo.  Verifiquei uma preocupação da parte da professora em estabelecer regras, pois acredito que se não fosse trabalhado valores e que todos temos diferenças, a discriminação seria maior por parte dos alunos, aumentando assim o isolamento a dificuldade em se relacionar, o sentimento de inferioridade e o baixo rendimento na aprendizagem.&lt;br /&gt;Para finalizar a proposta pedi aos alunos que recortassem de revistas pessoas, depois montamos um painel mostrando a diversidade, mostrei a eles que existem etnias existentes, quais são as origens e costumes de cada uma, suas principais características.&lt;br /&gt;Sei que trabalhar com a discriminação é uma tarefa para ser construída todos os dias, pois ela é bem presente e  vem sendo construída na sociedade e é nosso papel instruir nossos alunos a respeitarem raças, etnias e culturas diferentes.&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;Texto1: Luciane Andréia Ribeiro Leite. “Era uma vez uma menina muito bonita: Uma prática pedagógica relacionada com a questão racial em uma turma de alfabetização.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-3859660371240351086?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/3859660371240351086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3859660371240351086' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3859660371240351086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3859660371240351086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/etnias-e-racas.html' title='Etnias e raças'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-7007018307222950535</id><published>2009-04-29T08:42:00.000-07:00</published><updated>2009-04-29T09:15:51.964-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia da Educação'/><title type='text'>Premissas e a Conclusão</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/Sfh8fbN6loI/AAAAAAAAAnU/G6BN2EBLEKM/s1600-h/Joaninha.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330147038316893826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 206px; CURSOR: hand; HEIGHT: 109px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/Sfh8fbN6loI/AAAAAAAAAnU/G6BN2EBLEKM/s400/Joaninha.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/Sfh77v8x6jI/AAAAAAAAAnM/Jhkh50ORQrk/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um argumento é a justificação de uma idéia, opinião, concepção, tese. Argumentar é dar razões para se pensar algo ou agir de um determinado modo. Quando argumentamos nós queremos convencer alguém de que nossas idéias ou nossa forma de agir são corretas, ou que as idéias e as formas de agir de outra pessoa são ou não corretas.&lt;br /&gt;É preciso distinguir o argumento da mera explicação. Quando explico, apenas informo alguém de algo: um aluno chega atrasado em aula e diz para o professor que se atrasou porque teve que trocar o pneu do carro. O aluno está simplesmente explicando a causa do atraso. Contudo, no momento em que ele diz que, devido ao fato do atraso não ter sido causado por negligência mas por um imprevisto, o professor não deve puni-lo, então ele está argumentando.&lt;br /&gt;Quando eu simplesmente informo alguém de algo, não estou querendo convencê-lo nem justificar uma idéia ou uma ação minha, não estou, portanto, argumentando.&lt;br /&gt;Argumentar é ter a intenção de convencer ou justificar.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Todo argumento tem a mesma estrutura básica:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;1. Aquilo que se quer justificar: que chamaremos de conclusão.&lt;br /&gt;2. Aquilo que justifica a conclusão: que chamaremos de premissa.&lt;br /&gt;Um argumento tem sempre apenas uma conclusão, mas pode ter uma ou mais premissas.&lt;br /&gt;Exemplo:&lt;br /&gt;Quem joga na loteria é uma pessoa que se ilude facilmente, porque ela se deixa levar pela promessa de ganhar muito dinheiro e se esquece do óbvio: a possibilidade de ganhar na loteria é mínima.&lt;br /&gt;Premissa: "Porque ela se deixa levar pela promessa de ganhar muito dinheiro e se esquece do óbvio: a possibilidade de ganhar na loteria é mínima."&lt;br /&gt;Conclusão: "Quem joga na loteria é uma pessoa que se ilude facilmente."&lt;br /&gt;Como se pode notar, a premissa justifica a idéia geral do parágrafo, que está expressa na conclusão.&lt;br /&gt;Quando formalizamos um argumento, sempre escrevemos primeiro a(s) premissa(s) e depois a conclusão, mas é claro que no texto que lemos ou escrevemos nem sempre é essa ordem que ocorre, como podemos ver no exemplo mais acima, onde a conclusão precede a premissa. Eventualmente, a conclusão encontra-se entre as premissas:&lt;br /&gt;As espécies dependem umas das outras para sobreviverem, é por isso que precisamos preservar as outras espécies, até porque não teríamos comida caso as outras espécies desaparecessem.&lt;br /&gt;Premissa 1: "As espécies dependem uma das outras para sobreviverem."&lt;br /&gt;Premissa 2: "até porque não teríamos comida caso as outras espécies desaparecessem."&lt;br /&gt;Conclusão: "é por isso que precisamos preservar as outras espécies."&lt;br /&gt; As premissas e as conclusões desses exemplos são iniciadas por conjunções: porque e por isso. Na verdade, quando argumentamos, é freqüente o uso de palavras e expressões de ligação entre orações de dois tipos: aquelas que ocorrem nas premissas e aquelas que ocorrem na conclusão.&lt;br /&gt;Algumas expressões que indicam premissa:&lt;br /&gt;porque ,visto que,desde que, como ,dado que ,uma vez que ,tanto mais que ,pela razão de que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas expressões que indicam conclusão:&lt;br /&gt;por isso ,portanto ,logo ,assim ,conseqüentemente ,segue-se que,podemos inferir ,conclui-se&lt;br /&gt;por conseguinte então.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-7007018307222950535?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/7007018307222950535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=7007018307222950535' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7007018307222950535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/7007018307222950535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/premissas-e-conclusao.html' title='Premissas e a Conclusão'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/Sfh8fbN6loI/AAAAAAAAAnU/G6BN2EBLEKM/s72-c/Joaninha.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-3877099530211247533</id><published>2009-04-23T13:01:00.000-07:00</published><updated>2009-04-23T17:32:19.362-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais'/><title type='text'>Inclusão</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/SfEIensGsPI/AAAAAAAAAnE/eO15cV2NeOw/s1600-h/inclus%C3%A3o+claquete.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328049156299075826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/SfEIensGsPI/AAAAAAAAAnE/eO15cV2NeOw/s400/inclus%C3%A3o+claquete.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/SfEHknPoldI/AAAAAAAAAm8/i3HfmkAO_6k/s1600-h/inclus%C3%A3o3.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A sociedade trabalha sempre para buscar o normal o padrão e não a diversidade. Assim como qualquer outro professor ou pessoa, cheia de preconceitos, valores, e tudo mais que a sociedade nos moldou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se repararmos, todos nós temos nossas peculiaridades, nosso jeito próprio de aprender as coisas e as vezes nos apavoramos em enfrentar o difícil, porque já temos a idéia de que vai ser trabalhoso mesmo. É importante sabermos que alunos que possuem deficiência física ou psíquica, não é o único tipo de NEE que vamos encontrar na escola. Aquele aluno que possui algum tipo de dificuldade de aprendizagem também é, afinal ele tem dificuldades de aprender algum conhecimento, e que pode ser transitório.Também não podemos ser taxativos , pois a inclusão tão falada nas escolas hoje em dia , não é o fato de termos NEEs, físicos ou neurológicos , mas incluir a todos os alunos respeitando seu pensamento, sua forma de comunicação, de agir, de aprender de ser o que são e somos, pois uma escola que se diz incluir deverá naturalmente aceitar a todos nas suas mais diferentes peculiaridades.Quanto é complexo o processo de inclusão social. Independemente de classe social existe muito preconceito e principalmente despreparo por parte de nossa sociedade. Na maioria das situações mascara-se com soluções parciais. Infelizmente nossa sociedade não foi educada para lidar com o diferente Inspirado em Itard, Edward Seguin conceituou idiotia, desenvolveu um método educacional próprio e ainda fundou uma escola para idiotas em 1837. Ainda no início do século XIX, Maria Montessori se preocupou em desenvolver um programa de treinamento para crianças deficientes mentais através do uso de material concreto. Esses três estudiosos desenvolveram metodologias que foram utilizadas durante quase todo o século XIX para ensinar as pessoas denominadas idiotas em instituições, visando curar ou eliminar a deficiência através da educação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O aumento de crianças com deficiência cresce tanto nas escolas normais quanto nas escolas de educação infantil. Com a política de inclusão educacional traz benefícios para todos, mas também lançam novos desafios para instituições, professores e sociedade.O número de crianças com algum tipo de deficiência na rede regular, cresce a cada ano. O impacto da nova política de inclusão também na educação infantil pode ser medido pelo crescimento de matriculas entre 2002 e 2006. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-3877099530211247533?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/3877099530211247533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3877099530211247533' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3877099530211247533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3877099530211247533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/inclusao.html' title='Inclusão'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/SfEIensGsPI/AAAAAAAAAnE/eO15cV2NeOw/s72-c/inclus%C3%A3o+claquete.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-5291818385850390167</id><published>2009-04-15T09:42:00.000-07:00</published><updated>2009-04-23T11:00:07.232-07:00</updated><title type='text'>Como fazer um filme</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Muitos laboratorios de informática trabalham somente com jogos, mas há inúmeros recursos pedagógicos que auxiliam na aprendizagem e complementação dos assuntos trabalhados em sala de aula, que muitas vezes não é assimilado pelo aluno. No laboratório ele tem a oportunidade de sanar suas dificuldades através de uma maneira mais prazeroza e interativa.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Fiz um curso de como fazer um filme, é uma ótima idéia para trabalhar com os alunos, pois eles aprendem a utilizar este recurso tecnológico, aprendem a incerir imagens, a digitar (Letra maiúscula e minúscula, pontuação, cpiar e colar), ortografia,baixar músicas, arrastar com o mouse. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;No final do tutorial esta um filme feito por um grupo de alunos da quarta -série, o projeto realizado foi conjunto com a professora do laborátório de informática e a professora regente de turma. Os alunos escolheram assuntos em que gostariam de aprender juntaram-se em grupos de assuntos comuns e fizeram a pesquisa e coleta de dados, depois montaram essas informações criando um filme. Esta atividade quebra a rotina de sala de aula os alunos pesquisam o assunto pela qual tem curiosidade em aprender. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Programa: -Movie Maker&lt;br /&gt;Windows Movie Maker- Vem com Windows XP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferramentas básicas:&lt;br /&gt;Primeiro deve-se ter no micro, tudo o que se quer usar no filme ( imagens, vídeos, músicas) deve estar tudo na mesma pasta.Ter um microfone para gravação de voz- opcional).&lt;br /&gt;Tarefas: Passos para se criar o filme:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Captura do vídeo&lt;br /&gt;Capturar do dispositivo do vídeo ( de uma máquina digital, por exemplo) ;&lt;br /&gt;Importar vídeo;&lt;br /&gt;Importar imagens;&lt;br /&gt;Importar áudio ou música;&lt;br /&gt;Importa- se o que se quer colocar no vídeo (imagens, música, etc) isso fica na parte chamada coleções, daí para montar o vídeo, se arrasta estas imagens, vídeos para Storyboard;&lt;br /&gt;Quando colocar áudio ou música, a configuração muda para linha de tempo. Pode colocar mais de uma música ao mesmo tempo;&lt;br /&gt;Clicando em exibir- coleções, ele mostra o que já está importado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-Edição do filme:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exibir efeitos de vídeo:os efeitos de vídeo, arrasta-se e coloca na estrelinha. Para apagar o efeito, clica-se com o botão direito na estrelinha e escolhe o botão excluir.&lt;br /&gt;Exibir transição de vídeo:as transições de vídeo arrasta-se e coloca-se entre 2 vídeos- clipes. Para excluir uma transição, clica-se com o botão direito na transição e escolhe-se excluir.&lt;br /&gt;Criar títulos e créditos:Pode-se colocar: *Título no início do filme;&lt;br /&gt;*texto em cada clipe;&lt;br /&gt;*antes do clipe;&lt;br /&gt;*depois do clipe;&lt;br /&gt;* pode escolher a fonte e a cor do título e o tipo de animação, a cor de fundo do clipe;&lt;br /&gt;*cada alteração que se faz em títulos de créditos, clica-se em concluída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Conclusão do filme:Após a criação do filme, salva-se como projeto ( que é o modo para se poder editar);&lt;br /&gt;Arquivo- salvar projeto- e como arquivo do filme ( que é o modo de visualização) salvando assim é possível realizar alterações no filme.&lt;br /&gt;Arquivo –salvar filme como- o arquivo do filme fica com a extensão Wmf.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Movie Maker tem uma opção de filme automático mas, o tempo do filme tem que ter no mínimo 30 segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" 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href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=db2b90b18070f01&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/5291818385850390167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=5291818385850390167' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5291818385850390167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5291818385850390167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/como-fazer-um-filme.html' title='Como fazer um filme'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-4886154787743729681</id><published>2009-04-14T12:09:00.000-07:00</published><updated>2009-04-14T12:13:12.985-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais'/><title type='text'>Entrevista com Nappi- Núcleo de Apoio e Pesquisa ao Processo de Inclusão</title><content type='html'>PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO&lt;br /&gt;SMED – Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Lazer&lt;br /&gt;Coordenação Pedagógica&lt;br /&gt;NAPPI&lt;br /&gt;Núcleo de Apoio e Pesquisa ao Processo de Inclusão&lt;br /&gt;O que é o NAPPI ???&lt;br /&gt;O Núcleo de Apoio e pesquisa ao Processo de Inclusão está vinculado à Coordenação Pedagógica da SMED. É composto por uma equipe interdisciplinar com atuação nas áreas de: psicopedagogia,&lt;br /&gt;fonoaudiologia, psicologia, psicomotricidade, fisioterapia, assistência social, terapia familiar e professor capacitado em atendimento educacional especializado.&lt;br /&gt;Tem como objetivo, oferecer apoio e assessoria técnica à rede de ensino municipal com vistas à&lt;br /&gt;construção de escolas inclusivas. A proposta inclusiva pressupõe uma “nova”sociedade e, nela, uma escola diferente e melhor do que temos hoje. A proposta inclusiva beneficia a todos, com deficiências ou não, para que se desenvolvam sadios sentimentos de respeito à diferença de cooperação e de solidariedade orgânica. Institucional Construir coletivamente, numa proposta de rede municipal de ensino, escolas inclusivas. Com este objetivo, debater com os diferentes protagonistas (Equipes Diretivas, professores/as, familiares, profissionais das diferentes áreas: saúde, assistência social e Instituições afins) as reais necessidades de cada escola, bem como elaborar, junto à SMED e ao MEC, projetos que dêem subsídio a esta construção.&lt;br /&gt;Ações&lt;br /&gt;Planejamento de matrícula&lt;br /&gt;Aquisição de TA&lt;br /&gt;Assessoria à SMED&lt;br /&gt;Assessoria e apoio às escolas&lt;br /&gt;Contratação e supervisão de estagiárias das áreas da saúde e educação&lt;br /&gt;Mapeamento da realidade do município&lt;br /&gt;Interconsultas&lt;br /&gt;Visitas domiciliares&lt;br /&gt;Grupos de estudo&lt;br /&gt;Assessoria personalizada às educadoras da rede&lt;br /&gt;Atendimento educacional especializado (AEE)‏&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Foco de ação&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Síndrome de Down&lt;br /&gt;Transtornos globais do desenvolvimento&lt;br /&gt;Altas habilidades / Superdotação&lt;br /&gt;Deficiência auditiva / Surdez&lt;br /&gt;Deficiência física&lt;br /&gt;Deficiência mental&lt;br /&gt;Deficiência visual&lt;br /&gt;Surdocegueira&lt;br /&gt;Dificuldade de Aprendizagem&lt;br /&gt;Terapêutico-pedagógica&lt;br /&gt;Fazer o atendimento a estudantes com necessidades educacionais especiais, em grupos ou individualmente nas diferentes áreas: psicopedagogia, psicologia, fisioterapia, psicomotricidade, fonouadiologia, pedagogia, bem como assessoria a professores/as que trabalham com estudantes aqui atendidos.&lt;br /&gt;Em 2008 o NAPPI realizou atendimento para 376 alunos da rede municipal extensivo às suas famílias. A SRM da Escola Paul Harris realizou atendimentos para 60 alunos da rede municipal também extensivo às suas famílias. Além disso, como já te falei, o NAPPI realizou os atendimentos de assessoria individual e de formação para as equipes diretivas e professores das escolas municipais. Segue também os dados de encaminhamento para neurologista e Hospital da Visão efetuados pelo NAPPI em 2008- Neurologista: 75 alunos realizaram consultas com o neurologista, encaminhados e agendados diretamente pelo NAPPI.&lt;br /&gt;Hospital da Visão/Oftalmologista: 79 alunos e familiares encaminhados para Hospital da Visão em Novo Hamburgo com transporte da Prefeitura saindo do NAPPI para levar os grupos às consultas.&lt;br /&gt;A síndrome de Down: O número de cromossomos presentes nas células de uma pessoa é de 46 (23 do pai e 23 da mãe), e estes se dispõem em pares, formando 23 pares. No caso da Síndrome de Down, ocorre um erro na distribuição e, em vez de 46, as células recebem 47 cromossomos. O elemento extra fica unido ao par número 21. Daí também, o nome de trissomia do 21.” (ÉPOCA, 2006, p. 19)‏&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Traços morfológicos próprios do quadro:&lt;/span&gt;Retardo mental; Hipotonia muscular.Cabeça menor;&lt;br /&gt;Moleira é grande;Nariz pequeno e largo;Olhos rasgados;Manchas na íris;Canal lacrimal pouco desenvolvido;Orelhas pequenas e malformadas;Boca pequena e costuma ficar aberta;&lt;br /&gt;Características Cognitivas: Durante os 15 primeiros anos de sua vida, ocorre um crescimento mental rápido;&lt;br /&gt;Apresentam problemas no processamento da informação, principalmente quando os processos são seqüenciais; Têm melhor desempenho em resolução de problemas do tipo manipulativo e visual do que verbal, abstrato e auditivo;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-4886154787743729681?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/4886154787743729681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=4886154787743729681' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4886154787743729681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4886154787743729681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/entrevista-com-nappi-nucleo-de-apoio-e.html' title='Entrevista com Nappi- Núcleo de Apoio e Pesquisa ao Processo de Inclusão'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-5541011084048312540</id><published>2009-04-07T17:22:00.000-07:00</published><updated>2009-04-07T17:41:13.486-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais'/><title type='text'>Inclusão e Educação Especial</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Paradigma? Para alguns estamos frente a um novo paradigma: PARADIGMA DA INCLUSÃO&lt;br /&gt; Para outros é apenas uma REFORMA EDUCACIONAL Mas sem dúvida é um MOVIMENTO&lt;br /&gt;INTERNACIONAL com duas vertentes:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; Aproximação das áreas, defendendo a relevância das funções da educação especial como suporte&lt;br /&gt;para a Educação Inclusiva;&lt;br /&gt; Radical de crítica à educação especial, pois consideram que esta mantêm uma tradição clínico-terapeûtica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; Alguns autores tentam definir inclusão a partir da definição de exclusão.&lt;br /&gt; Segundo Sposati (1996), inclusão e exclusão são processos sociais interdependentes vinculados&lt;br /&gt;principalmente à distribuição de renda e oportunidades.&lt;br /&gt; Azevedo e Barros (2004) consideram a inclusão como o movimento permanente na busca de&lt;br /&gt;igualdade de condições e oportunidades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; Claramente contrário ao dualismo consideramos que inclusão não pode ser analisado a partir do conceito de exclusão.&lt;br /&gt; O binômio inclusão x exclusão não pode ser considerado como lados opostos e excludentes&lt;br /&gt; Pessoas podem estar excluídas de algum processo porém elas não são excluídas da sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ladeira e Amaral (1999) propõem inclusão como um processo que se prolonga ao longo da vida de um individuo e que tem por finalidade a melhoria da qualidade de vida do mesmo.&lt;br /&gt; Esta definição desloca o foco da questão inclusão X exclusão como fenômeno determinístico e o situa num processo vinculado à qualidade de vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fragilidades: Centram a inclusão no individuo e não no contexto sócio-histórico e cultural no qual o individuo se constitui.&lt;br /&gt; Não falamos de indivíduos incluídos ou excluídos e sim de grupos em contextos sociais que participam do fenômeno da inclusão como processo social em busca de melhoria na qualidade de vida dos membros do grupo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Inclusão concentra-se na busca pelo acesso a quatro utopias básicas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt; autonomia de renda,  desenvolvimento humano,  qualidade de vida e  equidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autonomia de renda: capacidade de suprir suas necessidades vitais, culturais e sociais.&lt;br /&gt; Desenvolvimento humano: possibilidade dos indivíduos desenvolverem suas capacidades intelectuais e biológicas de forma a atingir o maior grau de capacidade humana.&lt;br /&gt;Eqüidade:garantia de igualdade de direitos e oportunidades respeitando a diversidade humana.&lt;br /&gt;Qualidade de vida : a democratização dos acessos às condições de preservação do homem,&lt;br /&gt;da natureza e do meio ambiente e a redução da degradação ambiental.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aproximando uma definição :Processo estabelecido dentro de uma sociedade que busca satisfazer necessidades relacionadas com qualidade de vida, desenvolvimento humano, autonomia e equidade de oportunidades e direitos para os indivíduos e grupos sociais que em&lt;br /&gt;alguma etapa da sua vida encontram-se em situação de desvantagem com relação a&lt;br /&gt;outros membros da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Processo de Inclusão:&lt;/strong&gt; É um processo eminentemente social perpassa por todas as dimensões da vida em sociedade permanente, embora não constante, na vida dos sujeitos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Inclusão Escolar - (Mittler, 2003)  A inclusão não diz respeito a colocar as crianças nas escolas&lt;br /&gt;regulares, mas: (1) mudar as escolas para torná-las mais responsivas às necessidades de todas&lt;br /&gt;as crianças;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Inclusão Escolar - (Mittler, 2003) (2) [...] diz respeito a ajudar todos os professores a aceitarem a&lt;br /&gt;responsabilidade quanto à aprendizagem de todas as  crianças nas suas escolas e prepará-los para ensinarem aquelas crianças que estão atual e correntemente excluídas das escolas por&lt;br /&gt;qualquer razão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(3) [...] diz respeito a cada pessoa ter oportunidades de escolha e autodeterminação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Maior obstáculo para mudança está dentro de cada um:  Atitudes,  Medos,  Crenças, Subestimar pessoas, Superestimar obstáculos/dificuldades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Finalmente devemos lembrar que Inclusão ....  é um processo social que extrapola os aspectos&lt;br /&gt;escolares  deve ser realizado um esforço constante para que Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais (PNEE) tenham espaços reais de inclusão dentro da sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-5541011084048312540?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/5541011084048312540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=5541011084048312540' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5541011084048312540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5541011084048312540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/inclusao-e-educacao-especial.html' title='Inclusão e Educação Especial'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1485905162975027826</id><published>2009-04-02T13:42:00.000-07:00</published><updated>2009-04-02T13:43:36.109-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da psicologia II'/><title type='text'>Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos</title><content type='html'>De acordo com o texto Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos, existem três diferentes formas representar a relação ensino/aprendizagem escolar, e cada forma é sustentada por uma determinada epistemologia.  &lt;p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 2; orphans: 2;" align="justify"&gt; &lt;b&gt;Pedagogia diretiva: &lt;/b&gt; "pedagogia conteudista". Consiste numa pedagogia centrada no professor, (ele é que tem o saber, o aluno nada sabe), cabe a ele a transmissão do conhecimento, na sala de aula que o professor fica a frente dos alunos aguarda o silêncio, mesas enfileiradas, para que não haja conversas. O professor fala, o aluno escuta, ele trás assuntos de seu próprio interesse, o aluno precisa prontamente executá-las. Este professor acredita que agir desta forma pode transmitir o conhecimento e que o aluno seja uma tabula rasa, não somente quando nasceu como ser humano, mas frente a cada novo conteúdo que esta no currículo. É uma aula pouco atrativa e chata. Esta pedagogia é o que chamamos de tradicional o professor fala e os alunos escutam. Ele é o que transmite o conhecimento, o aluno nada tem a contribuir, é o professor que possui o saber. A epistemologia que fundamenta esta postura pedagógica é empirista.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 2; orphans: 2;" align="justify"&gt; &lt;b&gt;Pedagogia não- diretiva: &lt;/b&gt;O professor é um auxiliador do aluno. O aluno já trás o saber que ele precisa, o aluno precisa apenar organizar esse conhecimento. O professor deve interferir o mínimo possível. Qualquer ação que o aluno decida fazer é a priori, boa, instrutiva. A epistemologia que fundamenta esta metodologia pedagógica é apriorista.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 2; orphans: 2;" align="justify"&gt; &lt;b&gt;Pedagogia relacional:&lt;/b&gt; O aluno só aprenderá alguma coisa, isto é, construirá algum conhecimento novo, se ele agir e problematizar a sua ação. O professor construtivista não acredita no ensino, em seu sentido convencional ou tradicional, pois não acredita que um conhecimento (estrutura) possam transitar, por força do ensino, da cabeça do professor para a cabeça do aluno. O aluno age (assimila) sobre o assunto que o professor presumiu ser importante para a aprendizagem, problematiza, tenta responder a estas problematizações (acomodação) gerando, assim, uma reflexão em cima da reflexão. A epistemologia que fundamenta esta postura pedagógica é o construtivismo.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 2; orphans: 2;" align="justify"&gt;Quando respondi as perguntas já tinha como concepção a pedagogia relacional, hoje continuo com este mesmo pensamento. Porque acredito que a aprendizagem decorre da interação entre professor e aluno, já que esta faz com que a aprendizagem se torne mais significativa. O professor, além de ensinar, precisa verificar o que o aluno já construiu até o momento, a partir daí construir aprendizagens futuras. Mas para isso o educando precisa ser motivado, pois o ensino possui um caráter de provocação, de desafio para a construção de hipóteses, de reflexões e de buscas de soluções. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 2; orphans: 2;" align="justify"&gt; Bibliografia  &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 2; orphans: 2;" align="justify"&gt; BECKER, Fernando. &lt;b&gt;Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos&lt;/b&gt;. In: Educação e construção do conhecimento. Porto Alegra: ARTMED, 2001&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1485905162975027826?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1485905162975027826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1485905162975027826' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1485905162975027826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1485905162975027826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/04/modelos-pedagogicos-e-modelos.html' title='Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1010346687847506071</id><published>2009-03-25T10:13:00.001-07:00</published><updated>2009-03-25T10:21:31.754-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Seminário Integrador VI'/><title type='text'>Minhas reflexões do semestre</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/ScpnKjqmbhI/AAAAAAAAAmU/gZn3oBv-vQE/s1600-h/barra.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317175741134564882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 667px; CURSOR: hand; HEIGHT: 59px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/ScpnKjqmbhI/AAAAAAAAAmU/gZn3oBv-vQE/s400/barra.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Semestre passado aprendemos o que é Gestão Escolar. Democracia consiste em uma forma de organização da vida em sociedade, que pressupõe participação e autonomia na educação, com poderes reconhecidos na tomada de decisões, onde professores, juntamente com os pais e funcionários, vem construindo a gestão democrática na escola.&lt;br /&gt;Hoje os processos de descentralização da gestão escolar, representa uma das mais importantes tendências dos recursos educacionais, processos que estão contribuindo para construção de uma escola democrática.&lt;br /&gt;Transformações da convivência, é constantemente aprender com elas, aceitar e conviver com as diferenças, pois é muitas vezes por elas que temos maiores aprendizagens.&lt;br /&gt;Como aluna procuro dedicar-me, é difícil conciliar família, escola, trabalhos, amigos, lazer. Sei que é necessário ler bastante e também que não posso atrasar meus trabalhos, o atraso leva ao prejuízo e também parece que ficamos fora do ritmo.&lt;br /&gt;Um profissional do ensino, guiado por uma ética do trabalho, é confrontado diariamente com problemas para os quais não existem receitas prontas. Trabalhamos com vidas, o que diferencia das outras profissões, aumentando ainda mais nossa responsabilidade em educar com seriedade, preparando este para atuar em uma sociedade competitiva, onde possa exercer seu direito como cidadão atuante e crítico.&lt;br /&gt;No semestre passado  semestre nas Interdisciplinas de Seminário Integrador V, trabalhamos com Projetos de Aprendizagens. Seu papel seria oportunizar as novas formas de ensinar e aprender, todos os envolvidos neste processo. As informações, o conhecimento e o saber são tecidos através de cooperação, das interações e trocas que os Projetos de aprendizagem viabilizam, onde as experiências e conhecimentos anteriores, de alunos e professores pelos confrontos pedagógicos, ocorridos na busca de responder a "dúvidas temporárias" e "certezas provisórias", encontram-se enredados na construção da Aprendizagem, pelos nós da cooperação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este semestre quero apropriar-me  das leituras e trabalhos trazendo para minha prática de sala de aula. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1010346687847506071?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1010346687847506071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1010346687847506071' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1010346687847506071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1010346687847506071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/03/minhas-reflexoes-do-semestre.html' title='Minhas reflexões do semestre'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_S9SJOiutm7M/ScpnKjqmbhI/AAAAAAAAAmU/gZn3oBv-vQE/s72-c/barra.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8395890307978733972</id><published>2009-03-21T06:58:00.000-07:00</published><updated>2009-03-21T07:03:34.913-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais'/><title type='text'>HISTÓRIA, DEFICIÊNCIA E EDUCAÇÃO ESPECIAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O texto lido faz  um rastreamento histórico da Educação Especial, procurando resgatar os diferentes momentos vivenciados, objetivando compreender que acontecimentos ou fatos influenciaram na prática do cotidiano escolar, marcando as conquistas alcançadas pelos indivíduos que apresentam necessidades educacionais especiais.&lt;br /&gt;Alguns estudiosos da área da Educação Especial, analisando a sua história em países da Europa e América do Norte, identificam quatro estágios no desenvolvimento do atendimento às pessoas que apresentam deficiências (KIRK e GALLAGHER, 1979; MENDES, 1995; SASSAKI, 1997).&lt;br /&gt;Inicialmente é evidenciada uma primeira fase, marcada pela negligência, na era pré-cristã, em que havia uma ausência total de atendimento. Os deficientes eram abandonados, perseguidos e eliminados devido às suas condições atípicas, e a sociedade legitimava essas ações como sendo normais. Na era cristã, segundo Pessotti (1984), o tratamento variava segundo as concepções de caridade ou castigo predominantes na comunidade em que o deficiente estava inserido.&lt;br /&gt;Num outro estágio, nos séculos XVIII e meados do século XIX, encontra-se a fase de institucionalização, em que os indivíduos que apresentavam deficiência eram segregados e protegidos em instituições residenciais. O terceiro estágio é marcado, já no final do século XIX e meados do século XX, pelo desenvolvimento de escolas e/ou classes especiais em escolas públicas, visando oferecer à pessoa deficiente uma educação à parte. No quarto estágio, no final do século XX, por volta da década de 70, observa-se um movimento de integração social dos indivíduos que apresentavam deficiência, cujo objetivo era integrá-los em ambientes escolares, o mais próximo possível daqueles oferecidos à pessoa normal.&lt;br /&gt;Podemos dizer que a fase de integração fundamentava-se no fato de que a criança deveria ser educada até o limite de sua capacidade. De acordo com Mendes (1995), a defesa das possibilidades ilimitadas do indivíduo e a crença de que a educação poderia fazer uma diferença significativa no desenvolvimento e na vida das pessoas aparecem no movimento filosófico posterior à Revolução Francesa. Desse momento em diante o conceito de educabilidade do potencial do ser humano passou a ser aplicado também à educação das pessoas que apresentavam deficiência mental.&lt;br /&gt;No início do século XIX, o médico Jean Marc Itard (1774-1838) desenvolveu as primeiras tentativas de educar uma criança de doze anos de idade, chamado Vitor, mais conhecido como o “Selvagem de Aveyron”. Reconhecido como o primeiro estudioso a usar métodos sistematizados para o ensino de deficientes, ele estava certo de que a inteligência de seu aluno era educável, a partir de um diagnóstico de idiotia que havia recebido.&lt;br /&gt;Outro importante representante dessa época foi o também médico Edward Seguin (1812-1880), que, influenciado por Itard, criou o método fisiológico de treinamento, que consistia em estimular o cérebro por meio de atividades físicas e sensoriais. Seguin não se preocupou apenas com os estudos teóricos sobre o conceito de idiotia e desenvolvimento de um método educacional, ele também se dedicou ao desenvolvimento de serviços, fundando em 1837, uma escola para idiotas2, e ainda foi o primeiro presidente de uma organização de profissionais, que atualmente é conhecida como Associação Americana sobre Retardamento Mental (AAMR).&lt;br /&gt;Maria Montessori (1870-1956) foi outra importante educadora que contribuiu para a evolução da educação especial. Também influenciada por Itard, desenvolveu um programa de treinamento para crianças deficientes mentais, baseado no uso sistemático e manipulação de objetos concretos. Suas técnicas para o ensino de deficientes mentais foram experimentadas em vários países da Europa e da Asia.&lt;br /&gt;As metodologias desenvolvidas por esses três estudiosos, durante quase todo o século XIX, foram utilizadas para ensinar as pessoas denominadas idiotas que se encontravam em instituições. Todas essas tentativas de educabilidade eram realizadas tendo em vista a cura ou eliminação da deficiência através da educação.&lt;br /&gt;Vários pesquisadores já evidenciaram que descrever a história da Educação Especial para deficientes mentais no Brasil não é uma tarefa simples (FERREIRA, 1989; EDLER, 1993; MENDES, 1995), uma vez que não encontramos na literatura disponível estudos sistematizados sobre o assunto.&lt;br /&gt;Quando dirigimos o nosso olhar para a história da Educação Especial no Brasil, verificamos que a evolução do atendimento educacional especial irá ocorrer com características diferentes daquelas observadas nos países europeus e norte-americanos. Os quatro estágios identificados em tais países não parecem estar estampados na realidade brasileira (MENDES, 1995; DECHICHI, 2001).&lt;br /&gt;A fase da negligência ou omissão, que pode ser observada em outros países até o século XVII, no Brasil pode ser estendida até o início da década de 50. Segundo Mendes (1995), durante esse tempo, observamos que a produção teórica referente à deficiência mental esteve restrita aos meios acadêmicos, com escassas ofertas de atendimento educacional para os deficientes mentais.&lt;br /&gt;Entre os séculos XVIII e XIX podemos identificar a fase da institucionalização em outros países do mundo, marcada pela concepção organicista, que tinha como pressuposto a idéia de a deficiência mental ser hereditária com evidências de degenerescência da espécie. Assim a segregação era considerada a melhor forma para combater a ameaça representada por essa população. Nesta mesma ocasião, no nosso país, não existia nenhum interesse pela educação das pessoas consideradas idiotas e imbecis, persistindo, deste modo, a era da negligência (MENDES, 1995; DECHICHI, 2001).&lt;br /&gt;A história da Educação Especial no Brasil tem como marcos fundamentais a criação do “Instituto dos Meninos Cegos” (hoje “Instituto Benjamin Constant”) em 1854, e do “Instituto dos Surdos-Mudos” (hoje, “Instituto Nacional de Educação de Surdos – INES”) em 1857, ambos na cidade do Rio de Janeiro, por iniciativa do governo Imperial (JANNUZZI,1992; BUENO,1993; MAZZOTTA,1996).&lt;br /&gt;A fundação desses dois Institutos representou uma grande conquista para o atendimento dos indivíduos deficientes, abrindo espaço para a conscientização e a discussão sobre a sua educação. No entanto, não deixou de “se constituir em uma medida precária em termos nacionais, pois em 1872, com uma população de 15.848 cegos e 11.595 surdos, no país eram atendidos apenas 35 cegos e 17 surdos” (MAZZOTTA, 1996, p.29), nestas instituições.&lt;br /&gt;Assim, a Educação Especial se caracterizou por ações isoladas e o atendimento se referiu mais às deficiências visuais, auditivas e, em menor quantidade, às deficiências físicas. Podemos dizer que em relação à deficiência mental houve um silêncio quase absoluto.&lt;br /&gt;Em cada época, as concepções de deficiência mental refletiam as expectativas sociais daquele momento histórico. Nesse contexto, a concepção de deficiência mental, de acordo com Jannuzzi (1992), passou a englobar diversos tipos de crianças que tinham em comum o fato de apresentarem comportamentos que divergiam daqueles esperados pela sociedade e conseqüentemente pela escola. Sob o rótulo de deficientes mentais, encontramos alunos indisciplinados, com aprendizagem lenta, abandonados pela família, portadores de lesões orgânicas, com distúrbios mentais graves, enfim toda criança considerada fora dos padrões ditados pela sociedade como normais.&lt;br /&gt;No Brasil, a deficiência mental não era considerada como uma ameaça social nem como uma degenerescência da espécie. Ela era atribuída aos infortúnios ambientais, apesar da crença numa concepção organicista e patológica (MENDES, 1995).&lt;br /&gt;Jannuzzi (1992) nos mostrou que a defesa da educação dos deficientes mentais visava economia para os cofres públicos, pois assim evitaria a segregação destes em manicômios, asilos ou penitenciarias.&lt;br /&gt;Enquanto o movimento pela institucionalização dos deficientes mentais, em vários países, era crescente com a criação de escolas especiais comunitárias e de classes especiais em escolas públicas, no nosso país havia uma despreocupação com a conceituação, identificação e classificação dos deficientes mentais.&lt;br /&gt;Entre a década de 30 e 40 observamos várias mudanças na educação brasileira, como, por exemplo, a expansão do ensino primário e secundário, a fundação da Universidade de São Paulo etc. Podemos dizer que a educação do deficiente mental ainda não era considerada um problema a ser resolvido. Neste período a preocupação era com as reformas na educação da pessoa normal.&lt;br /&gt;No panorama mundial, a década de 50 foi marcada por discussões sobre os objetivos e qualidade dos serviços educacionais especiais. Enquanto isso, no Brasil acontecia uma rápida expansão das classes e escolas especiais nas escolas públicas e de escolas especiais comunitárias privadas e sem fins lucrativos. O número de estabelecimentos de ensino especial aumentou entre 1950 e 1959, sendo que a maioria destes eram públicos em escolas regulares.&lt;br /&gt;Em 1967, a Sociedade Pestalozzi do Brasil, criada em 1945, já contava com 16 instituições por todo o país. Criada em 1954, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais já contava também com 16 instituições em 1962. Nessa época, foi criada a Federação Nacional das APAES (FENAPAES) que, em 1963, realizou seu primeiro congresso (MENDES, 1995).&lt;br /&gt;Nesta época, podemos dizer que houve uma expansão de instituições privadas de caráter filantrópico sem fins lucrativos, isentando assim o governo da obrigatoriedade de oferecer atendimento aos deficientes na rede pública de ensino.&lt;br /&gt;Foi a partir dos anos 50, mais especificamente no ano de 1957, que o atendimento educacional aos indivíduos que apresentavam deficiência foi assumido explicitamente pelo governo federal, em âmbito nacional, com a criação de campanhas voltadas especificamente para este fim.&lt;br /&gt;A primeira campanha foi feita em 1957, voltada para os deficientes auditivos – “Campanha para a Educação do Surdo Brasileiro”. Esta campanha tinha por objetivo promover medidas necessárias para a educação e assistência dos surdos, em todo o Brasil. Em seguida é criada a “ Campanha Nacional da Educação e Reabilitação do Deficiente da Visão”, em 1958.&lt;br /&gt;Em 1960 foi criada a “Campanha Nacional de Educação e Reabilitação de Deficientes Mentais” (CADEME). A CADEME tinha por finalidade promover em todo território Nacional, a “ educação, treinamento, reabilitação e assistência educacional das crianças retardadas e outros deficientes mentais de qualquer idade ou sexo” (MAZZOTTA, 1996, p. 52).&lt;br /&gt;Nesse período, junto com as discussões mais amplas sobre reforma universitária e educação popular, o estado aumenta o número de classes especiais, principalmente para deficientes mentais, nas escolas públicas. Sobre isso, Ferreira (1989) e Jannuzzi (1992), esclarecem que na educação especial para indivíduos que apresentam deficiência mental há uma relação diretamente proporcional entre o aumento de oportunidades de escolarização para as classes mais populares e a implantação de classes especiais para deficiência mental leve nas escolas regulares públicas.&lt;br /&gt;Ao longo da década de 60, ocorreu a maior expansão no número de escolas de ensino especial já vista no país. Em 1969, havia mais de 800 estabelecimentos de ensino especial para deficientes mentais, cerca de quatro vezes mais do que a quantidade existente no ano de 1960.&lt;br /&gt;Enquanto que, na década de 70, observamos nos países desenvolvidos, amplas discussões e questionamentos sobre a integração dos deficientes mentais na sociedade, no Brasil acontece neste momento a institucionalização da Educação Especial em termos de planejamento de políticas públicas com a criação do Centro Nacional de Educação Especial (CENESP), em 1973.&lt;br /&gt;A prática da integração social no cenário mundial teve seu maior impulso a partir dos anos 80, reflexo dos movimentos de luta pelos direitos dos deficientes. No Brasil, essa década representou também um tempo marcado por muitas lutas sociais empreendidas pela população marginalizada.&lt;br /&gt;As mudanças sociais, ainda que mais nas intenções do que nas ações, foram se manifestando em diversos setores e contextos e, sem dúvida alguma, o envolvimento legal nestas mudanças foi de fundamental importância. Nesse sentido, a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 208, estabelece a integração escolar enquanto preceito constitucional, preconizando o atendimento aos indivíduos que apresentam deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.&lt;br /&gt;Podemos dizer que ficou assegurado pela Constituição Brasileira (1988) o direito de todos à educação, garantindo, assim, o atendimento educacional de pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais.&lt;br /&gt;Segundo Bueno (1994), é mínimo o acesso à escola de pessoas que apresentam deficiência mental, com o agravante de esse acesso servir mais a legitimação da marginalidade social do que à ampliação das oportunidades educacionais para essa população.&lt;br /&gt;No intuito de reforçar a obrigação do país em prover a educação, é publicada, em dezembro de 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96. Essa lei expressa em seu conteúdo alguns avanços significativos. Podemos citar a extensão da oferta da educação especial na faixa etária de zero a seis anos; a idéia de melhoria da qualidade dos serviços educacionais para os alunos e a necessidade de o professor estar preparado e com recursos adequados de forma a compreender e atender à diversidade dos alunos.&lt;br /&gt;Constatamos que o capítulo V dessa lei trata especificamente da Educação Especial, expressando no artigo 58 que a educação especial deve ser oferecida preferencialmente na rede regular de ensino e, quando necessário, deve haver serviços de apoio especializado.&lt;br /&gt;É interessante considerar que os serviços especializados e o atendimento das necessidades específicas dos alunos garantidos pela lei estão muito longe de serem alcançados. Identificamos, no interior da escola, a carência de recursos pedagógicos e a fragilidade da formação dos professores para lidar com essa clientela.&lt;br /&gt;Em lei, muitas conquistas foram alcançadas. Entretanto, precisamos garantir que essas conquistas, expressas nas leis, realmente possam ser efetivadas na prática do cotidiano escolar, pois o governo não tem conseguido garantir a democratização do ensino, permitindo o acesso, a permanência e o sucesso de todos os alunos do ensino especial na escola.&lt;br /&gt;Entretanto, não podemos negar que a luta pela integração social do indivíduo que apresenta deficiência foi realmente um avanço social muito importante, pois teve o mérito de inserir esse indivíduo na sociedade de forma sistemática, se comparado aos tempos de segregação.&lt;br /&gt;Ao revisitarmos a história da Educação Especial até a década de 90, podemos perceber conquistas em relação à educação dos indivíduos que apresentam deficiência mental. Não é pouco avanço ir de uma quase completa inexistência de atendimento de qualquer tipo à proposição e efetivação de políticas de integração social. Podemos falar, também, de avanços e muitos retrocessos, de conquistas questionáveis e de preconceitos cientificamente legitimados.&lt;br /&gt;Em meados da década de 90, no Brasil, começaram as discussões em torno do novo modelo de atendimento escolar denominado inclusão escolar. Esse novo paradigma surge como uma reação contrária ao processo de integração, e sua efetivação prática tem gerado muitas controvérsias e discussões.&lt;br /&gt;Reconhecemos que trabalhar com classes heterogêneas que acolhem todas as diferenças traz inúmeros benefícios ao desenvolvimento das crianças deficientes e também as não deficientes, na medida em que estas têm a oportunidade de vivenciar a importância do valor da troca e da cooperação nas interações humanas. Portanto, para que as diferenças sejam respeitadas e se aprenda a viver na diversidade, é necessário uma nova concepção de escola, de aluno, de ensinar e de aprender.&lt;br /&gt;A efetivação de uma prática educacional inclusiva não será garantida por meio de leis, decretos ou portarias que obriguem as escolas regulares a aceitarem os alunos com necessidades especiais, ou seja, apenas a presença física do aluno deficiente mental na classe regular não é garantia de inclusão, mas sim que a escola esteja preparada para dar conta de trabalhar com os alunos que chegam até ela, independentemente de suas diferenças ou características individuais.&lt;br /&gt;A literatura evidencia que no cotidiano da escola os alunos com necessidades educacionais especiais inseridos nas salas de aula regulares vivem uma situação de experiência escolar precária ficando quase sempre à margem dos acontecimentos e das atividades em classe, porque muito pouco de especial é realizado em relação às características de sua diferença.&lt;br /&gt;As questões teóricas do processo de inclusão têm sido amplamente discutidas por estudiosos e pesquisadores da área de Educação Especial, no entanto pouco se tem feito no sentido de sua aplicação prática. O como incluir tem se constituído a maior preocupação de pais, professores e estudiosos, considerando que a inclusão só se efetivará se ocorrerem transformações estruturais no sistema educacional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Bibliografia:HISTÓRIA, DEFICIÊNCIA E EDUCAÇÃO ESPECIAL1&lt;br /&gt;Arlete Aparecida Bertoldo Miranda&lt;br /&gt;Doutora em Educação&lt;br /&gt;Profª da FACED/Universidade Federal de Uberlândia&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:arlete@ufu.br"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;arlete@ufu.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8395890307978733972?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8395890307978733972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8395890307978733972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8395890307978733972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8395890307978733972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2009/03/historia-deficiencia-e-educacao.html' title='HISTÓRIA, DEFICIÊNCIA E EDUCAÇÃO ESPECIAL'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-421708530752694262</id><published>2008-11-30T09:03:00.000-08:00</published><updated>2008-11-30T09:04:19.913-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Seminário Integrador V'/><title type='text'>Auto Avaliação sobre o Projeto de Aprendizagens Ceres Hartz</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nosso projeto de pesquisa no começo estava parado, não tínhamos idéia por onde começar, só depois que tivemos a aula presencial que compreendemos melhor a proposta. Pensávamos que éramos para elaborar um projeto para ser trabalhado com os alunos. Nossa o mapa conceitual foi super difícil de trabalhar, também como é difícil organizar os horários dos encontros. Mas foi bom trabalhar com o meu grupo todas se empenharam, contribuíram acredito que crescemos muito, pois aprendemos umas com as outras. O trabalho em grupo torna-se rico pelo fato de todos os integrantes interagirem e trocarem informações. Cada um tem um modo de pensar, e quando juntos colocamos essas formas diferentes de pensar, o trabalho terá um pouquinho de cada integrante, ficando mais detalhado e completo.&lt;br /&gt;O trabalho em grupo, em situações de aprendizagem, não deve ser visto apenas como uma maneira de dividir tarefas, mas sim favorecer as aprendizagens de cada indivíduo a partir do trabalho coletivo&lt;br /&gt;No início estávamos perdidas, não sabíamos por onde começar... Como o assunto era do meu interesse, procurei em vários sites informações sobre o assunto, aprendi bastante, e com o andamento do projeto tive uma melhor compreensão da proposta de trabalho.&lt;br /&gt;Esta nova forma de trabalho amplia os recursos de busca, o aluno precisa aprender a trabalhar em grupo, compartilhar informações, também como organizamos nossa página facilitou nossa comunicação através dos fóruns de debates e registros em nosso diário de bordo.&lt;br /&gt;Como trabalho no laboratório de informática propus um trabalho conjunto com as professoras de quarta, quinta e sexta-série, onde os alunos agruparam-se por assuntos de interesse, eles pesquisaram, criaram um filme, fizeram uma avaliação do grupo, individual e da proposta. Foi bastante produtivo, eles participaram, demonstraram bastante interesse. O que mais me chamou atenção foi que todos da escola inclusive a família foram envolvidos neste projeto. Produzimos um cd com as produções. Foi bastante trabalhoso porém obtivemos bons resultados, quero fazer também com as turmas de Ed.Inf à terceira série em uma escala de pesquisa menor. O aluno e professor juntos constroem informações e conhecimento.&lt;br /&gt;Seu papel seria oportunizar as novas formas de ensinar e aprender, todos os envolvidos neste processo. As informações, o conhecimento e o saber são tecidos através das interações e trocas que os Projetos de Aprendizagem viabilizam, onde as experiências e conhecimentos anteriores de alunos e professore pelos confrontos pedagógicos ocorridos na busca de responder a "dúvidas temporárias" e "certezas provisórias", encontram-se enredados na construção da Aprendizagem, pelos nós da cooperação.&lt;br /&gt;Procurei estar sempre interagindo com minhas colegas, participei dos fóruns.&lt;br /&gt;Tudo que começa é difícil pelo fato de não termos vivenciado. Esse primeiro projeto pelo que percebi nos fóruns foi difícil para todas, pois nunca havíamos feito, porém agora que compreendemos melhor a proposta o próximo projeto terá um novo rumo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-421708530752694262?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/421708530752694262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=421708530752694262' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/421708530752694262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/421708530752694262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/auto-avaliao-sobre-o-projeto-de.html' title='Auto Avaliação sobre o Projeto de Aprendizagens Ceres Hartz'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-2184743223468398100</id><published>2008-11-27T05:11:00.000-08:00</published><updated>2008-11-27T05:14:08.318-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Organização e Gestão da Educação'/><title type='text'>TEMÁTICA: Diretrizes Curriculares</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             No ano de 2006 foi aprovada a Lei nº 11.274 que instituiu o EF de nove anos de duração, sendo que todas as crianças que obtiverem 6 anos completados ate o inicio do ano letivo deverão ser matriculados.&lt;br /&gt;            Para a realidade de nossa comunidade escolar/local esta LEI foi de muita valia, pois tornou esta mais inclusiva, cidadã e com qualidade social para todos, abrindo mais vagas, oportunizando a estas um tempo maior de convívio escolar e também melhores oportunidades de aprendizagem.&lt;br /&gt;          Também quero ressaltar algumas considerações sobre o avanço no primeiro ano do EF de nove anos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; O avanço escolar é, portanto, uma estratégia de progresso individual e continuo no crescimento de cada aluno. Alguns apresentam comportamentos desejados, antes que decorra um certo tempo previsto [...].isto acontece porque apresentam ritmo de aprendizagem diferentes, e este progresso não pode ser tolido, amarrado e espaços – tempo estanques.(Parecer CEED/Rs nº 740/1999,p.20-1)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                 O CME/SL em seu Parecer nº 001/2008 recomenda que a criança permaneça preferencialmente ao longo do 1º trimestre no 1 º ano a fim de possibilitar uma avaliação criteriosa que leve em conta todos os aspectos do processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança, o que implica conhecimento e respeito as suas características etárias, sociais, psicológicas e cognitivas, bem como a responsabilidade com o acompanhamento do processo ensino-aprendizagem no ano/serie no ano subseqüente.&lt;br /&gt;                                                      &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                                                   &lt;strong&gt; EDUCAÇÃO INCLUSIVA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;            Conforme o Eixo I estabelecido na I Conferência Municipal de Educação, que trata do acesso e construção de uma educação inclusiva, entendemos que a instituição de ensino tem função indispensável e insubstituível de sociabilizar, inserir, introduzir, interagir, promover, proporcionar e sensibilizar no processo de educação das pessoas, pois é um espaço privilegiado de formação do educando, porém estas articulações não cabem so a escola e sim a um grupo onde envolva as politicas publicas, particularmente com os responsáveis pela distribuiçao de recursos financeiros onde tenham programas de saúde, nutrição, bem estar familiar, trabalho e emprego, transportes, desporto e lazer.&lt;br /&gt;No entanto inserir esses alunos nas escolas, sem que tenhamos antes pensado e discutido uma transformação pedagogica, estaremos distribuindo entre as turmas aprendizes apenas como figurantes , que além de injusto não corresponde ao que de fato seria uma escola inclusiva, então temos aqui na escola todo o cuidado de não oferecer ao aluno somente o espaço fisico, e sim garantirmos sua ativa participaçção em todas as atividades do processo ensino aprendizagem, principalmente na sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referência Bibliográfica&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;SILVA, Maria Beatriz Gomes da- Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil e para o Ensino Fundamental: Articulações e Interfaces com Educação Especial, Educação Indígena,&lt;br /&gt;Educação Básica no Campo e Educação de Jovens e Adultos.1. OS SISTEMAS DE ENSINO E A ARTICULAÇÃO ENTRE AS DIRETRIZES CURRICULARES&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-2184743223468398100?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/2184743223468398100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=2184743223468398100' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2184743223468398100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2184743223468398100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/temtica-diretrizes-curriculares.html' title='TEMÁTICA: Diretrizes Curriculares'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1576576840455235341</id><published>2008-11-22T15:10:00.000-08:00</published><updated>2008-11-22T15:11:54.075-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Organização do Ensino Fundamental'/><title type='text'>Vínculo ao Tópico: Quais são os elementos fundamentais à gestão democrática escolar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Tudo o que a gente puder fazer no sentido de convocar os que vivem em torno da escola, e dentro da escola, no sentido de participarem, de tomarem um pouco o destino da escola na mão, também. Tudo o que a gente puder fazer nesse sentido é pouco ainda, considerando o trabalho imenso que se põe diante de nós que é o de assumir esse país democraticamente.”&lt;br /&gt;(Paulo Freire)&lt;br /&gt;Democracia onde consiste em uma forma de organização da vida em sociedade que pressupõe participação e autonomia na educação com poderes reconhecidos na tomada de decisões onde professores, juntamente com os pais e funcionários vem construindo a gestão democrática na escola.&lt;br /&gt;Hoje os processos de descentralização da gestão escolar representa uma das mais importantes tendencias dos recursos educacionais, processos que estão contribuindo para construção de uma escola democrática.&lt;br /&gt;Trarei como exemplo minha escola enfocando o Administrativo, Pedagógico e Financeiro. O&lt;br /&gt;processo de construção do Projeto Político Pedagógico realizou-se durante as reuniões pedagógicas da escola, ocorridas quinzenalmente. Desde o início do ano letivo as discussões a respeito do assunto fizeram parte desses encontros.&lt;br /&gt;As discussões sobre os eixos que subsidiaram este Projeto foram realizadas de forma coletiva, em vários encontros, com a participação da comunidade escolar. A segunda fase de elaboração do Projeto consistiu na revisão do material realizada por uma comissão de professores.&lt;br /&gt;A gestão democrática exige a compreensão em profundidade dos problemas postos pela prática pedagógica, e visa romper com a separação entre concepção e execução, entre o pensar e o fazer, entre teoria e prática. Busca resgatar o controle do processo e do produto do trabalho dos educadores. (VIEGA, 1997, p. 18)&lt;br /&gt;Diante da idéia de Viega (1997) podemos entender gestão democrática como um processo político através do qual as pessoas na escola discutem, deliberam e planejam, solucionam problemas e os encaminham, acompanham, controlam e avaliam o conjunto das ações voltadas ao desenvolvimento da própria escola. Este processo, sustentado no diálogo e na alteridade, tem como base a participação efetiva de todos os segmentos da comunidade escolar, o respeito a normas coletivamente construídas para os processos de tomada de decisões. Outro fator importante para a sustentabilidade da escola é que a relação entre as pessoas é uma relação horizontal, ou seja, uma relação entre iguais.&lt;br /&gt;É importante saber que, numa gestão democrática, é preciso lidar com conflitos e opiniões diferentes. O conflito faz parte da vida. Mas precisa-se dialogar com os que pensam diferentes, e juntos, negociar. Para NAVARRO (2004, p.13) “a gestão democrática implica a efetivação de novos processos de organização e gestão baseados numa dinâmica que favoreça os processos coletivos e participativos de decisão.”&lt;br /&gt;A consciência e a prática democrática precisam ser exercidas dentro da Escola, a fim de que toda sociedade possa saber colocar em prática sua cidadania de forma consciente, intervindo na realidade em que se vive, e assim transformá-la. A gestão democrática da educação formal está associada ao estabelecimento de mecanismos legais e institucionais e à organização de ações que desencadeiem a participação social: na formulação de políticas educacionais; no planejamento; na tomada de decisões; na definição do uso de recursos e necessidades de investimento; na execução das deliberações coletivas; nos momentos de avaliação da escola e da política educacional.&lt;br /&gt;Para que isto ocorra no ambiente escolar, temos a PRETENSÃO de GRADATIVAMENTE implementar alguns mecanismos de participação, tais como: conselhos de classe participativos, grêmios estudantis e conselhos escolares, o que vai ao encontro do que foi estabelecido no Eixo III da I Conferência Municipal de Educação. Pois, todos estes instauram uma dinâmica que se efetiva como um processo de aprendizado político fundamental para construção de uma cultura de participação e de gestão democrática na escola e, conseqüentemente, para a instituição de uma nova cultura escolar.&lt;br /&gt;A seguir serão apresentadas algumas estruturas que favorecem a gestão democrática nas escolas públicas municipais incluindo Círculo de Pais e Mestres, Conselho Administrativo Pedagógico, Conselho de Classe Participativo, Grêmios Estudantis, Conselhos Escolares, Escola Aberta e EVAM.&lt;br /&gt;O círculo de Pais e Mestres (C.P.M) tem como objetivo contribuir com o processo educacional e a integração família-escola-comunidade. Representa uma tentativa de participação da família e da comunidade nos processos educativos que envolvem as crianças especialmente em sua vida escolar. Como a escola não tem autonomia de movimentar recursos financeiros diretamente, é através do C.P. M que recebe repasses do FNDE/MEC, Convênio com a Prefeitura Municipal e também por meio de contribuições espontâneas, eventos e promoções, projetos e doações de terceiros. O C.P. M para funcionar de maneira legitima, democrática, representativa tem que ter pessoas com o desejo de participar efetivamente, e contribuir para criar e reinventar a educação. A idéia principal da existência do Círculo de Pais e Mestres na escola é de provocar uma mudança radical, com cooperação, participação e decisão nos rumos da educação. Sendo assim não será só o filho, o único educando, mas sim toda a família, a comunidade escolar a se voltarem para a escola realizando uma transformação da sociedade.&lt;br /&gt;Conselho escolar, a escola em todos os níveis e modalidades da educação básica tem como função social formar o cidadão, ou seja, construir conhecimentos, atitudes e valores que tornem o estudante solidário, crítico, ético e participativo. Por isso nossa escola que atualmente está baseando-se numa linha democrática participativa, onde todos os cidadãos, como sujeitos históricos conscientes, lutam pelos seus direitos legais, acompanham e controlam socialmente a execução desses direitos.&lt;br /&gt;Para ocorrer essa democratização participativa pensamos na implantação dos Conselhos Escolares, com a intenção de toda a comunidade escolar participar e fazer valer seus direitos e deveres, democraticamente discutidos e definidos. Percebe-se que os Conselhos Escolares possuem papel decisivo na democratização da educação e da escola, pois reúnem diretores, professores, funcionários, estudantes, pais e outros representantes da comunidade para discutir, definir e acompanhar o desenvolvimento do projeto político-pedagógico da escola, que deve ser debatido e analisado dentro do contexto.&lt;br /&gt;Conselho Admistrativo e Pedagógico CAP é um conselho que apóia a direção, supervisão, professores, alunos e funcionários da escola. Ajuda nas decisões administrativas e pedagógicas, podendo atuar paralelamente com a direção. É um órgão consultivo e dependendo do problema pode interferir.&lt;br /&gt;Grêmio Estudantil: Diante da proposta pedagógica da escola que valoriza o aluno como um todo, o grêmio estudantil estimula a colaboração, a autonomia e a solidariedade dentro desta e na comunidade, já que todos estão participando da criação de uma cidadania ativa, consciente e responsável. Neste ano ocorreu a primeira eleição do Gremio Estudantil em nossa escola, onde os alunos participaram de palestras, reuniões agendadas por eles, bem como com a (ULE). No próximo ano terá outra eleição os alunos já estão montando as chapas, eles parecem bem mais participativos e autônomos.&lt;br /&gt;Conselho de Classe Participativo a necessidade de se ter um conselho de classe participativo reforça-se quando se percebe que ainda existem escolas que os pais têm pouca oportunidade de encontrar os professores para participar, opinar, sugerir e ajudar nas decisões e estar por dentro da vida escolar de seu filho. E principalmente, acabar com o mito de que o conselho de classe era uma reunião de portas fechadas para falar dos alunos.&lt;br /&gt;Com esta intenção nossa escola está gradativamente abrindo o conselho de classe para todos os educandos e pais, para poder buscar assim, uma maior participação da comunidade escolar e uma melhor produtividade destas reuniões. Pois o objetivo do conselho é promover a participação dos pais na escola, abrir espaço para que o diálogo entre escola e família aconteça.&lt;br /&gt;É muito importante para a escola a presença dos pais no conselho, pois permite um melhor acompanhamento do filho, o conhecimento do trabalho dos professores, da situação do aluno e principalmente, porque é uma forma de integrá-los em outras atividades. Os pais quando trazidos para a escola ficam tímidos, porém quando tem uma boa receptividade por parte dos docentes conseguem falar de forma espontânea.&lt;br /&gt;Estamos construindo uma escola democrática, sabemos que estamos dando nossos primeiros passos rumo a uma nova escola onde a tomada de decisão é descentralizada e participativa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1576576840455235341?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1576576840455235341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1576576840455235341' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1576576840455235341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1576576840455235341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/vnculo-ao-tpico-quais-so-os-elementos.html' title='Vínculo ao Tópico: Quais são os elementos fundamentais à gestão democrática escolar'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8677956185374509847</id><published>2008-11-16T16:00:00.000-08:00</published><updated>2008-11-16T16:01:25.020-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola Cultura e Sociedade'/><title type='text'>Semana : 13 e 14- Enfoque temático: Educação: políticas públicas e desigualdade no Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“No Brasil, mais que em outros países do Sul, a escola constitui um produto social desigualmente distribuído. Seu acesso é modulado não apenas por múltiplos padrões distintivos (categoria socioeconômica, sexo, etnicidade, local de residência…), como também pelo tipo de rede escolar freqüentado (pública, particular). Este artigo analisa a constituição histórica e progressiva de uma escolarização em várias velocidades. O discurso político republicano, que insiste sobre a função homogeneizadora e igualitária da escola que socializa em comum e fabrica cidadãos iguais, foi se esvaziando progressivamente de sua substância. A heterogeneidade provocada pela atual fragmentação do sistema escolar brasileiro em várias redes reproduz, acentuando-as, as desigualdades sociais e compromete de modo durável o desenvolvimento econômico e social desse país”. (Akkari, 2001)&lt;br /&gt;Hoje as escolas privadas oferecem desde a Educação Infantil, um currículo com atividades e disciplinas que não temos em nossas escolas como por exemplo língua estrangeira. Nas escolas estaduais e municipais os alunos só aprenderão na quinta-série, ficando em desvantagem. Sabemos também que existe uma cobrança maior no que se refere a qualidade no ensino, os professores não qualificados são demitidos, eles procuram estar sempre em cursos de formação continuada, possuem graduação ( concluída ou em curso), fazem Pós graduação e Mestrado, estão sempre em constante formação. E o que vemos em nossas escolas ( estaduais principalmente), professores estaguinados, muitos só com o curso do magistério, como são concursados não correm o risco de perderem seus empregos. O baixo salário é um dos fatores que faz com que os professores fiquem desestimulados a continuarem na profissão.&lt;br /&gt;“Liberados da função reguladora do Estado, os consumidores da educação correm o risco de descobrir tardiamente que a mão invisível do mercado não pode ser culpada pelos defeitos e fracassos da privatização, simplesmente, porque ela não pode ser localizada. Os espaços públicos democráticos que a podem denunciar não existem e não podem ser acionados por falta de mobilização popular suficiente. Quando as noções de qualidade (de falta de qualidade, no caso da escola pública!), e até de qualidade total substituem os conceitos de desigualdade estrutural e de injustiça social no debate, a reprodução das desigualdades sociais por um sistema educativo de várias redes encontra-se amplamente facilitada e praticamente legitimada. A falta de qualidade do ensino público é apresentada de maneira recorrente para explicar as dificuldades da rede pública brasileira. Ora, a falta de qualidade de uma organização é freqüentemente explicada pela falta de qualidade de seus atores: alunos, docentes, administradores e pais. As falhas são assim atribuídas às inaptidões individuais. As determinantes sociais e culturais são completamente evacuadas.”( Akkari, pág 174-2001)&lt;br /&gt;Nas nas escolas estaduais, há falta e troca de professores em todas as disciplinas, paralisações dos professores, os alunos ficam de desvantagens na aprendizagem escolar como pode ele concorrer com um aluno de escola particular?&lt;br /&gt;“Os Estados, as regiões e os indivíduos favorecidos devem participar de uma maneira ou de outra da educação dos mais pobres. Essa solidariedade é uma condição necessária para começar a se falar em cidadania. Mais do que nunca, o Estado deve estar presente na organização do sistema de educação. Não se trata de implementar mais dirigismo burocrático, mas de balizar uma verdadeira solidariedade cidadã”. (Akkari, pág 186-2001)&lt;br /&gt;No município em que trabalho é oferecido um auxílio universidade e cursos de formação, para que os profissionais estejam em constante atualização. Em minha escola a coordenadora pedagógica auxilia o professor a criar estratégias para trabalhar com alunos com dificuldades na aprendizagem, planejamento. Oferecemos no contra-turno aulas de estudos de recuperação, temos um laboratório de informática, biblioteca, projeto de artes. Hoje em nossa escola há um índice baixo de reprovação e evasão escolar.&lt;br /&gt;É urgente uma reformulação das políticas educacionais, é preciso mais investimento em educação, sair do papel e ser colocado em prática. Sabemos que os profissionais em educação encontram-se anos nessa caminhada em busca de uma melhor qualidade de trabalho, de um salário digno, mais cursos de formação continuada ( o estado oferece poucos cursos gratuitos).&lt;br /&gt;“Contudo, não é pertinente deixar a mão invisível do mercado substituir- se aos poderes públicos. O Estado deve, portanto, ser o verdadeiro regulador e garante do conjunto do sistema educativo. Assim, é vão empreender uma reforma da rede pública sem fixar novas regras do jogo para o privado ou sem uma reflexão sobre a educação informal e a formação profissional”. (Akkari pág 186-2001)&lt;br /&gt;Referência Bibliográfica:&lt;br /&gt;AKKARI, A. J. &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0101-73302001000100010&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso" target="_blank"&gt;Desigualdades educativas estruturais no Brasil: entre Estado, privatização e descentralização&lt;/a&gt;. In Educação e Sociedade, ano XXII, n.74, abril 2001. p. 163 – 189.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8677956185374509847?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8677956185374509847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8677956185374509847' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8677956185374509847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8677956185374509847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/semana-13-e-14-enfoque-temtico-educao.html' title='Semana : 13 e 14- Enfoque temático: Educação: políticas públicas e desigualdade no Brasil'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-5020137657581524820</id><published>2008-11-11T05:46:00.000-08:00</published><updated>2008-11-11T05:48:42.228-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Seminário Integrador V'/><title type='text'>Reflexão Individual sobre o trabalho com Projetos</title><content type='html'>Nosso projeto de pesquisa no começo estava parado, não tínhamos idéia por onde começar, só depois que tivemos a aula presencial que compreendemos melhor a proposta. Pensávamos que éramos para elaborar um projeto para ser trabalhado com os alunos. Nossa o mapa conceitual foi super difícil de trabalhar, também como é difícil organizar os horários dos encontros. Mas foi bom trabalhar com o meu grupo todas se empenharam, contribuíram acredito que crescemos muito, pois aprendemos umas com as outras. O trabalho em grupo torna-se rico pelo fato de todos os integrantes interagirem e trocarem informações. Cada um tem um modo de pensar, e quando juntos colocamos essas formas diferentes de pensar, o trabalho terá um pouquinho de cada integrante, ficando mais detalhado e completo. Tudo que começa é difícil pelo fato de não termos vivenciado. Esse primeiro projeto pelo que percebi nos fóruns foi difícil para todas, pois nunca havíamos feito, porém agora que compreendemos melhor a proposta o próximo projeto terá um novo rumo. O trabalho em grupo, em situações de aprendizagem, não deve ser visto apenas como uma maneira de dividir tarefas, mas sim favorecer as aprendizagens de cada indivíduo a partir do trabalho coletivo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-5020137657581524820?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/5020137657581524820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=5020137657581524820' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5020137657581524820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5020137657581524820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/reflexo-individual-sobre-o-trabalho-com.html' title='Reflexão Individual sobre o trabalho com Projetos'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8598550540622814333</id><published>2008-11-02T15:29:00.000-08:00</published><updated>2008-11-02T15:37:31.713-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia da vida adulta'/><title type='text'>Projeto de psicologia/ Tema: Adulto Jovem: Intimidade x Isolamento</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Grupo: Ceres, Patrícia Ferreira e Thais&lt;br /&gt;&lt;a name="displaycontent"&gt;&lt;/a&gt;Síntese Conclusiva do Grupo:&lt;br /&gt;Segundo Erickson, desenvolver relacionamentos íntimos é uma tarefa crucial para um adulto jovem, onde, tradicionalmente é neste período que as pessoas formam relacionamentos que podem se estender pela maior parte de suas vidas, baseados em amizade, amor, sexualidade e intimidade. Nesta fase é comum uma necessidade de se pertencer, firmar um relacionamento estável, íntimo e amoroso, motivando o comportamento humano, a qual afeta a mente, o corpo e o estado de espírito.&lt;br /&gt;Mas nem sempre nesta fase da vida podemos encontrar esta estabilidade nos relacionamentos afetivos, o que acabam desencadeando conflitos, instabilidade emocional e comportamental no adulto jovem de hoje. Os fatores que levam a isso são os mais diversos.&lt;br /&gt;Com o passar dos anos nossa cultura, sociedade, economia e valores modificaram-se muito. O jovem, que antigamente era considerado adulto no momento que necessitava relacionar-se, assumindo compromisso, adquirindo uma postura de chefe de família, para então ser independente e responsável pelos próprios atos, hoje se vê mais a necessidade material, cultural e a comodidade emocional, como um escape para o amadurecimento. A própria sociedade e mudanças de valores, perpetuaram essa modificação, o jovem de antes que para ter intimidade sexual, necessitava de instituir uma família, hoje, já não precisa mais disto para fazê-lo. A cultura, a cobrança social diminuiu de tamanha forma, que o jovem não necessita mais se se apegar emocionalmente para ter relação sexual. Essa facilidade evoluiu tanto, que acarretou outros problemas graves para essa fase e também na fase da adolescência, já que aumentaram os casos de gravidez precoce, doenças sexualmente transmissíveis, mudanças de comportamento, instabilidade e irresponsabilidade financeira, emocional e falta de vontade de estabelecer-se como independente. É comum hoje, vermos pais morando com filhos de trinta anos, que ainda inseguros, não conseguem assumir suas próprias vidas, ou jovens de 20 anos que já tem um ou mais filhos e que ainda moram com seus pais por não conseguirem criarem estes, por falta de independência financeira, ou emocional. Ou seja, o jovem de hoje diminuiu e muito sua necessidade de independência, talvez, pela própria falta de cobrança da sociedade e por falta de amadurecimento.&lt;br /&gt;O que também acarretou muito esta mudança desenfreada de personalidade do adulto jovem foi a mídia. Ela impõe padrões, desperta desejo e busca desde a adolescência uma “cultuação” com o corpo, consumismo e preconceitos baseados em moldes sociais, que refletem muito na personalidade de nossos jovens. Adolescentes que a cada dia amadurecem mais cedo serão, aqueles adultos jovens, que não concluirão por inteiro suas etapas em sua fase. Jovens bulêmicas, que apenas pensam em satisfazer uma aquisição de um padrão estético perfeito, jovens que começam a trabalhar desde cedo, sem preocupação de adquirir uma posição na sociedade, mas apenas ter condições de financiar uma estética, padrão de beleza e de moda. Ou aquelas que tiveram que exercem a função de mães e chefes de família, devido a falta de responsabilidade ou de amadurecimento emocional, exemplificam bem esta mudança.&lt;br /&gt;Outro fator que tem mostrado muitos aspectos que desencadearam mudanças bruscas na personalidade dos adultos jovens é o uso de drogas, álcool e direção perigosa. O desejo de mostrar uma posição de força e capacidade incondicional, que levam apenas a uma triste realidade, muitas vezes sem volta. O fato é que sem rumo em sua vida, sem conseguir suprir seus desejos íntimos de estabilidade emocional, afetivo e sexual, o jovem transfere impulsos para outros mecanismos, como uma forma de defesa e de estornar estes desejos reprimidos.&lt;br /&gt;Não é que o jovem de hoje, não possua mais aquela personalidade de necessitar de intimidade e estabilidade emocional, mas sim a sociedade colocou obstáculos para que ele consiga suprir suas necessidades. As cobranças são variáveis, desde da parte econômica, onde o jovem precisa trabalhar para ajudar os pais e não consegue adquirir sua própria independência, devido a falta de condições e estabilidades sociais em que vivemos, ou trabalha desde cedo, mas apenas consegue manter o padrão imposto pela sociedade capitalista e consumista a qual estamos submetidos, não conseguindo estabilizar-se entre a independência e a responsabilidade econômica, precisando ainda do apoio da família para ampará-lo materialmente.&lt;br /&gt;A visão sobre relação afetiva também sofreu mudanças de classificação na sociedade. A desvalorização do casamento, da família, a liberdade sexual, fez com que o jovem perdesse a motivação e o desejo em valorizar seus sentimentos, deixando-os de lado e tornando-se mais superficial. Para suprir, ele colocou em seu lugar os padrões impostos pela sociedade, aonde vão desde a valorização profissional, material, social, sexual, até mesmo o desprendimento entre a razão e a ousadia, que o levam a atos muito mais perigosos para sua saúde e vida.&lt;br /&gt;O fato é que o jovem de hoje, é um reflexo da nossa sociedade. Ele está reprimindo seus desejos, para atender os padrões sociais. Os adolescentes estão amadurecendo mais cedo, mas nossos adultos estão amadurecendo mais tarde, como uma forma de resgate das fases que foram deixadas de lado na adolescência. O jovem tem deixado de lado o desejo de intimidade e de estabilidade de relação emocional, não por não querer, mas pelo não conseguir, devido às cobranças impostas pela sociedade. O reflexo disso tem desencadeado muitos transtornos em sua personalidade, em sua conduta, criando uma postura diferenciada do que de fato ele deveria possuir conforme a fase em que está estabelecido.&lt;br /&gt;Acredita-se que para que o jovem consiga deixar o isolamento em que vem estado devido à falta de estabilidade emocional, seria isto possível através uma revisão da sociedade da valorização de princípios éticos e morais. Uma valorização da figura humana, onde se estabeleça a necessidade física em primeiro lugar, deixando as estética e cultura em segundo plano. Uma aproximação do que de fato é necessário para que o ser humano seja feliz emocionalmente, este conseguindo expor desejos, não os deixando reprimidos por medo de preconceito ou desrespeito social.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-8598550540622814333?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/8598550540622814333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=8598550540622814333' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8598550540622814333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/8598550540622814333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/projeto-de-psicologia-tema-adulto-jovem.html' title='Projeto de psicologia/ Tema: Adulto Jovem: Intimidade x Isolamento'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-2082282188855369883</id><published>2008-11-02T15:14:00.000-08:00</published><updated>2008-11-02T15:22:57.357-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Seminário Integrador V'/><title type='text'>Trabalho em grupo</title><content type='html'>No início estávamos perdidas, não sabíamos por onde começar... Demorou para o grupo engrenar. Depois que tivemos a primeira aula presencial, o trabalho foi criando forma, tiramos as dúvidas, o grupo começou a participar ativamente  no projeto, trocamos e-mail, falamos no Msn, nos encontramos no Polo.  O trabalho foi concluido. É bastante difícil a comunicação quando o grupo é formado por vários integrantes, porém fica com mais dados e informações pois são várias pesquisando o mesmo assunto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-2082282188855369883?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/2082282188855369883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=2082282188855369883' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2082282188855369883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2082282188855369883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/trabalho-em-grupo.html' title='Trabalho em grupo'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-3915415748021025459</id><published>2008-11-02T15:12:00.000-08:00</published><updated>2008-11-02T15:14:26.590-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Seminário Integrador V'/><title type='text'>Projeto de Aprendizagem</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Questões Iniciais:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="wikipage-inner4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Que atitudes pode ter o homem para amenizar o efeito estufa?&lt;br /&gt;Quais as conseqüências do efeito estufa no nosso planeta?&lt;br /&gt;Quais as principais conseqüências do aquecimento global?&lt;br /&gt;Gostaria de saber, aprender mais sobre o meio ambiente: quais são os efeitos do aquecimento global? o que podemos fazer para minimizar esses efeitos?&lt;br /&gt;Questão de Investigação:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="wikipage-inner8"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O que é o efeito estufa e o que se pode fazer para amenizá-lo?&lt;br /&gt;CERTEZAS PROVISÓRIAS:&lt;br /&gt;1)Com o aumento da população, aumentará a produção de carros, aumentando os gases poluentes.&lt;br /&gt;2)O aquecimento global é o aumento da temperatura terrestre.&lt;br /&gt;3)Está modificando o ciclo da natureza ( calor de 30 graus em pleno inverno, desastres ambientais, etc.)&lt;br /&gt;4)Estão aumentando as doenças respiratórias.&lt;br /&gt;5)O efeito estufa natural é necessário para termos vida na terra.&lt;br /&gt;DÚVIDAS TEMPORÁRIAS:&lt;br /&gt;1)Que outras doenças, além de doenças respiratórias, traz para a saúde a emissão destes gases que aumentam o efeito estufa?&lt;br /&gt;2)É possível amenizar e reverter o efeito estufa?&lt;br /&gt;3)O efeito estufa é tão grave quanto a mídia nos informa?&lt;br /&gt;4)Quais os danos para o homem, se continuar o aumento gradual da temperatura global?&lt;br /&gt;5)Quais os efeitos deste aquecimento para as geleiras?&lt;br /&gt;6)Quais as conseqüências do efeito estufa, para a fauna e a flora?&lt;br /&gt;7) Que gases aumentam o efeito estufa?&lt;br /&gt;8)Quais são os poluentes atmosféricos?&lt;br /&gt;9) O nosso país está fazendo alguma coisa para amenizar o efeito estufa?&lt;br /&gt;Concluindo o Trabalho sobre Efeito Estufa:&lt;br /&gt;Ao contrário do que se pensa, o efeito estufa acontece para preservar o planeta. É a forma que a Terra tem de manter sua temperatura constante. Desta forma é possível a vida na terra. O problema é que, ao lançar muitos gases do efeito estufa(GEEs) na atmosfera, o planeta se torna quente cada vez mais, podendo levar à extinção da vida na Terra. Cerca de 35% da radiação que recebemos é refletida para o espaço, ficando os outros 65% retidos na Terra. Efeito estufa é retenção de calor no planeta devido à concentração de gases como o dióxido de carbono, metano, óxidos de azoto e ozônio. O que causa danos ao meio ambiente é quando há intensificação desses gases, causada por ações da natureza e agravadas pelo homem. Boa parte dos gases que impedem a dispersão dos raios solares vem da queima de combustíveis fósseis (carvão, petróleo e derivados) ou de florestas ( ao desmatar, muitas pessoas queimam a madeira que não tem valor comercial. O gás carbônico (CO2) contido na fumaça sobe para a atmosfera e se acumula a outros gases aumentando o efeito estufa. No Brasil, 75% das emissões são provenientes do desmatamento). Contudo, a própria natureza libera esses agentes, como o metano (CH4), que é proveniente da decomposição animal ou vegetal.&lt;br /&gt;Nos últimos 150 anos, o ser humano descobriu como trabalhar com a ajuda das máquinas, como o automóvel e as caldeiras nas indústrias. Para fazer as máquinas funcionarem, começou a extrair carvão e petróleo para transformá-los em combustíveis. Acontece que a queima dos combustíveis provoca a emissão de gases poluentes em excesso. Nos últimos anos, a concentração de gás carbônico na atmosfera vem aumentando rapidamente. Quando um automóvel queima gasolina, um dos principais gases que saem do escapamento é o gás carbônico, que aumenta o efeito estufa natural do nosso planeta. Das chaminés das fábricas também são emitido gás carbônico, derivado da queima de combustíveis fósseis como o carvão, gás natural e petróleo.&lt;br /&gt;Os setores industriais com uso mais intensivo de energia são os de produção de aço e ferro, a indústria química e de fertilizantes, produção de alumínio, fundição de metais, refinamento de petróleo, minerais, celulose e papel, os quais respondem por, aproximadamente, 85% do total das emissões de gás carbônico no mundo. Muitas indústrias já fazem uso de tcnologias modernas para a redução de emissões  de poluentes, entre eles, os gases de efeito estufa. entretanto, ainda existem indústrias antigas que necessitam aprimorar seu processo de eficiência energética.&lt;br /&gt;Outro gás de efeito estufa é o metano, emitido por vacas e bois em seu processo digestivo. Como o planeta é responsável por um grande consumo de alimentos derivados destes animais, a emissão destes gases fica quase que inevitável. O metano também está presente nos pântanos e áreas alagadas, por isso o cultivo do arroz também é responsável por uma grande quantidade de liberação deste gás. Na agricultura percebe-se uma grande quantidade de liberação de gases de efeito estufa, principalmente quando adiciona-se fertilizantes para aumentar a produção. Nestes fertilizantes encontramos grande quantidade de nitrogênio, que acabam liberando gases nitrosos, que é outro gás de efeito estufa. As queimadas são outra fonte responsável de liberação de gás de efeito estufa, por isso o Brasil deve se esforçar ao máximo pela preservação da Floresta Amazônica, ou pelo que ainda restou dela, com isso além de preservarmos uma grande fonte de riquezas naturais, também vamos estar diminuindo a quantidade de gases em nossa atmosfera. DE 2004 a 2006, observou-se uma queda acentuada da taxa de desmatamento na Amazônia, de mais de 50% correspondendo a uma redução de quase meio milhão de toneladas de dióxido de carbono (CO2), gás que é o principal responsável pelo aquecimento global do planeta. Segundo informações do MMA, a redução do desmatamento evitou, nesse período, a emissão de cerca de 430 milhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera. A diminuição do desmatamento na Amazônia Legal permitiu que o Brasil ficasse em oitavo lugar na lista dos países que mais lutam contra as mudanças climáticas, entre as 56 nações mais poluentes do planeta.&lt;br /&gt;O fato é que a principal causa do aumento do efeito estufa é o alto consumo de produtos industrializados, o uso inadequado de máquinas, veículos e outros mecanismo que funcionam a base de combustíveis fósseis e a depredação de nossa natureza. É importante que a humanidade reduza a emissão destes gases de efeito estufa rapidamente, para que possamos utilizar os recursos naturais de nosso planeta de uma forma sustentável, ou seja, gerando benefícios para nossas vidas e não visando apenas o capitalismo, como é o que vem ocorrendo. Para isso é necessário que utilizemos mais energia proveniente da radiação solar e aeólica, que não produzem tantos gases nocivos. Os biocombustíveis também são uma forma de diminuir a emissão de gases de efeito estufa. Mas a produção de tudo que consumimos é proveniente de energia. Esse consumo em geral é necessário que seja diminuido de um modo significativo, para que assim tenhamos uma diminuição considerável. O setor energético é responsável por 23% de emissões de CO2 no Brasil. O fato é que devemos nos conscientizar que é necessário para a vida de nosso planeta a diminuição do consumo excessivo e desnecessário.&lt;br /&gt;Cuidar da saúde de nosso planeta é preservar o meio ambiente de um modo sadio e utilizar energia e recursos naturais de uma maneira inteligente e consciente. Cada um de nós pode fazer parte disso com ações simples, como não disperdiçar água, alimentos, produtos gerais de consumo, utilizar de mecanismos voltados a reciclagem,diminuir o desmatamento, incentivar o uso de energias renováveis, melhorar o transporte público, assim é possível iniciarmos uma diminuição considerável. Alguns países preocupados com esse aumento no efeito estufa, reuniram-se formando um acordo, denominado "Protocolo de Kyoto" visando a redução dos cinco gases responsáveis pelo aumento do efeito estufa, além do gás carbônico, que são: metano, óxido nitroso e três gases a base de flúor. A redução firmada neste acordo, seria de 5%, que consistiria na alteração de sistema de transportes,(em todo o mundo o número de veículos automotores individuais cresce a proporções significativas enquanto que os investimentos em transportes públicos de qualidade não acompanham tal tendência. Nesse sentido, a perspectiva de majoração de emissões pelo setor de transporte que utiliza, basicamente , combustíveis fósseis e que já ocupa a segunda posição em termos de emissões globais de gases de Efeito Estufa é preocupante), de uso de energia desnecessária e o consumo abusivo de produtos industrializado e de recursos naturais. O ruim é saber é que nem todos paises estão colaborando com esse acordo, colocando em prática estas ações.&lt;br /&gt;O tempo está passando e a situação está cada vez mais se agravando. Dados têm mostrado que a diminuição proposta pelo acordo internacional, já não é mais suficiente para garantir a segurança do nosso planeta. Isso porque os oceanos já não têm mais conseguido absorver o gás carbônico presente em nossa atmosfera e o solo ainda tem liberado mais e mais.  Com isso a previsão para nosso futuro é de possíveis impactos ambientais e climáticos, como o aumento da temperatura média em nosso planeta em cerca de três à sete graus centígrados. Aumento das chuvas, o descongelamento das geleiras, sem contar nas mudanças em fenômenos naturais. Se observarmos ao nosso redor já vamos identificar essas mudanças climáticas, desde a mudança das características das estações do ano, até desastres ambientais que vêm ocorrendo ao nosso redor, como são os casos dos alagamentos, tempestades de neve e estiagens longas. Uma das piores conseqüências previstas no longo prazo é a expansão de doenças tropicais - como malária, dengue, febre amarela, cólera, salmoneloses, leishmaniose, leptospirose e infecção por hantavírus - para regiões temperadas, sem contar as doenças respiratórias.&lt;br /&gt;Na saúde os efeitos das mudanças climáticas se farão sentir por três mecanismos distintos que , de alguma forma, implicarão em mudanças nas condições ambientais, afetando as condições sociais, entre elas o sistema de saúde. Os impactos na saúde poderão ocorrer por meio de exposições diretas (desastres e catástrofes naturais); exposições indiretas (alterações na produção de alimentos e na dinâmica de vetores) e rupturas sócio-econômicas.&lt;br /&gt;As conseqüências das mudanças ocorridas no clima poderão alterar o estado de saúde de milhões de pessoas, afetando de forma negativa, principalmente, aquelas com baixa capacidade de adaptação e resposta aos impactos.&lt;br /&gt;No Brasil, podem ser identificados os seguintes efeitos: aumento da desnutrição, com implicações no crescimento e desenvolvimento infantil; aumento de mortes, doenças e ferimentos por causa das ondas de calor, inundações, tempestades, incêndios e secas; aumento das conseqüências negativas da diarréia; aumento da freqüência das doenças cardio-respiratórias em decorrência do aumento da concentração de ozônio na baixa atmosfera; alteração da distribuição espacial de vetores de doenças infecciosas, com aumento da incidência de malária e dengue; aumento da região afetada pela seca bem como a sua intensidade, prejudicando ainda mais a disponibilidade hídrica; aumento do risco de fome, já que a produção de alimentos poderá ser significativamente prejudicada.&lt;br /&gt;O sistema climático e os recursos hídricos estão complexamente interconectados, de modo que, a alteração em um dos sistemas implica modificação no outro. Estudos realizados demonstram que a demanda por água tende a aumentar enquanto a disponibilidade hídrica, principalmente nas regiões de baixas latitudes, tende a diminuir.&lt;br /&gt;Mostram ainda, que, com vazões mais baixas e temperaturas da água mais elevadas, os efeitos da poluição, nos corpos hídricos, serão intensificados, reduzindo ainda mais a disponibilidade hídrica.&lt;br /&gt;Com a alteração da temperatura atmosférica e oceânica, está prevista a potencialização dos eventos hidrológicos críticos, como chuvas mais intensas em determinadas regiões e secas mais prolongadas em áreas já castigadas pela escassez hídrica. As populações mais atingidas pelas variações climáticas, serão as de menor renda e nível educacional. Segundo o IPPC, um aumento de 3,5%C na temperatura pode levar a uma perda de 30% de áreas úmidas co9steiras, como pântanos, além de afetar milhões de pessoas por enchente e inundações. A implantação de medidas  às mudanças climáticas nas áreas urbanas é essencial para garantir a qualidade de vida, para as presente e próximas gerações, tendo em vista a crescente aglomeração urbana. As variações climáticas devem ser consideradas no planejamento urbano, permitindo prever e evitar a convergência de zonas habitadas com áreas que apresentem riscos como o de deslizamentos.&lt;br /&gt;As mudanças climáticas, principalmente pelos aumentos de temperatura, já estão afetando e podem causar impactos bastante intensos nos ecossistemas naturais, causando a destruição ou a degradação do habitat e a perda permanente da produtividade, ameaçando tanto a biodiversidade como o bem estar humano. Em relação aos ecossistemas naturais, os dados do 4º relatório de avaliação do IPCC projetam que até meados do século, os aumentos de temperatura e as correspondentes reduções da água no solo, devem fazer com que porções da floresta tropical na Amazônia se tornem área de cerrado, um processo conhecido como “savanização”, no leste da Amazônia.  Além da Amazônia, outros ecossistemas como o Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga poderiam ser comprometidos devido ao aumento das temperaturas e mudanças nos regimes de chuvas, tanto em volume como em distribuição. No caso da Caatinga, por exemplo, num cenário pessimista, o clima poderia mudar de semi-árido para árido e a Caatinga seria substituída por um tipo de semi deserto com vegetação do tipo cactácea. A Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro, e abriga uma flora e fauna únicas, com muitas espécies endêmicas. Há um risco de perda significativa de biodiversidade por causa da extinção de espécies. Contudo nosso grupo chegou a conclusão que esse problema é serio, estamos vivenciando uma crise ambiental nunca vista na história e terá conseqüências desastrosas para o nosso futuro, a única saída é conscientização urgente por parte não apenas das autoridades, mas da população mundial em geral, uma alteração profunda nos modos de produção e consumo, mudando os padrões sobre os quais se estruturam as relações econômicas, sociais, ambientais, culturais, éticas e outras para que possamos construir e vivenciar sociedades sustentáveis. O futuro do planeta corre um grande risco!&lt;br /&gt;A industrialização acelerada e a emissão de poluentes no ar são os grandes vilões da liberação de gases como o dióxido de carbono (CO2), o óxido nitroso (N2O) e compostos de clorofluorcarbono (CFC), e o conseqüente aumento de suas concentrações na atmosfera. Apesar disso, o desmatamento de florestas também compromete a dissipação de calor, pois as árvores absorvem dióxido de carbono.&lt;br /&gt;O derretimento das camadas polares é uma das conseqüências mais preocupantes do fenômeno, já que o agravamento do problema pode elevar o nível do mar e fazer desaparecer as ilhas e terrenos de baixa altitude. Outros prejuízos são as alterações climáticas, que provocam tempestades ou estiagens. Cientistas afirmam que, em alguns séculos, o efeito estufa pode mudar a vida no planeta.&lt;br /&gt;De acordo com um levantamento realizado pela Noaa (Administração Nacional dos Oceanos e da Atmosfera, na sigla em inglês), órgão do governo americano, a emissão de gases de efeito estufa aumentou cerca de 1,25% no mundo entre 2004 e 2005.&lt;br /&gt;O problema do aumento dos gases estufa e sua influência no aquecimento global, tem colocado em confronto forças sociais que não permitem que se trate deste assunto do ponto de vista estritamente científico. Alinham-se, de um lado, os defensores das causas antropogênicas como principais responsáveis pelo aquecimento acelerado do planeta.&lt;br /&gt;A primeira conseqüência do desmatamento é a destruição da biodiversidade, como resultado da diminuição ou, muitas vezes, da extinção de espécies vegetais eanimais. As florestas tropicais tem uma enorme biodiversidade e um incalculável valor para as futuras gerações. Muitas espécies que podem ser a chave para a cura de doenças, usadas na alimentação ou como novas matérias-primas, são totalmente desconhecidas do homem urbano-industrial e correm o risco de serem destruídas antes mesmo de conhecidas e estudadas. Esse patrimônio genético é bastante conhecido pelas várias nações indígenas que habitam as florestas tropicais, notadamente a Amazônia. Mas essas comunidades nativas também estão sofrendo um processo de genocídio e etnocídio que tem levado à perda de seu patrimônio cultural, dificultando, portanto, o acesso aos seus conhecimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-3915415748021025459?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/3915415748021025459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3915415748021025459' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3915415748021025459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3915415748021025459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/projeto-de-aprendizagem.html' title='Projeto de Aprendizagem'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-3607787988803467216</id><published>2008-11-02T13:15:00.000-08:00</published><updated>2008-11-02T13:16:52.527-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola Cultura e Sociedade'/><title type='text'>Semana : 11 e 12 /Enfoque temático: Trabalho docente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Enfoque temático: Trabalho docente&lt;br /&gt;Entrei para o curso de Pedagogia pois esta profissão sempre me fascinou. O poder que o professor exerce em sua turma, o fascínio, o carinho, a admiração que os alunos demonstram por seu mestre. Estou trabalhando com educação aproximadamente dez anos, a cada ano me deparo com novos desafios, cabeças diferentes, objetivos e metas a serem traçados.&lt;br /&gt;“ Na medida em que um dos objetivos do professor é criar condições que possibilitem a aprendizagem de conhecimentos pelos alunos, num contexto de interação com eles, a gestão da matéria torna-se um verdadeiro desafio pedagógico.” (G.H. Mead 1982).&lt;br /&gt;"O problema principal do trabalho docente consiste em interagir com alunos que são todos diferentes uns dos outros e, ao mesmo tempo, em atingir objetivos próprios a uma organização de massa baseada em padrões gerais". (p. 24).&lt;br /&gt;Concordo, é um desafio planejar e traçar objetivos para uma mesma turma em etapas e desenvolvimento cognitivo diferente, como fazer com que todos aprendam de forma significativa? Como envolve-los pelo o assunto trabalhado? O professor precisa motivar a turma antes de abordar o assunto, pois a motivação desperta a curiosidade o interesse sobre o tema, procurar despertar neles a curiosidade em aprender. Quando o assunto for abordado eles olharão com outros olhos. Precisamos dominar bem a matéria a ser trabalhada, adapta-la conforme a realidade dos alunos para que eles possam ter uma boa compreensão.&lt;br /&gt;A realidade da comunidade onde trabalho é bastante triste e difícil, muitos de meus alunos não realizam refeições básicas diárias, sentem frio, é carente em afeto e atenção, seus pais trabalham muito para ganhar pouco, possuem em média cinco filhos e suas moradias são precárias. Como fazer com que meus alunos queiram vir para a escola e queiram aprender, se lhes faltam o essencial para viver? Procuro motivar meus alunos, fazer com que eles sentem-se acolhidos, queridos, dou liberdade porém cobro limites, trabalhamos com regras e responsabilidades. Muitos pais não procuram saber com o filho esta indo, seus progressos e dificuldades a superar, geralmente são os alunos com baixo rendimento escolar. Procuro fazer o meu melhor, dar boas aulas, dar um atendimento individualizado para que ele possa superar suas dificuldades.&lt;br /&gt;“ O problema principal do trabalho docente consiste em interagir com alunos que são todos diferentes uns dos outros e, ao mesmo tempo, em atingir objetivos próprios a uma organização de massa baseada em padrões gerais. Embora trabalhe em grupos, o professor deve agir sobre os indivíduos”( Messeing et alli, 1995).&lt;br /&gt;Um profissional do ensino, guiado por uma ética do trabalho é confrontado diariamente com problemas para os quais não existem receitas prontas. Trabalhamos com vidas, o que diferencia das outras profissões, aumentando ainda mais nossa responsabilidade em educar com seriedade, preparando este para atuar em uma sociedade competitiva, onde possa exercer seu direito como cidadão atuante e crítico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=5702533990994270364#asterisco"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-3607787988803467216?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/3607787988803467216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3607787988803467216' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3607787988803467216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3607787988803467216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/11/semana-11-e-12-enfoque-temtico-trabalho.html' title='Semana : 11 e 12 /Enfoque temático: Trabalho docente'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-6466244352459936234</id><published>2008-10-26T12:04:00.000-07:00</published><updated>2008-10-26T12:05:36.609-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Organização do Ensino Fundamental'/><title type='text'>Projeto Político Pedagógico e Regimento escolar -Construção de uma escola  pública democrática</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; Qual é o Papel Social da Escola?&lt;br /&gt;A escola é responsável pela promoção do desenvolvimento do cidadão, no sentido pleno da palavra. Então, cabe a ela definir-se pelo tipo de cidadão que deseja formar, de acordo com a sua visão de sociedade. Cabe-lhe também a incumbência de definir as mudanças que julga necessário fazer nessa sociedade, através das mãos do  cidadão que irá formar.&lt;br /&gt;Quando a escola assume a responsabilidade de atuar na transformação e na busca do desenvolvimento social, seus agentes devem empenhar-se na elaboração de&lt;br /&gt;uma proposta para a realização desse objetivo. Essa proposta ganha força na&lt;br /&gt;construção de um projeto político-pedagógico.&lt;br /&gt;Projeto Político-Pedagógico: Para Que Serve e a Quem Serve?&lt;br /&gt;Um projeto político - pedagógico ultrapassa a mera elaboração de planos, que só se prestam a cumprir exigências burocráticas:&lt;br /&gt;"O projeto político-pedagógico busca um rumo, uma direção. É uma ação intencional, com um sentido explícito, com um compromisso definido coletivamente. Por isso, todo projeto pedagógico da escola é, também, um projeto político por estar intimamente articulado ao compromisso sócio - político e com os interesses reais e coletivos da população majoritária.&lt;br /&gt; (...) Na dimensão pedagógica reside a possibilidade da efetivação da&lt;br /&gt;intencionalidade da escola, que é a formação do cidadão participativo, responsável,&lt;br /&gt;compromissado, crítico e criativo. Pedagógico, no sentido de se definir as ações&lt;br /&gt;educativas e as características necessárias às escolas de cumprirem seus propósitos e sua intencionalidade." (Veiga, 1995)&lt;br /&gt;O projeto político-pedagógico é o fruto da interação entre os objetivos e prioridades estabelecidas pela coletividade, que estabelece, através da reflexão, as ações necessárias à construção de uma nova realidade. É, antes de tudo, um trabalho que exige comprometimento de todos os envolvidos no processo educativo: professores, equipe técnica, alunos, seus pais e a comunidade como um todo.&lt;br /&gt;A construção do Plano PPP da nossa escola iniciou em 2002 e todos os anos ele é revisto e modificado. O processo de construção do Projeto Político Pedagógico realizou-se durante as reuniões pedagógicas da escola, ocorridas quinzenalmente, tendo sempre em mente o diagnóstico sobre a realidade da comunidade.  Desde o início do ano letivo as discussões a respeito do assunto fizeram parte desses encontros.&lt;br /&gt;As discussões sobre os eixos que subsidiaram este Projeto foram realizadas de forma coletiva, em vários encontros, com a participação da comunidade escolar. A segunda fase de elaboração do Projeto consistiu na revisão do material realizada por uma comissão de professores.&lt;br /&gt;Nosso objetivo maior esta em proporcionar uma escola que respeite a criança em suas individualidades e ofereça condições para que ela possa ter auto-conhecimento e autonomia.  Nesse sentido, nossa preocupação é com a educação do homem e não apenas da pessoa em situação escolar, numa instituição de ensino.&lt;br /&gt; O aluno passa a ter parte da responsabilidade na sua educação e essa terá como prioridade a criação de condições que facilitem a aprendizagem pessoal. Nosso entendimento é de que o sujeito se constrói num processo contínuo, ligando-se a outras pessoas e grupos, é um ser inacabado que constrói a realidade e por essa é construído. É na interação com a realidade que se dá a sua construção, sempre buscando o convívio possível, a comunicação e o agir em comum, respeitando as diversidades que são características fundamentais da realidade.&lt;br /&gt;No PPP consta todo plano de ação( desempenhado por todos os segmentos da escola)  a ser realizado durante todo o ano letivo. Dados de identificação, Histórico, proposta pedagógica, planejamento por turma, hino da escola, conselho de classe.&lt;br /&gt;O Regimento Escolar é um instrumento fundamental para a organização pedagógica e administrativa em nossas escolas. Nele evidenciam-se o compromisso dos profissionais que vivenciam a realidade escolar e as peculiaridades da rede pública de ensino, colaborando para o êxito do trabalho escolar, com o compromisso de oferecer uma educação que valorize a permanência e a efetivação da aprendizagem do aluno.&lt;br /&gt;Toda organização deve possuir um conjunto de normas e regras que regulem a sua atividade traduzida em um documento que esteja disponível para a consulta de toda a comunidade escolar. O processo de construção do Regimento Escolar propicia o aperfeiçoamento da qualidade da educação, ao definir a responsabilidade de cada um dos segmentos que compõem a instituição escolar, e ao buscar garantir o cumprimento de direitos e deveres da comunidade escolar.&lt;br /&gt;Regimento Escolar é o documento que normatiza o processo de trabalho pedagógico no estabelecimento de ensino.&lt;br /&gt;Identifica a escola porque apresenta seus princípios filosóficos e descreve sua organização didático-pedagógica, administrativa e disciplinar.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-6466244352459936234?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/6466244352459936234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=6466244352459936234' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6466244352459936234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/6466244352459936234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/10/projeto-poltico-pedaggico-e-regimento.html' title='Projeto Político Pedagógico e Regimento escolar -Construção de uma escola  pública democrática'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-4578007087839963119</id><published>2008-10-26T10:07:00.000-07:00</published><updated>2008-10-26T10:09:09.714-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Organização e Gestão da Educação'/><title type='text'>Módulo 4 - Financiamento da Educação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Informativo: Conselho Municipal de Alimentação Escolar  &lt;br /&gt;Nome do Município: São Leopoldo_RS&lt;br /&gt;Nome do Conselho selecionado: Fabiane Bitello (Presidenta do CAE/SL)&lt;br /&gt;Atribuições do Conselho: Deliberativo, fiscalizador, de assessoramento e articulação, vinculado à Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Lazer.&lt;br /&gt; Número de membros que integram o Conselho:São 7 membros titulares e seus respectivos suplentes.&lt;br /&gt; Forma de escolha dos conselheiros:Com exceção dos representantes do Executivo e da Câmara, os demais são eleitos por seus pares através de assembléia específica para tal fim.&lt;br /&gt; Forma como o Conselho divulga os resultados do trabalho para a                comunidade educacional:Bom, o CAE/SL não possui um informativo próprio, logo nossos trabalhos são expostos na página oficial da Prefeitura de São Leopoldo e temos a abertura total de nos dirigirmos diretamente às comunidades escolares de nossa rede municipal.&lt;br /&gt; Valor gasto pelo Município com cada aluno/diariamente:O valor gasto por aluno no ano de 2007, a partir da prestação de contas entregue em fevereiro de 2008, foi de R$ 0,29 para o Programa Nacional de Alimentação Escolar para o Ensino Fundamental (PNAE) e de R$ 0,14 para o Programa Nacional de Alimentação para Creches (PNAC). No ano de 2008, até o momento, está sendo aplicado R$ 0,22 tanto no PNAE quanto pelo PNAC.&lt;br /&gt; Número de alunos atendidos pelo programa da merenda escolar em São Leopoldo:No ano de 2007, a partir da prestação de contas supracitada, foram atendidos pelo PNAC mensalmente 21.854 alunos e pelo PNAE 498 alunos da Educação Infantil.&lt;br /&gt; Qualidade da merenda:A alimentação servida aos nossos alunos da rede municipal é ótima, pois temos um setor específico dentro da Smed que faz todo o acompanhamento junto às escolas municipais, fazendo um trabalho diário de valor nutricional, cursos de formação aos trabalhadores em educação não docentes deste setor escolar. A alimentação servida é composta por vegetais, carnes, legumes e demais nutrientes necessários ao bom desenvolvimento de cada criança e/ou adolescente.&lt;br /&gt;Maneira como são adquiridos os alimentos:Todos os alimentos passam por um processo de degustação feito pelo CAE + Comissão Julgadora (que é composta pela Smed + trabalhadores em educação não docentes + equipes diretivas), onde analisamos todas as características de cada produto que será consumido: embalagem, dados desta e valores nutricionais, bem como o cheiro, cor, sabor, entre outros. Após este processo, todos os produtos aprovados passam por licitação para serem adquiridos.&lt;br /&gt;          Alimentação Escolar o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), implantado em 1955, garante, por meio da transferência de recursos financeiros, a alimentação escolar dos alunos da educação infantil (creches e pré-escola) e do ensino fundamental, inclusive das escolas indígenas, matriculados em escolas públicas e filantrópicas. Seu objetivo é atender as necessidades nutricionais dos alunos durante sua permanência em sala de aula, contribuindo para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem e o rendimento escolar dos estudantes, bem como promover a formação de hábitos alimentares saudáveis.&lt;br /&gt;O Pnae tem caráter suplementar, como prevê o artigo 208, incisos IV e VII, da Constituição Federal, quando coloca que o dever do Estado (ou seja, das três esferas governamentais: União, estados e municípios) com a educação é efetivado mediante a garantia de "atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade" (inciso IV) e "atendimento ao educando no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde" (inciso VII).&lt;br /&gt;Atualmente, o valor repassado pela União, por dia letivo, é de R$ 0,22 por aluno de creches públicas e filantrópicas, de R$ 0,22 por estudante do ensino fundamental e da pré-escola. Para os alunos das escolas indígenas e localizadas em comunidades quilombolas, o valor per capita é de R$ 0,44. Os recursos destinam-se à compra de alimentos pelas secretarias de Educação dos estados e do Distrito Federal e pelos municípios.&lt;br /&gt;O repasse é feito diretamente aos estados e municípios, com base no censo escolar realizado no ano anterior ao do atendimento. O programa é acompanhado e fiscalizado diretamente pela sociedade, por meio dos Conselhos de Alimentação Escolar (CAEs), pelo FNDE, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Secretaria Federal de Controle Interno (SFCI) e pelo Ministério Público. O orçamento do programa previsto para 2008 é de R$ 1,6 bilhão para atender 36 milhões de alunos.&lt;br /&gt;  Funcionamento: Os recursos financeiros provêm do Tesouro Nacional e estão assegurados no Orçamento da União. O FNDE transfere a verba às entidades executoras (estados, Distrito Federal e municípios) em contas correntes específicas abertas pelo próprio FNDE, sem necessidade de celebração de convênio, ajuste, acordo, contrato ou qualquer outro instrumento. As entidades executoras (EE) têm autonomia para administrar o dinheiro e compete a elas a complementação financeira para a melhoria do cardápio escolar, conforme estabelece a Constituição Federal.&lt;br /&gt;A transferência é feita em dez parcelas mensais, a partir do mês de fevereiro, para a cobertura de 200 dias letivos. Cada parcela corresponde a vinte dias de aula. Do total, 70% dos recursos são destinados à compra de produtos alimentícios básicos, ou seja, semi-elaborados e in natura. O valor a ser repassado para a entidade executora é calculado da seguinte forma: TR = Número de alunos x Número de dias x Valor per capita, onde TR é o total de recursos a serem recebidos.&lt;br /&gt;A escola beneficiária precisa estar cadastrada no censo escolar realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC). Já a escola filantrópica necessita comprovar no censo escolar o número do Registro e do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos, emitidos pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), bem como declarar o interesse em oferecer alimentação escolar com recursos federais aos alunos matriculados.&lt;br /&gt;O cardápio escolar, sob responsabilidade dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, deve ser elaborado por nutricionista habilitado, com o acompanhamento do CAE, e ser programado de modo a suprir, no mínimo, 30% (trinta por cento) das necessidades nutricionais diárias dos alunos das creches e escolas indígenas e das localizadas em áreas remanescentes de quilombos, e 15% (quinze por cento) para os demais alunos matriculados em creches, pré-escolas e escolas do ensino fundamental, respeitando os hábitos alimentares e a vocação agrícola da comunidade. Sempre que houver a inclusão de um novo produto no cardápio, é indispensável a aplicação de testes de aceitabilidade. A aquisição dos gêneros alimentícios é de responsabilidade dos estados e municípios, que devem obedecer a todos os critérios estabelecidos na Lei nº 8.666, de 21/06/93, e suas alterações, que tratam de licitações e contratos na administração pública.&lt;br /&gt;Parceiros e competências: FNDE - É responsável pela assistência financeira em caráter complementar, normatização, coordenação, acompanhamento, monitoramento e fiscalização da execução do programa, além da avaliação da sua efetividade e eficácia.&lt;br /&gt;Entidades executoras (EE) - Secretarias de Educação dos estados e do Distrito Federal, prefeituras municipais e escolas federais, que são responsáveis pelo recebimento e pela execução dos recursos financeiros transferidos pelo FNDE. Secretarias de Educação dos estados e do Distrito Federal - Atendem as escolas públicas estaduais e do Distrito Federal, respectivamente. Prefeituras municipais - Atendem as escolas públicas municipais, as mantidas por entidades filantrópicas e as da rede estadual, quando expressamente delegadas pelas secretarias estaduais de Educação.&lt;br /&gt;Escolas federais - Quando optam por receber diretamente os recursos, que podem ser incluídos no repasse destinado às prefeituras das respectivas cidades. Conselho de Alimentação Escolar (CAE) - Colegiado deliberativo e autônomo composto por representantes do Executivo, do Legislativo e da sociedade, professores e pais de alunos, com mandato de dois anos. O principal objetivo do CAE é fiscalizar a aplicação dos recursos transferidos e zelar pela qualidade dos produtos, desde a compra até a distribuição nas escolas, prestando sempre atenção às boas práticas sanitárias e de higiene.Tribunal de Contas da União e Secretaria Federal de Controle Interno - São órgãos fiscalizadores. Secretarias de Saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios ou órgãos similares - Responsáveis pela inspeção sanitária dos alimentos.&lt;br /&gt;Ministério Público da União - Responsável pela apuração de denúncias, em parceria com o FNDE. Conselho Federal de Nutricionistas - Responsável pela fiscalização do exercício da profissão, reforçando a importância da atuação do profissional na área da alimentação escolar.  Prestação de contas:  A prestação de contas é realizada até o dia 28 de fevereiro do ano subseqüente ao do atendimento, por meio do Demonstrativo sintético anual da execução físico-financeira. A secretaria de Educação do estado ou município deve enviar a prestação de contas ao Conselho de Alimentação Escolar até 15 de janeiro. Depois de avaliar a documentação, o CAE a remete para o FNDE, com seu parecer. Caso o CAE não aprove as contas, o FNDE avalia os documentos apresentados e, se concordar com o parecer do Conselho, inicia uma Tomada de Contas Especial e o repasse é suspenso. Estas duas últimas medidas também são adotadas no caso de não apresentação da prestação de contas. .   &lt;br /&gt;  Fiscalização:  Cabe ao FNDE e ao Conselho de Alimentação Escolar (CAE) fiscalizar a execução do programa, sem prejuízo da atuação dos demais órgãos de controle interno e externo, ou seja, do Tribunal de Contas da União (TCU), da Secretaria Federal de Controle Interno (SFCI) e do Ministério Público.&lt;br /&gt;  Histórico: O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), mais conhecido como merenda escolar, é gerenciado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e visa à transferência, em caráter suplementar, de recursos financeiros aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios destinados a suprir, parcialmente, as necessidades nutricionais dos alunos. É considerado um dos maiores programas na área de alimentação escolar no mundo e é o único com atendimento universalizado.&lt;br /&gt;    Percebe-se um avanço no que diz respeito a qualidade nutricional da merenda escolar. Muitos alunos vem para escola sem realizar refeições essenciais. Alguns apresentam desnutrição bastante avançada. Há um controle rigoroso por parte da prefeitura, as merendeiras precisam estar sempre de touca, as unhas não podem ser pintadas, é proibido a entrada de professores dos alunos no local onde é preparado os alimentos, os utensílios após o uso são esterilizados com água quente. Os alimentos são de ótima qualidade.  Há um cardápio elaborado por uma nutricionista onde os alimentos são diversificados e ricos em nutrientes. As merendeiras mensalmente participam de cursos de aperfeiçoamento.&lt;br /&gt; O cardápio escolar é de responsabilidade da Secretaria de Educação deste Município, sendo elaborado por nutricionista habilitada. Tem por objetivos suprir parte das necessidades nutricionais diárias dos alunos e contribuir para o crescimento, desenvolvimento, aprendizagem e o rendimento escolar dos estudantes, bem como para a formação de hábitos alimentares saudáveis.&lt;br /&gt;Concordo que as ações de participação em conselhos, por exemplo, são, antes de tudo, ações de cidadania, de conjugação de esforços para contemplar interesses coletivos, de vigilância responsável sobre recursos que, sendo públicos, devem destinar-se ao cumprimento dos deveres do Poder Público e das escolas para com a educação escolar, pois sabemos que onde não há fiscalização a desvios de recursos e fraudes. &lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-4578007087839963119?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/4578007087839963119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=4578007087839963119' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4578007087839963119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4578007087839963119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/10/mdulo-4-financiamento-da-educao.html' title='Módulo 4 - Financiamento da Educação'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-5918926836449154817</id><published>2008-10-18T11:36:00.000-07:00</published><updated>2008-10-18T11:37:33.196-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola Cultura e Sociedade'/><title type='text'>Enfoque temático: Construção de concepções de mundo: a perspectiva marxista de educação.Semana : 8, 9 e 10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Educação da classe trabalhadora:&lt;br /&gt;Marx contra os pedagogos marxistas&lt;br /&gt;Tarso Bonilha Mazzotti&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Posição baseada no trabalho como princípio educativo, o qual deve orientar a educação escolar de todos, realizando-se a educação única politécnica. Essa educação única politécnica conduziria à realização das bases culturais necessárias à hegemonia da classe trabalhadora, com vistas ao socialismo. Seus propositares julgam que esta é uma posição marxista adequada aos nossos tempos, uma vez que é preciso dotar Marx de uma dimensão que ele deixara de lado: a cultural.&lt;br /&gt;A posição original de Marx sobre a cultura e a educação. A elevância deste possível esclarecimento é primordialmente epistêmica, pois implica rever a posição dos que afirmam que Marx não tratou da cultura e da educação. A apreensão da posição de Marx permita uma revisão dos debates em torno da educação escolar, bem como das condições contemporâneas postas pelas mudanças na base técnica da produção, uma vez que, para ele, a condição vital material e espiritual é a existência de tempo livre para o desenvolvimento humano.&lt;br /&gt;Educação escolar entre as bandeiras de luta dos trabalhadores este tema aparece, nas posições de Marx, vinculado as suas proposições sobre a “regulamentação do trabalho das mulheres, crianças e jovens de ambos os sexos”. Essa regulamentação constituía, no século passado, um dos pontos críticos para a sobrevivência física da classe dos trabalhadores assalariados que desenvolviam jornadas de 12 h a 16 h. Entre esses, encontravam-se crianças muitas das quais com três anos de idade e jovens de ambos os sexos, bem como mulheres adultas. Eram trabalhadores “desqualificados”, ou seja, não eram profissionais.&lt;br /&gt;Marx luta essencialmente pela constituição de uma identidade da classe trabalhadora, que jamais seria a mesma da classe burguesa dominante dentro do sistema capitalista. O capitalismo traz em si mesmo a divisão da sociedade em classes sociais. Para que se estruture, necessariamente alguns terão que dar os meios de produção e irão assalariar a outros que só possuem sua força de trabalho. Nesta relação é que se produzirá o lucro, a essência do capitalismo, é necessário que “todos” não possam lucrar, e sirvam de mão-de-obra quase escrava na perspetiva de sustento dos primeiros. Um sistema em que a repartição do capital fosse igualitária. Marx desejava a consciência da identidade trabalhadora para que a transformação do sistema pudesse ocorrer. Para ele não era possível que uma sociedade em que uns poder dominante dominaria a classe trabalhadora.&lt;br /&gt;A classe trabalhadora deveria atender educacionalmente aos seus próprios filhos, e que a burguesia atendesse aos seus, o que já fazia muito bem. Por que, então, se preocupar com eles?&lt;br /&gt;A educação é parte incluindo as relações de determinação e influência de que ela recebe da estrutura econômica, e o específico das discussões de temas e problemas educacionais. A transformação educativa deveria ocorrer paralelamente à revolução social. Um lado, seria necessário mudar as condições sociais que mude o sistema de ensino, este mudaria e transformaria as condições sociais.&lt;br /&gt;Marx considera que as conquistas materiais são um momento do processo de tomada de consciência dos interesses de classe por parte da própria classe e, nessa luta, o proletariado vai se constituindo em “classe para si”, forma-se como classe efetivamente revolucionária. Por exemplo, ao lutar pela regulamentação do trabalho infantil e juvenil associada à educação escolar intelectual, física e tecnológica a classe proletária estaria dando um passo no sentido de colocar-se como dirigente da sociedade atual e futura. Esta pedagogia é a pedagogia da luta de classes que educa a classe trabalhadora e o Estado, como vimos mais acima.&lt;br /&gt;A educação para além do capital por István Mészáros poucos negariam hoje que a educação e os processos de reprodução mais amplos estão intimamente ligados. Consequêntemente, uma reformulação significativa da educação é inconcebível sem a correspondente transformação do quadro social no qual as práticas educacionais da sociedade devem realizar as suas vitais e historicamente importantes funções de mudança. Mas para além do acordo sobre este simples fato os caminhos dividem-se severamente. Pois, caso um determinado modo de reprodução da sociedade seja ele próprio tido como garantido, como o necessário quadro de intercâmbio social, nesse caso apenas são admitidos alguns ajustamentos menores em todos os domínios em nome da reforma, incluindo o da educação. As mudanças sob tais limitações conjecturais e apriorísticas são admissíveis apenas com o único e legitimo objectivo de corrigir algum detalhe defeituoso da ordem estabelecida, de forma a manter-se as determinações estruturais fundamentais da sociedade como um todo intactas, em conformidade com as exigências inalteráveis de um sistema reprodutivo na sua totalidade lógico. É-se autorizado a ajustar as formas através das quais uma multiplicidade de interesses particulares conflitantes se devem conformar com a regra geral pré-estabelecida da reprodução societária, mas nunca se pode alterar a própria regra geral. desta forma para o bem e para o mal, o êxito depende de tornar este processo de aprendizagem, no sentido amplo do "Paracelsiano", um processo consciente, de forma a maximizar o melhor e a minimizar o pior. Apenas a mais vasta concepção de educação nos pode ajudar a insistir no objectivo de uma mudança verdadeiramente radical proporcionando alavancas que rompam a lógica mistificadora do capital. Esta maneira de abordar os assuntos é, de facto, tanto a esperança como a garantia do êxito possível. Por contraste, cair na tentação dos arranjos institucionais formais "a pouco e pouco", como afirma a sabedoria reformista desde tempos imemoráveis significa permanecer aprisionado dentro do círculo vicioso institucionalmente articulado e protegido desta lógica auto-interessada do capital. Esta última forma de encarar tanto os problemas em si mesmos como as suas soluções "realistas" é cuidadosamente cultivada e propagandeada nas nossas sociedades, enquanto que a alternativa genuína e de alcance amplo e prático é desqualificada aprioristicamente e afastada bombasticamente como sendo "gestos políticos". Esta espécie de aproximação é incuravelmente elitista mesmo quando se pretende democrática. Porque limita tanto a educação como a atividade intelectual da maneira mais estreita possível, como a única forma certa e adequada de preservar os "padrões civilizados" daqueles destinados a "educar" e governar, contra a "anarquia e a subversão". Simultaneamente exclui a esmagadora maioria da humanidade do âmbito da ação como sujeitos, e condena-os para sempre a serem apenas influenciados como objetos (e manipulados no mesmo sentido), em nome da presumida superioridade da elite: "meritocrática", "tecnocrática", "empresarial", ou o que quer que seja.&lt;br /&gt;Educação para além do capital contempla uma ordem social qualitativamente diferente. Agora não só é possível embarcar na estrada que nos leva até essa ordem como também é necessário e urgente. Pois as incorrigíveis determinações destrutivas da ordem existente tornam imperativo contrapor aos antagonismos estruturais irreconciliáveis do sistema capitalista uma alternativa positiva sustentável para a regulação da reprodução metabólica social se quisermos assegurar as condições elementares da sobrevivência humana. O papel da educação, orientado pela única perspectiva positivamente viável de ir para além do capital, é absolutamente crucial a este propósito. &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=5702533990994270364#asterisco"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Referência:&lt;br /&gt;MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. São Paulo: Hucitec, 1986.&lt;br /&gt;MARX, Karl. O 18 Brumário de Luís Bonaparte. In: MARX, Karl e ENGELS, Friedrich. Textos. Vol. III. São Paulo: Edições Sociais, 1977.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-5918926836449154817?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/5918926836449154817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=5918926836449154817' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5918926836449154817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/5918926836449154817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/10/enfoque-temtico-construo-de-concepes-de.html' title='Enfoque temático: Construção de concepções de mundo: a perspectiva marxista de educação.Semana : 8, 9 e 10'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-2794904114150161109</id><published>2008-10-09T07:09:00.000-07:00</published><updated>2008-10-09T07:10:57.100-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Organização do Ensino Fundamental'/><title type='text'>Módulo 2:Organização Curricular da Escola</title><content type='html'>Sabemos que concepções e normas são elaboradas e incorporadas na prática cotidiana do dia-a-dia. As propostas dos documentos (PPP e Regimento) colocam em prática uma concepção política e uma concepção pedagógica que se realimentam por uma constante reestruturação. Assim, a concepção política promove a ação transformadora da sociedade a partir das práticas escolares, já a concepção pedagógica é o substrato da própria finalidade da escola.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-2794904114150161109?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/2794904114150161109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=2794904114150161109' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2794904114150161109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/2794904114150161109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/10/mdulo-2organizao-curricular-da-escola_09.html' title='Módulo 2:Organização Curricular da Escola'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-1136968336458065717</id><published>2008-10-07T09:56:00.000-07:00</published><updated>2008-10-07T09:58:29.193-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Organização do Ensino Fundamental'/><title type='text'>ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DA ESCOLA E AVALIAÇÃO DA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CURRÍCULO: O CORAÇÃO DA ESCOLA /Maria Beatriz Gomes da Silva&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Como sabemos, o currículo escolar requer uma organização dos tempos/espaços em que a escola vai desenvolver os diferentes conhecimentos e valores que durante a construção do seu Projeto Político Pedagógico - PPP forem considerados necessários para a formação de seus alunos. Isso é possível, hoje, porque, com base no princípio da autonomia, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBEN (Lei n° 9394/1996) estabeleceu como incumbência da escola e de seus professores (Art. 12 e 13) a construção do PPP. É na construção do PPP que a comunidade escolar (Pais, Professores, Alunos, Funcionários) debate, discute e estabelece suas concepções de homem, de mundo, de sociedade, de conhecimento, de currículo, de avaliação e tantas outras, com o objetivo de criar referências e diretrizes próprias para as práticas que pretende implantar.&lt;br /&gt;Dentre as práticas implantadas pela escola, a mais legitimamente ligada à sua razão de ser é, sem dúvida, a que denominamos desenvolvimento do currículo escolar. Muito mais do que um conjunto de saberes dividido em áreas de conhecimento, disciplinas, atividades, projetos e outras formas de recorte, por sua vez hierarquizados em séries anuais ou semestrais, ciclos, módulos de ensino, eixos e outras formas de escalonar o tempo, o currículo é o coração da escola. É por dentro dele que pulsam e se mostram as mais diversas potencialidades, em meio às reações manifestadas pelos alunos nos seus escritos, desenhos, jogos, brincadeiras, experimentos, estratégias de relacionamento entre si e com os educadores. É por dentro dele que desejos podem ser tolhidos ou encorajados.&lt;br /&gt;Ensino e as escolas procurem reorganizá-lo, intensificando, por exemplo, o número de horas de determinada atividade, disciplina ou área de conhecimento, ou, ainda, incluindo novos componentes curriculares ou excluindo outros.&lt;br /&gt;CURRÍCULO E AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR&lt;br /&gt;Um aspecto fundamental quando se fala em organização do currículo escolar é a forma como se avalia as aprendizagens que os alunos efetivam durante seu desenvolvimento. Com isso, estamos querendo dizer que currículo e avaliação da aprendizagem escolar, são faces indissociáveis de uma mesma moeda e que, portanto, ocorrem simultaneamente.&lt;br /&gt;A idéia de que a avaliação da aprendizagem dos alunos é um processo dissociado do desenvolvimento curricular nasceu com a pedagogia tradicional e ainda se faz presente em muitas unidades escolares, apesar de intensamente questionada. Quando essa concepção prevalece a avaliação da aprendizagem consiste somente na aplicação de instrumentos como questionários, provas, trabalhos escritos em geral, em períodos regulares (final de cada mês, ou bimestre ou semestre) e com o objetivo de verificar a quantidade de informações que os alunos assimilaram naquele período e classificá-los em escalas de notas ou até mesmo de conceitos tratados como se fossem notas. Quando a concepção vai além da classificação, preocupando-se com o processo de aprendizagem ao longo do desenvolvimento curricular e ocorrendo por meio de um acompanhamento do aluno com o objetivo de reorientá-lo a cada dificuldade encontrada, situa-se na perspectiva formativa.&lt;br /&gt;As duas formas de avaliação são necessárias quando se pensa na indissociabilidade currículo-avaliação. A primeira, porque quando utilizada não apenas com sua finalidade classificatória auxilia na problematização do próprio currículo e com isto fornece pistas para a melhoria do planejamento docente e escolar. Se algo não vai bem com a parte, provavelmente precisará de uma análise&lt;br /&gt;e até reformulação do todo, inclusive do PPP e do Regimento Escolar. A segunda, porque possibilita uma intervenção imediata no processo de aprendizagem, permitindo que o currículo em desenvolvimento se reconstrua ainda durante o processo e comprovando, assim, sua natureza dinâmica e impermanente no atendimento das necessidades dos alunos. Assim, entendemos que:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A avaliação é uma das atividades que ocorre dentro de um processo&lt;br /&gt;pedagógico. Este processo inclui outras ações que implicam na própria&lt;br /&gt;formulação dos objetivos da ação educativa, na definição de seus&lt;br /&gt;conteúdos e métodos, entre outros. A avaliação, portanto, sendo parte de&lt;br /&gt;um processo maior, deve ser usada tanto no sentido de um&lt;br /&gt;acompanhamento do desenvolvimento do estudante, como no sentido de&lt;br /&gt;uma apreciação final sobre o que este estudante pôde obter em um&lt;br /&gt;determinado período, sempre com vistas a planejar ações educativas&lt;br /&gt;futuras. (FERNANDES. FREITAS. 2007, p. 47)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Uma questão importante é a da relação entre a concepção de conhecimento e a forma de organizar o currículo e de avaliar as aprendizagens dos alunos.&lt;br /&gt;Assim, quando a concepção de conhecimento ainda se apresenta fragmentada, a proposta curricular da escola costuma ser organizada na forma de disciplinas organizadas em regime seriado que ao serem desenvolvidas não dialogam e não buscam pontos de articulação. Além disso, e por conseqüência, a prática avaliativa, costuma ser classificatória.&lt;br /&gt;Mas, nem sempre a organização curricular em regime seriado vem acompanhada de uma avaliação classificatória. Esse avanço ocorre quando a concepção de conhecimento e sua respectiva proposta curricular estão fundamentadas numa epistemologia que considera o conhecimento como uma&lt;br /&gt;construção sócio-interativa que ocorre na escola e em outras instituições e espaços sociais. Nesse caso, já se percebe múltiplas iniciativas entre professores no sentido de articularem os diferentes campos de saber entre si e, também, com temas contemporâneos, baseados no princípio da interdisciplinaridade, o que normalmente resulta em mudanças nas práticas avaliativas. Em situações como essa, encontram-se professores que trabalham cooperativamente em projetos e outras metodologias que envolvem alunos de diferentes disciplinas e turmas e onde esses são avaliados antes, durante e depois das práticas vivenciadas, por meio até mesmo de auto avaliação e sem foco na classificação.&lt;br /&gt;Ao falar em progressão continuada, portanto, estamos falando de uma escola que inclui a todos. Naturalmente, isso requer outra forma de gestão do currículo, esteja ele organizado em séries ou em ciclos, pois na medida em que o avanço no percurso escolar é marcado por diferentes níveis de aprendizagem, a escola precisará, também, organizar espaços e formas diferenciadas de atendimento, a fim de evitar que uma defasagem de conhecimentos não se transforme numa lacuna permanente.&lt;br /&gt;3. CURRÍCULO, AVALIAÇÃO E MOBILIDADE ESCOLAR&lt;br /&gt;Uma situação bastante corriqueira em nossas escolas é a mobilidade dos alunos. Quantas vezes nos perguntamos sobre o que fazer quando recebemos alunos provenientes de outras instituições e de até de outros Sistemas de Ensino, dentro ou fora do município ou Estado em que a escola em que atuamos se situa?&lt;br /&gt;Quantas vezes admitimos nossas dificuldades para incluí-lo no novo contexto escolar? Quantas vezes esquecemos que estes alunos ao viverem um processo de transição institucional passam por momentos de insegurança frente aos novos professores, colegas e frente a pedagogia que lhes é oferecida? Como inseri-los nos tempos/espaços da escola em que são acolhidos quando provêm de outra em que a forma de organização curricular e de avaliação é diferente?&lt;br /&gt;A mobilidade escolar ou a conhecida transferência também e objeto de regramento na LDB e em outros instrumentos normativos do CNE e dos Conselhos de Educação Estaduais e Municipais. Esta é uma realidade que precisa ser tratada a partir do que se entende por direito à educação, pois envolve dimensões que extrapolam a escolha da criança, quando se tratar da Educação Básica e nessa, especialmente do Ensino Fundamental, por seu caráter obrigatório.&lt;br /&gt;As mobilidades, de modo geral ocorrem por necessidade dos adultos responsáveis pelo menor que não pode deixar de ser atendido frente a uma escolha que não foi sua. Nesse sentido não há como recusar matrícula em algum estabelecimento de ensino que favoreça o deslocamento do aluno transferido. Mas, acima dessas questões administrativas, não há como recusar a continuidade dos estudos iniciados em outra escola de forma que o aluno não se sinta despreparado para avançar em seu percurso de aprendizagem ou que não se sinta retrocedendo em conquistas já efetivadas.&lt;br /&gt;Parece estarmos tratando do óbvio, mas, nossas observações e acompanhamento de alguns estudos indicam que essa questão tem sido descuidada inúmeras vezes gerando nos alunos transferidos uma sensação de abandono ou descaso, semelhante a que costuma ocorrer com alunos que não acompanham o ritmo de seu colegas em classes cujo professor se pauta por uma visão rígida de conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-1136968336458065717?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/1136968336458065717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=1136968336458065717' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1136968336458065717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/1136968336458065717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/10/organizao-curricular-da-escola-e.html' title='ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DA ESCOLA E AVALIAÇÃO DA'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-3259967988462922627</id><published>2008-10-07T09:32:00.000-07:00</published><updated>2008-10-07T09:36:14.065-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Organização do Ensino Fundamental'/><title type='text'>Módulo 2:Organização Curricular da Escola</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(PPP)&lt;br /&gt;CONCEPÇÃO CURRÍCULO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O processo de construção do Projeto Político Pedagógico realizou-se durante as reuniões pedagógicas da escola, ocorridas quinzenalmente, tendo sempre em mente o diagnóstico sobre a realidade da comunidade. Desde o início do ano letivo de 2008as discussões a respeito do assunto fizeram parte desses encontros.&lt;br /&gt;As discussões sobre os eixos que subsidiaram este Projeto foram realizadas de forma coletiva, em vários encontros, com a participação da comunidade escolar. A segunda fase de elaboração do Projeto consistiu na revisão do material realizada por uma comissão de professores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(REGIMENTO&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;)&lt;br /&gt;NORMAS CURRÍCULO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;PROPOSTA PEDAGÓGICA E CURRICULAR&lt;br /&gt;Desejamos proporcionar uma escola que respeite a criança em suas individualidades e ofereça condições para que ela possa ter auto-conhecimento e autonomia. Nesse sentido, nossa preocupação é com a educação do homem e não apenas da pessoa em situação escolar, numa instituição de ensino. O aluno passa a ter parte da responsabilidade na sua educação e essa terá como prioridade a criação de condições que facilitem a aprendizagem pessoal. Nosso entendimento é de que o sujeito se constrói num processo contínuo, ligando-se a outras pessoas e grupos, é um ser inacabado que constrói a realidade e por essa é construído. É na interação com a realidade que se dá a sua construção, sempre buscando o convívio possível, a comunicação e o agir em comum, respeitando as diversidades que são características fundamentais da realidade. Nesse contexto, entendemos que o homem conhece ao experimentar, sendo essas vivências plenas de significados. A partir daí inicia-se o crescimento individual. Os desafios, as curiosidades ou necessidades de resolver problemas é que desencadearão o conhecimento. A nossa proposta traz a importância da participação ativa do aluno na construção do conhecimento, fazendo com que o processo de ensino-aprendizagem seja voltado ao educando. Neste sentido entendemos que a tarefa do professor deve ser a de organizar um ambiente favorável à ação, à experimentação e ao intercâmbio entre alunos/professor, criando situações que motivem estas a pensar por si mesma, ativamente, sem querer obter dela, apressadamente, respostas e soluções “corretas” aos problemas e desafios vivenciados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(PPP)&lt;br /&gt;CONCEPÇÃO AVALIAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, baseada no princípio da construção do conhecimento pelo estudante, tendo o professor como agente educador e mediador do processo pedagógico, a proposta curricular para o ensino fundamental busca fundamentar-se numa concepção de ensino interdisciplinar. Em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, do 1º ano até a 4ª série nossa escola trabalha as áreas do conhecimento citadas à cima de maneira globalizada obtendo apenas um conceito. Na 5ª e 6 ª séries são trabalhadas as áreas do conhecimento integradas juntamente com Língua Estrangeira (inglês), porém distintas por professores e conceitos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(REGIMENTO)&lt;br /&gt;NORMAS AVALIAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A avaliação é compreendida como um procedimento pedagógico pelo qual se verifica continuamente o desenvolvimento da aprendizagem e se decide, caso necessário, sobre os meios alternativos de estudos de recuperação ou reforço.&lt;br /&gt;Pensando nisso nossa escola busca constantemente romper algumas resistências a respeito da avaliação classificatória onde é verificado somente o rendimento escolar para possível aprovação e reprovação ao final do processo. Entendemos que a avaliação é contínua e qualitativa e deve ser capaz de colocar à disposição do professor informações mais precisas sobre os processos de aprendizagem, crescimento do aluno. Para isso, pensamos que é preciso avaliar o educando sob diferentes aspectos: cognitivo, relacional e social. Esse tipo de avaliação permite também que um problema de aprendizagem seja prontamente percebido, de modo que possamos tomar as providencias necessárias para superá-lo, na medida do possível. Ás vezes, a dificuldade pode estar com o aluno, que tem um ritmo diferente dos demais e precisa de mais tempo para aprender, às vezes, pode estar com o professor, que não conseguiu ainda encontrar a melhor forma de ensinar aquele aluno, porque cada um tem um jeito diferente de aprender. Nesse sentido, acreditamos que alunos e professores devem ser avaliados.&lt;br /&gt;A auto-avaliação do professor é muito importante, pois assim ele poderá criar condições e estratégias para auxiliar o aluno na construção do seu conhecimento. Faz-se necessário oferecer aos professores estudos e espaços de discussão, porque é através do aprofundamento teórico e troca de experiências que esses poderão tomar consciência do significado dos procedimentos avaliativos. A avaliação não é apenas um instrumento para a aprovação ou reprovação do aluno, ela é também fundamental para que possamos promover um ensino de qualidade para todos, pois é ela que nos indica onde estão nossos tropeços e nossas qualidades, onde precisamos investir mais e onde podemos caminhar com segurança.&lt;br /&gt;A partir dessa concepção de avaliação, nasceu à proposta de realização de conselhos de classe participativo, ação que estamos implementando gradativamente, visando à construção de um ambiente democrático onde alunos e professores interagem, e a avaliação é vista não como punição, mas como um momento de reflexão para criação de novas práticas, novas estratégias. Quanto à organização da avaliação, essa se dá de acordo com o Regimento Escolar da Secretaria Municipal de Educação, onde os resultados são expressos trimestralmente, por Parecer Descritivo e em conceitos: Muito Satisfatório (MS), Satisfatório (S), Insuficiente (I).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CONCEPÇÕES E NORMAS DE CURRÍCULO E DE AVALIAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nossa avaliação escolar preocupa-se com o processo de aprendizagem ao longo do desenvolvimento curricular e ocorrendo por meio de um acompanhamento do aluno com o objetivo de reorientá-lo a cada dificuldade encontrada, situa-se na perspectiva formativa.&lt;br /&gt;No final de cada trimestre, levantamos dados fornecidos pelos professores quanto ao rendimento dos alunos, avaliações aplicadas, não só para diagnosticar seus avanços escolares mas também reavaliarmos nossa prática pedagógica. Acrescentar e retirar conteúdos do nosso currículo. Se constatado que as propostas pedagógicas da escola e o índice de aprendizagem não está sendo satisfatório reavaliamos nossos métodos para que assim tenhamos uma melhor qualidade de ensino .&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-3259967988462922627?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/3259967988462922627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=3259967988462922627' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3259967988462922627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/3259967988462922627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/10/mdulo-2organizao-curricular-da-escola.html' title='Módulo 2:Organização Curricular da Escola'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-4661145211947725607</id><published>2008-09-30T14:20:00.000-07:00</published><updated>2008-09-30T14:21:42.012-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia da vida adulta'/><title type='text'>Aula 6 – Aprendizagem na vida adulta</title><content type='html'>O desenvolvimento cognitivo dá-se na relação com o meio, porém, ele é individual. O estádio em que um indivíduo se encontra “é radicalmente individual, não pode, pois, ser confundido com o de nenhum outro indivíduo” (BECKER, 2001, p.187).&lt;br /&gt;            Na realidade das salas de aulas de jovens e adultos, onde as tecnologias começam a tomar seu espaço,  e cada ser é único, a cada dia recebemos diversas informações através da  mídia, jornal, revista, internet. Como competir em meio a tantas informações? O professor precisa estar atento ao que esta circulando na sala de aula, quais são os assuntos do momento, quais seus interesses, para depois realizar seu planejamento. O sujeito ( aluno) precisa da interação com o objeto de estudo para ter uma aprendizagem significativa, pois poderá utilizar esse conhecimento posteriormente. Assim o aluno e o professor aprendem juntos. É a ação do sujeito que possibilita a construção de suas estruturas cognitivas.&lt;br /&gt;            Todos os anos em sala de aula encontramos alunos em vários estágios de desenvolvimento. Encontro muitas vezes dificuldades em montar meus projetos, muitas vezes preciso planejar um determinado assunto  explorado em vários tipos de atividades práticas e teóricas, para que todos consigam ter uma melhor compreensão do assunto estudado. Através da leitura pude compreender, que mesmo tendo a mesma idade, eles podem encontrar-se em períodos de desenvolvimento diferentes. A sala de aula é entendida como uma comunidade culturalmente constituída por meio da participação de diferentes sujeitos, que assumem diferentes papéis no processo ensino-aprendizagem.&lt;br /&gt;O que nos dirá se um sujeito se encontra em um ou outro período do desenvolvimento não será a sua idade, mas, ao contrário, será a sua relação com o objeto do conhecimento, será a sua maneira de pensar, refletida no modo como lida com os problemas da realidade, seja ela interna ou externa. Serão suas características cognitivas que nos mostrarão em que período de desenvolvimento se encontra, e não o inverso. A partir da idade, apenas, não podemos fazer afirmações definitivas sobre o seu nível de desenvolvimento.&lt;br /&gt;Pensamento formal e ensino o adulto, tal qual a criança e o adolescente,  não aprende ouvindo respostas prontas.  Aprende resolvendo problemas que dizem respeito ao mundo físico ou social em que vive e lançando hipóteses sobre as transformações que devem ser implementadas.             A escola que continuar a insistir no repasse de conteúdos prontos estará na contramão da dinâmica própria do pensamento.&lt;br /&gt;A educação é  um “processo em que a criança ou o adulto convive com o outro e, ao conviver com o outro, se transforma espontaneamente, de maneira que seu modo de viver se faz progressivamente mais congruente com o do outro” (MATURANA, 2001, p. 29).                Logo, a educação é um processo que se dá no mundo de convivência, porém, ao mesmo tempo, é um processo que se dá no interior do indivíduo. A história de educação de um sujeito faz parte de sua constituição, já que ele é o resultado de suas permanentes transformações nas trocas com o seu meio.   &lt;br /&gt;Embora tenhamos nos acostumado a relacionar o egocentrismo à criança pequena, ele ocorre em todas as idades. Logo, tanto o professor quanto o aluno, mesmo sendo adultos, podem ter dificuldades de compreender o raciocínio que o outro está realizando, reduzindo o pensamento do outro ao seu próprio.&lt;br /&gt;Segundo Maturana (2001, p. 43), qualquer relação social depende de assumirmos as capacidades do outro envolvido nessa relação, e, se isso não ocorrer, essa relação deixará de ser social. O educador precisa colocar-se no lugar do educando, tentando compreender suas dúvidas a fim de lhe dar as respostas de que está necessitando e que está preparado para ouvir. Diferentes verdades existem, como tantos sujeitos existem, e devem ser respeitadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5702533990994270364-4661145211947725607?l=peadportifolio164255.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/feeds/4661145211947725607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5702533990994270364&amp;postID=4661145211947725607' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4661145211947725607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5702533990994270364/posts/default/4661145211947725607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://peadportifolio164255.blogspot.com/2008/09/aula-6-aprendizagem-na-vida-adulta.html' title='Aula 6 – Aprendizagem na vida adulta'/><author><name>Ceres A. Hartz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_S9SJOiutm7M/R--ioO_GfuI/AAAAAAAAAEg/sC8m4pBF5Oo/S220/Picture+001.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5702533990994270364.post-8521212309881975970</id><published>2008-09-26T11:10:00.000-07:00</published><updated>2008-09-26T11:12:58.087-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola Cultura e Sociedade'/><title type='text'>Enfoque temático: Construção de concepções de mundo: educação.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Semana : 6 e 7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou iniciar minha síntese falando de Paulo Freire, onde sua obra A Pedagogia da Autonomia fala de uma educação que respeita todo o educando, incluindo os mais desfavorecidos.&lt;br /&gt;A alma de qualquer instituição de ensino é o professor, por mais que se invista em equipamentos, tecnologias, quadras esportivas, campos de futebol, tudo isso é material e não se compara ao papel e a importância do professor. Há quem afirme que o computador irá substituir o seu papel, pois por ele chega facilmente a informação de muitas maneiras, o que o professor perderá sua importância. O computador nunca substituirá a presença do professor, por mais que evolua a máquina, ela só reflete e passa informação, porém não é capaz de dar afeto, atenção aos alunos. È isso que fascina-me em ser educadora. Nos deparamos em sala de aula com múltiplos saberes onde o aluno trás em sua trajetória conhecimentos inesgotáveis cabe a nós explorar e trabalhar esses saberes.&lt;br /&gt;Atualmente trabalho com o laboratório de Informática onde desenvolvo um trabalho em conjunto com as professoras regentes de turmas, estou adorando a experiência, eles aplicam, pesquisam, trabalham coletivamente trocando informações, eu também aprendo muito com eles, em um grande número de informações estamos constantemente construindo nossa aprendizagem. A maioria da turmas possuem opiniões formadas e bem estruturadas, todos os dias preciso lançar vários assuntos e desafios, preciso estar atenta em suas conversas para captar o que pensam, o que gostam, para que minhas aulas tornem-se agradáveis e significativas. Tenho tido bons resultados.&lt;br /&gt;Trabalhar os conteúdos de forma procedimentar parece ser uma das alternativas de auxiliar os alunos no desenvolvimento das múltiplas competências, que hoje é tão exigidas pela sociedade, além é claro de ser a forma de desenvolver atitudes e mudanças de comportamentos nos alunos. É preciso selecionar o que pode ser descartado na lista de conteúdos, pois muitas vezes é repetido ano após anos sem trazer nenhum significado para o aluno.&lt;br /&gt;Como é importante elaborarmos atividades onde colocamos os alunos diante de diferentes situações e desafiam-nos a resolver os problemas previamente propostos ou aqueles que se apresentarem durante as aulas.&lt;br /&gt;O professor sem dúvida nenhuma tem uma grande missão, uma grande responsabilidade em suas mãos, já que ele precisa primeiramente ter um comprometimento com o que faz, sendo que ele instiga a consciência de seu aluno, fazendo-o despertar para que se torne um sujeito crítico, que consiga refletir sobre o meio em que vive, buscando melhorá-lo, encontrando suas necessidades a serem supridas, avançando para um futuro mais justo e consciente.&lt;br /&gt;Precisamos nos libertar de ser conteúdistas, é fácil ensinar o que já está pronto, porém será que é só isso que nossos alunos precisam? É preciso uma avaliação e seleção do que é realmente importante para seu desenvolvimento cognitivo.&lt;br /&gt;Freire e Durkheim, com suas idéias ajudam a compreender o significado social do trabalho do professor, tirando a educação escolar da perspectiva individualista. O papel da educação está em formar um cidadão que tomará parte da sociedade. É preciso desenvolver na criança estados físicos e morais que são exigidos pela sociedade em que está incerido.&lt;br /&gt;Por isso a importância do trabalho de sala de aula, trabalhar de forma em que o aluno participe de forma ativa, onde possa aplicar seus conhecimentos e suas aprendizagens, ele estará bem preparado para exercer sua função na sociedade.&lt;br /&gt;Quando uma quantidade qualquer de pessoas, segundo Weber, se submetem, a uma ordem vinda de parte da sociedade, ocorre uma dominação que é sempre resultado de uma relação social de poder desigual, onde há um que comanda e outro que obedece.&lt;br /&gt;Weber classifica dominação em : dominação tradicional, legal, carismática.&lt;br /&gt;Dominação tradicional cuja situação em que a obediência se dá por motivos de costume, essa relação de dominação enraizada na cultura da sociedade. Um exemplo é o da família patriarcal onde os filhos obedecem aos pais devido a uma relação de fidelidade há muito estabelecida e respeitada.A dominação legal, ou seja, através das leis, nessa situação, um grupo de os indivíduos submete-se a um conjunto de regras formalmente definidas e aceitas por todos os integrantes. São essas regras que determinam ao mesmo tempo a quem e em que medida as pessoas devem obedecer.&lt;br /&gt;Domi
